Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Renné Senna (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 07/01/2007

Localização: Rio Bonito (RJ)

Data de Falecimento: 07/01/2007

Sexo: Masculino Masculino
 

Renné Senna ganhador da Mega Sena foi assassinado em um bar, Rio Bonito - RJ,  em 07/01/2007.

Renné Senna trabalhava desde criança como lavrador. Mais velho empregou-se num açougue, de onde saiu quando precisou amputar as pernas por complicações de diabetes. Sem emprego, contando apenas com a aposentadoria, vendia flores em cadeira de rodas à beira da estrada Rio-Santos. Foi abandonado pela primeira mulher, que levou sua única filha. A situação de Renné Senna ficou tão complicada que ele nem sequer tinha onde morar.

Os amigos descrevem Renné Senna como uma pessoa generosa mesmo nos tempos de dificuldades. Mesmo à beira da miséria, ele dava parte de sua pensão do INSS à filha, Renata, e ajudava como podia os seus onze irmãos. Vivia de favor numa casa no quintal de uma escola.

Foi nesta deprimente situação que ele conheceu Adriana Almeida, residente no mesmo bairro que ele em Rio Bonito, por quem se apaixonou. Segundo os amigos ele mantinha distância porque não se julgava à altura dela. Adriana tinha um salão de beleza e era cobiçada pelos homens do bairro, mas antes de casar com Renné Senna, sua vida financeira não ia bem. Fechou o salão de cabeleireiro porque não tinha dinheiro para pagar o aluguel do imóvel e passou a atender clientes em casa.

Em julho de 2005 Renné Senna viu sua vida mudar ao ganhar 52 milhões de reais na Mega-Sena. Logo comprou um quadriciclo de 19 mil reais, e deu imóveis aos irmãos. Depois do prêmio, tentou mudar de bairro e foi para o Recreio dos Bandeirantes, bairro nobre no Rio de Janeiro. Não se adaptou e voltou para Rio Bonito, que dizia ser o melhor lugar do mundo para viver. Construiu para si uma casa de 9 milhões de reais, onde acompanhava de perto a criação das 846 cabeças de gado e dos 12 cavalos. Andava com seguranças porque tinha medo de sequestro, mas não mudou seus hábitos. Continuava bebendo nos bares de Rio Bonito e conversando com os antigos amigos. “O Renné Senna era um santo. Tinha gente que se aproveitava disso”, disse Olívio Ferreira, comerciante do centro de Rio Bonito. Segundo ele, não era raro alguém, depois de uma conversa com Renné Senna, sair com R$ 10 mil.

Já Adriana mudou completamente depois do casamento com Renné Senna, em 2006: parou de trabalhar e passou a circular em um automóvel Mercedes-Benz, sempre acompanhada por seguranças. Passava boa parte do tempo em uma academia de ginástica. Colocou silicone nos lábios, pintou os cabelos de louro e, quando foi presa, usava óculos imensos e se vestia como um clone de Daniella Cicarelli. Segundo um ex-funcionário da fazenda, Adriana obrigou Renné Senna a demitir os trabalhadores e contratar outros seguranças. Parentes dela foram empregados com salários de R$ 5 mil para funções banais na fazenda. “Enquanto isso ela não deixava nem os parentes dele irem lá”, afirmou o ex-funcionário.

Por Adriana, Renné Senna modificou seu testamento. Os onze irmãos e a filha, antes os únicos beneficiários, passaram a ter de dividir com ela a herança em caso de morte. Quatro dias antes do crime, Renné Senna, em consulta habitual ao gerente do banco onde tinha tinha o dinheio depositado, descobriu que Adriana havia sacado R$ 300 mil da conta conjunta do casal para comprar uma cobertura em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio. Sem saber da negociação e desconfiado da infidelidade da mulher, Renné Senna teria iniciado uma discussão, que resultou na saída da viúva de casa no dia seguinte. Ele teria avisado que retiraria o nome dela do testamento.

Em 07/01/2007, Renné Senna estava no bar do Penco sem seguranças, próximo à fazenda, quando dois homens encapuzados chegaram numa moto e o carona atirou em Renné Senna, matando-o instantaneamente. As balas acertaram a nuca, a têmpora esquerda, o olho esquerdo e o queixo do milionário. A possibilidade de assalto foi descartada pela polícia, já que os assassinos deixaram o relógio e o anel de ouro que Renné Senna levava. Sua pochete, porém, foi roubada pelos bandidos. No dia do crime, surgiram as primeiras acusações contra a viúva, vinda da família do morto: ela havia passado o réveillon com seu amante numa cobertura em Arraial do Cabo.

