Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Eduardo Jesus Ferreira (Bala Perdida)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 02/04/2015

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/2005 (10 anos)

Data de Falecimento: 02/04/2015

Sexo: Masculino Masculino
 

O menino Eduardo de Jesus Ferreira, de 10 anos, foi vítima fatal de um tiro na cabeça durante uma operação do Batalhão de Choque da Polícia Militar, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em 02/04/2015. Eduardo brincava no celular na porta de casa quando foi baleado. 

A doméstica Terezinha Maria de Jesus, de 40 anos, diz não ter dúvida de que foi um policial militar do Batalhão de Choque que matou seu filho, ela afirma ainda que foi ameaçada pelo mesmo policial ao cobrar o crime.
 
“Eu marquei a cara dele. Eu nunca vou esquecer o rosto do PM que acabou com a minha vida. Quando eu corri para falar com ele, ele apontou a arma para mim. Eu falei ‘pode me matar, você já acabou com a minha vida’”, contou.
Terezinha disse que estava sentada na sala de casa, assistindo televisão quando viu o filho ser morto. “Ele estava sentado no sofá comigo. Foi questão de segundos. Ele saiu e sentou no batente da porta. Teve um estrondo e, quando olhei, parte do crânio do meu filho estava na sala e ele caído lá embaixo morto”, relembrou.
 
De acordo com moradores do Conjunto de Favelas que prestaram depoimentos na Divisão de Homicídios (DH), policiais recolheram cápsulas de balas que estavam junto ao corpo logo após a morte de Eduardo.
 
Na perícia realizada poucas horas após a morte do menino, especialistas da DH e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) não encontraram cartuchos, cápsulas e nem mesmo o projétil que perfurou a cabeça de Eduardo. Esse sumiço reforça a versão de testemunhas sobre a suposta ocultação de provas por parte de PMs e também coloca em xeque o teor dos depoimentos dos policiais, que afirmaram ter havido uma intensa troca de tiros no local.
 
A Divisão de Homicídios da Polícia Civil deve fazer uma reconstituição para tentar identificar de onde partiu o tiro que matou Eduardo. Os oito policiais investigados estão lotados no Batalhão de Choque, e todos negaram ter atingido o menino.
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1

José Maria Ferreira de Sousa e Terezinha Maria de Jesus, pais do menino Eduardo de Jesus, de 10 anos, mostram foto da criança (Foto: Fábio Gonçalves/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

O menino Eduardo de Jesus Ferreira, de 10 anos, foi vítima fatal de um tiro na cabeça durante uma operação do Batalhão de Choque da Polícia Militar, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em 02/04/2015. Eduardo brincava no celular na porta de casa quando foi baleado.

De acordo com moradores do Conjunto de Favelas que prestaram depoimentos na Divisão de Homicídios (DH), policiais recolheram cápsulas de balas que estavam junto ao corpo logo após a morte de Eduardo.

Na perícia realizada poucas horas após a morte do menino, especialistas da DH e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) não encontraram cartuchos, cápsulas e nem mesmo o projétil que perfurou a cabeça de Eduardo. Esse sumiço reforça a versão de testemunhas sobre a suposta ocultação de provas por parte de PMs e também coloca em xeque o teor dos depoimentos dos policiais, que afirmaram ter havido uma intensa troca de tiros no local.
 
A Divisão de Homicídios da Polícia Civil deve fazer uma reconstituição para tentar identificar de onde partiu o tiro que matou Eduardo. Os oito policiais investigados estão lotados no Batalhão de Choque, e todos negaram ter atingido o menino.


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Vinicius em 28/06/2016 19:30
Descanse em paz.


Celia em 08/04/2015 21:22
Mais um anjo inocente,esperamos que no mínimo a #JUSTIÇA seja feita,porque a #VIDA dessa mãe, já teve um começo do #FIM.

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