Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Adriana Moura da Rocha Machado (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 25/05/2013

Localização: Cachambi (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1970 (43 anos)

Data de Falecimento: 25/05/2013

Sexo: Feminino Feminino
 
Adriana Rocha de Moura Machado, de 43 anos, atendente de uma cooperativa de táxi, foi morta pela filha de 17 anos, na noite de 25 de maio de 2013 em Cachambi, Zona Norte do Rio de Janeiro.
 
Mãe e filha sempre dormiram na mesma cama, numa casa simples da Rua Menezes Vieira, no Cachambi, Zona Norte do Rio. Mas com a justificativa de querer mais liberdade com o namorado, a jovem de 17 anos não hesitou em matar com crueldade quem lhe trouxe ao mundo. Lutadora de muay thai, a adolescente aproveitou o sono da mãe para deixá-la inconsciente com um golpe de estrangulamento conhecido como “mata-leão”. Segundo a polícia, ainda no quarto e com a ajuda do namorado, Daniel Duarte Peixoto, de 20, usou um saco plástico para asfixiá-la até a morte. Em seguida, o casal foi a um posto de gasolina comprar um galão de álcool, voltou para casa, pôs o corpo no carro do rapaz e, num terreno baldio em Duque de Caxias, os dois completaram a barbaridade: atearam fogo em Adriana.
 
No dia seguinte, a jovem foi à 32ª DP (Taquara) registrar o desaparecimento da mãe. Acusou uma vizinha e disse, inclusive, que testemunhas teriam visto uma mulher com as características de Adriana ser levada para o alto do Morro do Urubu, em Pilares. Chegou a pegar R$ 60 emprestados com colegas de trabalho da mãe para procurá-la em hospitais. Mas, ao longo das investigações, o namorado e ela caíram em repetidas contradições. E quem poderia parecer ser vítima se tornou suspeita.
— Pedimos, então, a quebra do sigilo telefônico dos dois e conseguimos imagens de câmeras de segurança que mostravam o deslocamento do carro do Daniel para Caxias no dia do desaparecimento. Ao chamar a jovem e o namorado para um novo depoimento sobre o suposto desaparecimento, apresentamos as provas que tínhamos contra eles, e o casal acabou confessando o crime. Posso afirmar: ela é a mentora da morte da mãe. É uma pessoa fria e calculista. Em nenhum momento chorou, agiu como se tivesse matado um inseto — afirmou o delegado Antonio Ricardo Nunes, titular da 32ª DP.
 
O corpo de Adriana tinha sido encontrado no último dia 29. E só pôde ser reconhecido pela arcada dentária. Já a confissão dos dois aconteceu anteontem. Aos investigadores, a adolescente contou que, na quarta-feira anterior ao crime, a mãe havia proibido Daniel de entrar em sua casa. Adriana não teria gostado de o rapaz ter rasgado, por ciúmes, uma foto da jovem com um parente. Então, disse a adolescente em depoimento, ela teria tido a ideia de matar a mãe. Daniel não teria concordado inicialmente, mas logo aceitou. Além disso, a polícia investiga uma outra possível motivação: um seguro de vida de R$ 15 mil de Adriana, com a filha como beneficiária. E a avó da garota, Solange Rocha Machado, acrescenta outra versão, de que Daniel teria feito ameaças após a discussão por causa da foto:
— Ele disse para minha neta: ‘vou matar sua mãe’. Adriana e a filha tinham uma relação muito boa, dormiam todas as noites juntas. Só discutiram porque a Adriana não queria o namoro com o Daniel, que tinha começado há quatro meses.
 
O delegado informou ainda que Daniel pode pegar de 20 a 30 anos de prisão. “Nós solicitamos que eles comparecessem ao terreno de Duque de Caxias e não temos dúvida que ela quem planejou e ela quem fez o que conhecemos como ‘mata-leão’”, afirmou Nunes.
A menor foi levada para o Degase e o rapaz para a Polinter. Ambos responderão por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.
O delegado quebrou o sigilo telefônico do casal, viu câmeras da secretaria de segurança e ouviu testemunhas. Na delegacia, Daniel negou o assassinato e disse que apenas ajudou a namorada a se desfazer do corpo. Ele também disse estar arrependido por sua participação no crime.  A menor confessou ao delegado que planejou e executou o crime sozinha e afirmou que o namorado a ajudou a levar o corpo.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Jornal O Globo

Adriana Rocha de Moura Machado, de 43 anos, atendente de uma cooperativa de táxi, foi morta pela filha de 17 anos, na noite de 25 de maio de 2013 em Cachambi, Zona Norte do Rio de Janeiro.
 
Mãe e filha sempre dormiram na mesma cama, numa casa simples da Rua Menezes Vieira, no Cachambi, Zona Norte do Rio. Mas com a justificativa de querer mais liberdade com o namorado, a jovem de 17 anos não hesitou em matar com crueldade quem lhe trouxe ao mundo. Lutadora de muay thai, a adolescente aproveitou o sono da mãe para deixá-la inconsciente com um golpe de estrangulamento conhecido como “mata-leão”. Segundo a polícia, ainda no quarto e com a ajuda do namorado, Daniel Duarte Peixoto, de 20, usou um saco plástico para asfixiá-la até a morte. Em seguida, o casal foi a um posto de gasolina comprar um galão de álcool, voltou para casa, pôs o corpo no carro do rapaz e, num terreno baldio em Duque de Caxias, os dois completaram a barbaridade: atearam fogo em Adriana.
 
O delegado informou ainda que Daniel pode pegar de 20 a 30 anos de prisão. “Nós solicitamos que eles comparecessem ao terreno de Duque de Caxias e não temos dúvida que ela quem planejou e ela quem fez o que conhecemos como ‘mata-leão’”, afirmou Nunes.
A menor foi levada para o Degase e o rapaz para a Polinter. Ambos responderão por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.
O delegado quebrou o sigilo telefônico do casal, viu câmeras da secretaria de segurança e ouviu testemunhas. Na delegacia, Daniel negou o assassinato e disse que apenas ajudou a namorada a se desfazer do corpo. Ele também disse estar arrependido por sua participação no crime.  A menor confessou ao delegado que planejou e executou o crime sozinha e afirmou que o namorado a ajudou a levar o corpo.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Jornal O Globo e G1


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