Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Lewdo Ricardo Coelho Severino (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 11/11/2014

Localização: Fortaleza (CE)

Data de Nascimento: 14/01/2005 (9 anos)

Data de Falecimento: 11/11/2014

Sexo: Masculino Masculino
 
O pequeno Lewdo Ricardo Coelho Severino, de apenas 9 anos, que era autista, foi morto, envenenado com chumbinho, colocado no sorvete, pela própria mãe, Cristiane Renata Coelho. Além de matar o filho envenenado, Cristiane também envenenou o marido, o subtenente do Exército Francileudo Bezerra Severino. Os viu agonizar e quando estava certa de que estavam mortos chamou o resgate. Com a chegada da polícia, uma vez que o subtenente ainda estava vivo, foi dado a ele voz de prisão, mesmo em coma, diante das falsas acusações da esposa, que imputou a esse a autoria do crime, ocorrido na madrugada de 11/11/2014, no bairro Dias Macedo, em Fortaleza-CE.
 
O inquérito policial, presidido pelo delegado Dr. Wilder Brito, foi finalizado e entregue ao Ministério Público no dia 27 de abril, sendo Cristiane indiciada por matar um dos filhos do casal e tentar assassinar o marido. No dia 04 de maio promotor de Justiça Humberto Ibiapina a pronunciou e no dia 07 a juíza Daniela Lima da Rocha, da 3ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, em Fortaleza  acatou a denuncia e expediu o mandado de prisão. Cristiane foi presa no dia 08 de maio de 2015, atualmente, está no presídio feminino Auri Moura Costa, em Itaitinga e deve aguardar o julgamento presa.

Em 22/07/2015 aconteceu a 2ª oitiva de testemunhas e o juiz tem um prazo de 5 dias para decidir se a acusada será pronunciada à júri popular.

Cristiane Renata Coelho responderá por homicídio e tentativa de homicídio triplamente qualificados e pode pegar de 12 a 30 anos de prisão, em regime fechado.

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Amigos e familiares do Subtenente Francileudo Bezerra Severino na 2ª Oitiva para ouvir testemunhas, realizada em 22/07/2015, em Fortaleza.

Artes: Solange Vieira 

O pequeno Lewdo Ricardo Coelho Severino, de apenas 9 anos, que era autista, foi morto, envenenado com chumbinho, colocado no sorvete, pela própria mãe, Cristiane Renata Coelho. Além de matar o filho envenenado, Cristiane também envenenou o marido, o subtenente do Exército Francileudo Bezerra Severino. Os viu agonizar e quando estava certa de que estavam mortos chamou o resgate. Com a chegada da polícia, uma vez que o subtenente ainda estava vivo, foi dado a ele voz de prisão, mesmo em coma, diante das falsas acusações da esposa, que imputou a esse a autoria do crime, ocorrido na madrugada de 11/11/2014, no bairro Dias Macedo, em Fortaleza-CE.
 
O inquérito policial, presidido pelo delegado Dr. Wilder Brito, foi finalizado e entregue ao Ministério Público no dia 27 de abril, sendo Cristiane indiciada por matar um dos filhos do casal e tentar assassinar o marido. No dia 04 de maio promotor de Justiça Humberto Ibiapina a pronunciou e no dia 07 a juíza Daniela Lima da Rocha, da 3ª Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, em Fortaleza  acatou a denuncia e expediu o mandado de prisão. Cristiane foi presa no dia 08 de maio de 2015, atualmente, está no presídio feminino Auri Moura Costa, em Itaitinga e deve aguardar o julgamento presa.
 
Cristiane Renata Coelho responderá por homicídio e tentativa de homicídio triplamente qualificados e pode pegar de 12 a 30 anos de prisão, em regime fechado.


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Sandra Domingues em 23/07/2015 12:48
Alguns dos motivos pelos quais a assassina deve ser pronunciada à júri popular: - Cristiane articulou, planejou e premeditou o crime contra o marido e o filho; - Envenenou a criança e o marido com chumbinho; - Viu a criança agonizar e morrer e não fez nada para salvá-lo; - Se autoflagelou para imputar ao marido a autoria do crime; - Mentiu para a polícia e em depoimentos; - Alegou que foi obrigada a ingerir vinho e tranquilizantes, quando os laudos apontam ela não ingeriu uma gota sequer da medicação ou do produto alcoólico; - Dificultou o trabalho da polícia e da perícia; - Não colaborou com as investigações, visto que faltou em audiências, destruiu e forjou provas... Queremos que a assassina aguarde o julgamento presa, seja julgada, condenada e cumpra o tempo de pena determinada, sem brechas, sem atenuantes, pois para o pequeno Lewdinho não foi dada uma segunda chance. QUEREMOS JUSTIÇA POR LEWDO E LEWDINHO!

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