Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Maristela Ferreira Just (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 04/04/1989

Localização: Jaboatão dos Guararapes (PE)

Data de Nascimento: 00/00/1964 (25 anos)

Data de Falecimento: 04/04/1989

Sexo: Feminino Feminino
 

Maristela Ferreira Just, 25 anos, foi assassinada pelo ex marido que também atirou contra os 2 filhos do casal e o cunhado, Jaboatão dos Guararapes, em 04/04/1989.

 
Ele se trancou com a mulher e os filhos num dos quartos da casa e deu 3 tiros em Maristela Ferreira Just, um tiro na cabeça do filho, então com 2 anos, outro no ombro da filha, de 3 anos, e ainda deixou baleado o cunhado Ulisses Ferreira Just, quando ele tentava socorrer a irmã e os sobrinhos.
 
A autoria do crime foi confessada pelo acusado e reforçada por testemunhas. O processo, em tramitação desde 1989, teve instrução tumultuada, frisando que os defensores públicos se esquivaram a comparecer a audiências e muitas delas não foram realizadas. Em outras ocasiões, as testemunhas arroladas foram inquiridas por até 3 vezes.
 
Após 21 anos de espera o caso foi à juri popular em 13/05/2010 na 1ª Vara do Fórum de Jaboatão dos Guararapes-PE o comerciante José Ramos Lopes Neto, acusado de matar a ex-mulher, Maristela Just, e atirar nos filhos e no ex-cunhado, foi condenado a 79 anos de reclusão em regime fechado. 
A juíza Inês Maria de Albuquerque, da Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão, presidiu o julgamento. O réu foi condenado por maioria de votos pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio qualificado.

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido para anular o julgamento de José Ramos Lopes Neto, condenado a 79 anos de prisão por assassinar a ex-esposa Maristela Just e tentar matar os dois filhos - na época com 2 e 4 anos - em 1989, em Jaboatão dos Guararapes (PE). A decisão foi tomada no dia 1º de março de 2013 e divulgada em 08/03 pela assessoria do tribunal.
 
Ele está preso desde outubro do ano passado. Lopes Neto era considerado foragido desde o seu julgamento à revelia, em junho de 2010, e foi preso mais de dois anos depois enquanto tentava visitar familiares no Recife.
 
Por Sandra Domingues com informações do Diário de Pernambuco e G1

Maristela Ferreira Just, 25 anos, foi assassinada pelo ex marido que também atirou contra os 2 filhos do casal e o cunhado, Jaboatão dos Guararapes, em 04/04/1989.

Ele se trancou com a mulher e os filhos num dos quartos da casa e deu 3 tiros em Maristela Ferreira Just, um tiro na cabeça do filho, então com 2 anos, outro no ombro da filha, de 3 anos, e ainda deixou baleado o cunhado Ulisses Ferreira Just, quando ele tentava socorrer a irmã e os sobrinhos.
 
A autoria do crime foi confessada pelo acusado e reforçada por testemunhas. O processo, em tramitação desde 1989, teve instrução tumultuada, frisando que os defensores públicos se esquivaram a comparecer a audiências e muitas delas não foram realizadas. Em outras ocasiões, as testemunhas arroladas foram inquiridas por até 3 vezes.
 
Após 21 anos de espera o caso foi à juri popular em 13/05/2010 na 1ª Vara do Fórum de Jaboatão dos Guararapes-PE o comerciante José Ramos Lopes Neto, acusado de matar a ex-mulher, Maristela Just, e atirar nos filhos e no ex-cunhado, foi condenado a 79 anos de reclusão em regime fechado. 
A juíza Inês Maria de Albuquerque, da Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão, presidiu o julgamento. O réu foi condenado por maioria de votos pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio qualificado.
 
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido para anular o julgamento de José Ramos Lopes Neto, condenado a 79 anos de prisão por assassinar a ex-esposa Maristela Just e tentar matar os dois filhos - na época com 2 e 4 anos - em 1989, em Jaboatão dos Guararapes (PE). A decisão foi tomada no dia 1º de março de 2013 e divulgada em 08/03 pela assessoria do tribunal.
 
Ele está preso desde outubro do ano passado. Lopes Neto era considerado foragido desde o seu julgamento à revelia, em junho de 2010, e foi preso mais de dois anos depois enquanto tentava visitar familiares no Recife.
 
Por Sandra Domingues com informações do Diário de Pernambuco e G1


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Michela Spencer Sá em 02/02/2015 22:37
Lembro do caso e admiro a luta de Nathália e Zaldo em por o Zé Ramos na cadeia! Que a justiça seja feita, pois a Divina não falhará!


Roseli Cardoso em 24/12/2012 18:23
Gente nos EUA um monstro desses seria condenado a prisao perpétua já no Brasil nao da nada é como se matasse um bicho qualquer.

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