O policial militar Anderson Souza foi beneficiado com a progressão de regime um ano após a condenação a 18 anos pelo assassinato do ganhador da Mega Sena Renné Senna, em Rio Bonito (RJ). Souza cumpre agora a pena em regime semiaberto e tem o direito de sair do presídio pela manhã e voltar à unidade para dormir. 

Ele cumpre pena na penitenciária Plácido de Sá Carvalho, em Bangu. "Ele já cumpria prisão dois anos antes do julgamento, ou seja, já havia cumprido os três anos", explicou o advogado Maurício Neville. Ele foi condenado a homicídio triplamente qualificado por ter atirado em Senna, para quem trabalhava como segurança particular. 
 
Os disparos foram efetuados por Souza, que fugiu na garupa de uma motocicleta dirigida por Ednei Gonçalves, que ainda está preso. A acusada de ser a mandante do crime e viúva do milionário, Adriana Almeida, e mais três pessoas, ainda aguardavam o julgamento em liberdade.
 
Após cinco dias de julgamento, a cabeleireira Adriana Almeida, que era acusada de planejar a morte do marido René Sena, ex-lavrador que ficou milionário após ganhar o prêmio da Mega-Sena em 2005, foi absolvida na madrugada de sábado (3-12-2011). A sentença foi lida pela juíza Roberta dos Santos Braga Costa, no Tribunal do Júri (TJ), no Fórum de Rio Bonito, na Baixada Litorânea do Rio de Janeiro. 
 
A promotora de Justiça Priscila Naegele pediu a absolvição, por falta de provas, dos outros três acusados que estavam sendo julgados: Janaína Silva de Oliveira da Costa, Ronaldo Amaral de Oliveira e Marco Antônio Vicente, que também foram absolvidos pelo Conselho de Sentença. 
 
O julgamento dos quatro réus durou cinco dias e foram ouvidas 17 testemunhas. Os outros réus do processo, Anderson Silva de Souza e Ednei Gonçalves Pereira, já haviam sido julgados. Eles foram condenados, em 2009, a 18 anos de prisão pelo assassinato de Renné.
 

A viúva Adriana Almeida acusada de envolvimento na morte de Renné Senna

Renné Senna ganhador da Mega Sena foi assassinado em um bar, Rio Bonito - RJ,  em 07/01/2007.

O policial militar Anderson Souza foi beneficiado com a progressão de regime um ano após a condenação a 18 anos pelo assassinato do ganhador da Mega Sena Renné Senna, em Rio Bonito (RJ). Souza cumpre agora a pena em regime semiaberto e tem o direito de sair do presídio pela manhã e voltar à unidade para dormir. 

Ele cumpre pena na penitenciária Plácido de Sá Carvalho, em Bangu. "Ele já cumpria prisão dois anos antes do julgamento, ou seja, já havia cumprido os três anos", explicou o advogado Maurício Neville. Ele foi condenado a homicídio triplamente qualificado por ter atirado em Senna, para quem trabalhava como segurança particular. 
 
Os disparos foram efetuados por Souza, que fugiu na garupa de uma motocicleta dirigida por Ednei Gonçalves, que ainda está preso. A acusada de ser a mandante do crime e viúva do milionário, Adriana Almeida, e mais três pessoas, ainda aguardavam o julgamento em liberdade.
 
Após cinco dias de julgamento, a cabeleireira Adriana Almeida, que era acusada de planejar a morte do marido René Sena, ex-lavrador que ficou milionário após ganhar o prêmio da Mega-Sena em 2005, foi absolvida na madrugada de sábado (3-12-2011). A sentença foi lida pela juíza Roberta dos Santos Braga Costa, no Tribunal do Júri (TJ), no Fórum de Rio Bonito, na Baixada Litorânea do Rio de Janeiro. 
 
A promotora de Justiça Priscila Naegele pediu a absolvição, por falta de provas, dos outros três acusados que estavam sendo julgados: Janaína Silva de Oliveira da Costa, Ronaldo Amaral de Oliveira e Marco Antônio Vicente, que também foram absolvidos pelo Conselho de Sentença. 
 
O julgamento dos quatro réus durou cinco dias e foram ouvidas 17 testemunhas. Os outros réus do processo, Anderson Silva de Souza e Ednei Gonçalves Pereira, já haviam sido julgados. Eles foram condenados, em 2009, a 18 anos de prisão pelo assassinato de Renné.
 


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Lucimara Alvaras em 16/01/2012 10:43
Por isso que ás vezes é bem melhor ser pobre...

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