Maristela Ferreira Just foi assassinada pelo ex marido que também atirou contra os 2 filhos do casal e o cunhado, Jaboatão dos Guararapes, em 04/04/1989.
Ele se trancou com a mulher e os filhos num dos quartos da casa e deu 3 tiros em Maristela Ferreira Just, um tiro na cabeça do filho, então com 2 anos, outro no ombro da filha, de 3 anos, e ainda deixou baleado o cunhado Ulisses Ferreira Just, quando ele tentava socorrer a irmã e os sobrinhos.
A autoria do crime foi confessada pelo acusado e reforçada por testemunhas. O processo, em tramitação desde 1989, teve instrução tumultuada, frisando que os defensores públicos se esquivaram a comparecer a audiênciase muitas delas não foram realizadas. Em outras ocasiões, as testemunhas arroladas foram inquiridas por até 3 vezes.
Após 21 anos de espera o caso vai a juri popular em 13/05/2010 na 1ª Vara do Fórum de Jaboatão dos Guararapes-PE, a partir das 9h se estendendo até 19h. A família aguarda com muitas expectativas o resultado desse caso, e com muita fé espera que a justiça seja feita.
O comerciante José Ramos Lopes Neto, é acusado de assassinar a ex-mulher Maristela Ferreira Just e de tentar matar o cunhado Ulisses Just e ainda os próprios filhos Nathália e Zaldo Neto, então com quatro e dois anos de idade, respectivamente.
O crime - José Ramos estava separado da mulher, a universitária Maristela Ferreira Just, mas não se conformava com a situação. Segundo o relatório do juiz da 1ª Vara do Júri de Jaboatão dos Guararapes, o crime ocorreu por volta das 19h30 do dia 4 de abril de 1989. O acusado e a ex-esposa tinham levado o filho Zaldo ao médico e, ao retornar à casa do sogro, em Piedade, o réu insistiu para que o casal voltasse a viver junto. Maristela Just não aceitou.
O julgamento que estava marcado para o dia 13/05/2010 foi adiado , mais uma vez, porque o réu e o advogado de defesa não compareceram. Ficou marcado uma nova data, dia 01/06/2010.
O comerciante José Ramos Lopes Neto, acusado de matar a ex-mulher, Maristela Just, e atirar nos filhos e no ex-cunhado, foi condenado a 79 anos de reclusão em regime fechado. O Júri aconteceu nesta terça-feira, 1° de junho de 2010, no Fórum de Jaboatão dos Guararapes. A juíza Inês Maria de Albuquerque, da Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão, presidiu o julgamento. O réu foi condenado por maioria de votos pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio qualificado. A defesa ainda pode recorrer da decisão.



O comerciante José Ramos Lopes Neto, acusado de matar a ex-mulher, Maristela Just, e atirar nos filhos e no ex-cunhado, foi condenado a 79 anos de reclusão em regime fechado. O Júri aconteceu nesta terça-feira, 1° de junho de 2010, no Fórum de Jaboatão dos Guararapes. A juíza Inês Maria de Albuquerque, da Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão, presidiu o julgamento. O réu foi condenado por maioria de votos pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio qualificado. A defesa ainda pode recorrer da decisão.
O acusado continua foragido.