Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
Blog Blog   |   Fale Conosco Fale Conosco   |   Cadastro Cadastro   |   Depoimento Depoimento
 
 
 
Você está em: Inicial > memorial > perfil.php

Kaytto Guilherme Nascimento Pinto (Pedofilia)



 


Participe Participe cadastrando seu caso de impunidade.

Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 17/04/2009

Localização: Cuiabá (MT)

Data de Falecimento: 17/04/2009

Sexo: Masculino Masculino
 

Kaytto Guilherme, 10 anos, foi vítima de pedofilia e havia desaparecido em 13/04/2009, sendo encontrado morto, Cuiabá-MT, em 17/04/2009.

O corpo de Kaytto Guilherme Nascimento Pinto foi encontrado em terreno baldio, fundos da 13a Brigada do Exército Brasileiro, a 500 metros do Fórum da capital. A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) que investigava o sumiço da criança, por meio da Divisão de Desaparecidos, prendeu Edson Alves Delfino, 29 anos, acusado de assassinar o menino Kaytto Guilherme Nascimento Pinto após violentá-lo.

O assassino de  Kaytto Guilherme Nascimento Pinto foi preso em um ônibus com destino a Campo Verde, Mato Grosso do Sul, na Serra de São Vicente. O acusado cumpria pena em regime semi-aberto pelo mesmo crime, cometido em 1999 na cidade de Primavera do Leste. Ele foi condenado há 46 anos e 6 meses e ficou 9 anos presos. Policiais da DHPP chegaram ao acusado com ajuda de uma testemunha e depois de checar todas as pessoas que teriam trabalhado no condomínio onde a família da criança mora no bairro Residencial Paiaguas. Conforme a polícia, Edson levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O acusado disse que já conhecia o garoto, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava com a família. “Ele trabalhou na guarita do prédio da família e ali criou vinculo com o menino e depois o pai da criança contratou o rapaz para fazer um serviço de pintura no apartamento”, disse o delegado Antonio Carlos Garcia de Matos, da DHPP. O acusado contou à polícia que pegou o menino em um ponto de ônibus.

Quanto a motivação do crime, o maníaco admite que é unicamente "libidinosa", pois sente "tara por meninos". Disse que quando viu Kaytto Guilherme Nascimento Pinto sentado no ponto de ônibus, sentiu desejo de manter relação sexual com ele. Se aproximou e iniciou uma conversa, perguntando sobre o pai do menino. Édson já havia feito um trabalho de pintura no escritório de Jorgemar Luís Silva Pinto, pai de Kaytto Guilherme Nascimento Pinto, pelo qual recebeu R$ 75.

Ele garantiu, em depoimento ao delegado Márcio Pieroni, titular da DHPP, que o descontentamento do pai do garoto com a pintura mal feita não tem relação com o crime. Assegura que sequer discutiu com Jorgemar e que as reclamações do trabalho chegaram a ele por intermédio de seu irmão Antônio Miguel Nascimento, este sim, amigo de Jorgemar há mais ano. Foi o irmão Antônio, que é pedreiro, que conseguia os trabalhos para ele, depois de deixar a Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis, há 6 meses.

Édson admitiu que mesmo obtendo a progressão do regime, tendo apenas que dormir em um albergue, não vinha sendo acompanhado pela Justiça. O máximo que fez nos últimos 6 meses de liberdade foi comparecer na 5ª Vara Criminal de Várzea Grande para se apresentar e assinar papéis, sem nunca ter sido nem ouvido ou encaminhado para um albergue onde deveria passar todas as noites.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por intermédio da 18ª Promotoria de Justiça Criminal da Comarca de Cuiabá, ofereceu no dia 04/05/09 denúncia contra Edson Alves Delfino, acusado de assassinar o garoto Kaytto Guilherme do Nascimento Pinto.

De acordo com a denúncia, o acusado irá responder por três crimes: atentado violento ao pudor, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. 

O acusado de matar o menino Kaytto Guilherme Nascimento Pinto foi a júri popular em 25/03/2010

O Ministério Público quer que a pena imposta ao assassindo do estudante Kaytto Guilherme Nascimento Pinto seja ainda maior que os 35 anos e três meses estabelecidos na sentença. No pedido de revisão feito à Justiça, o promotor que acompanha o caso sugere que a condenação de Edson Delfino seja reajustada para 43 anos de prisão.

Esse aumento na pena faria com que o assassino permanecesse mais tempo longe das ruas, apesar dos benefícios de progressão. "Acredito que a pena máxima para este caso seria o mínimo que a Justiça poderia fazer tanto para os pais quanto para os familiares do Kaytto Guilherme Nascimento Pinto. Para que esse pedófilo que Edson Delfino não volte tão cedo ao convívio social", justificou o promotor de Justiça João Augusto Gadelha.

O advogado Alfredo Gonzaga fez os cálculos sobre a progressão de regime que pode ser concedida a condenados por crimes hediondos. Com a pena atual, após 21 anos no sistema fechado Edson iria para o semiaberto e em 23,5 anos conseguiria a liberdade provisória. Se a pena subisse para 43 anos, depois de 26 anos no fechado ele chegaria ao semiaberto, e, após 28 anos, conseguiria a liberdade provisória.

Para o defensor público Altamiro Araújo de Oliveira, que acompanhou o caso, Edson já foi condenado com rigor. Ele afirmou que a quantidade da pena foi bastante grave e que é pouco provável aumentá-la.

Agora, caberá ao Tribunal de Justiça analisar os recursos da apelação do réu e do Ministério Público e depois decidir se mantém, diminui ou aumenta a pena de Edson Delfino. Edson Delfino (31) está preso na Penitenciária Central do Estado em Cuiabá.

Edson Delfino, que foi preso por violentar e matar Kaytto Guilherme

Kaytto Guilherme, 10 anos, foi vítima de pedofilia e havia desaparecido em 13/04/2009, sendo encontrado morto, Cuiabá-MT, em 17/04/2009.

O acusado de matar o menino Kaytto Guilherme Nascimento Pinto foi a júri popular em 25/03/2010

O Ministério Público quer que a pena imposta ao assassindo do estudante Kaytto Guilherme Nascimento Pinto seja ainda maior que os 35 anos e três meses estabelecidos na sentença. No pedido de revisão feito à Justiça, o promotor que acompanha o caso sugere que a condenação de Edson Delfino seja reajustada para 43 anos de prisão.



Não será publicado.




Desejo Receber Informativos (não enviamos SPAM)






Milene em 18/01/2012 22:16
a própria cara ja entrega o marginal q ele é tem q matar um monstro desse na cadeia isso sim!

Cláudio Von Randow de Almeida Álvaro Rocha de Farias Ike Cézar Gonçalves João Felipe Eiras Santana Bichara Alexandre Martins de Castro Filho Rafael de Jesus Danielle Tobler Esser Marcela da Silva Xavier Rômulo Castro Ramos Tavares Cínthia Lívia de Araújo Nirvana Evangelista da Cruz Ricardo Viveiros Filho Karine Lorraine Chagas de Oliveira Camila Bezerra Alan Fagner Clemente Soares Danghlie Vieira de Andrade Amaro Tavares da Silva João Luiz Sá Freire Azevedo Maria Lucineide Barros Leonel Carlos Gustavo Russo Shara Ruana Reis
 
Blogger   Youtube   Facebook   Twitter   RSS