Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Dario Luiz Scherner (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 27/12/1991

Localização: Cuiaba (MT)

Data de Nascimento: 00/00/1946 (45 anos)

Data de Falecimento: 27/12/1991

Sexo: Masculino Masculino
 

Dario Luiz Scherner, de 45 anos, e o filho dele, Pedro César Scherner, de 17 foram assassinados em 27 de dezembro de 1991 em Cuiabá-MT e 22 anos depois o caso permanece impune.

Depois de 22 anos do crime, Francisco de Assis Vieira Lucena, hoje com 55 anos, acusado de matar Dario Luiz Scherner, de 45 anos, e o filho dele, Pedro César Scherner, de 17, teve recurso negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele havia protocolado recurso especial pedindo a desqualificação do crime de duplamente qualificado para simples, mas a Justiça rejeitou. Agora, a família das vítimas cobra agilidade no julgamento do acusado, preso em 2008 após 17 anos do crime.
 
Do ocorrido:
 
O duplo homicídio ocorreu em 1991 em uma oficina, de propriedade do réu, na Avenida Prainha, em Cuiabá, por motivo fútil, conforme o Ministério Público Estadual (MPE). O acusado efetuou os disparos depois que Pedro, filho mais novo da família Scherner, foi à oficina para fazer manutenção no veículo. A irmã dele, Giovana Scherner, disse que o valor do serviço já havia sido estabelecido por telefone, mas quando Pedro chegou à oficina o suspeito havia dobrado o valor do orçamento.
Então, Pedro falou que não tinha a quantia que o dono da oficina queria e disse que iria desistir do conserto, porém, o suspeito obrigou a vítima a fazer o serviço. Diante disso, a vítima entrou em contato com o pai, que foi até o local para tentar resolver a situação. Durante uma discussão, o acusado sacou a arma e disparou dois tiros em Dario. Ao tentar defender o pai, Pedro também foi atingido por dois disparos. "Várias pessoas viram ele [acusado] saindo do local com a arma na mão. Ele fugiu no carro dele", contou Giovana.
 
O julgamento do réu estava impedido de ser agendado por conta desse recurso, que foi negado em 16/04/2013. "Não há mais nenhum impedimento para marcar esse julgamento. O julgamento deveria ser marcado para dezembro do ano passado, mas ele ingressou com esse recurso", disse Giovana. O acusado já ingressou com três recursos no STJ e dois no Supremo Tribunal Federal (STF), mas todos foram negados. Ele está preso na Penitenciária Central do Estado, na capital.
 
Depois de 17 anos foragido da Justiça, o acusado foi localizado usando identidade falsa em Osasco, interior de São Paulo.
O crime ganhou repercussão nacional ao passar no programa “Linha Direta”, da Rede Globo. A reportagem mostra detalhes da vida da família momentos antes do crime. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1

Dario Luiz Scherner, de 45 anos, e o filho dele, Pedro César Scherner, de 17 foram assassinados em 27 de dezembro de 1991 em Cuiabá-MT e 22 anos depois o caso permanece impune.

O duplo homicídio ocorreu em 1991 em uma oficina, de propriedade do réu, na Avenida Prainha, em Cuiabá, por motivo fútil, conforme o Ministério Público Estadual (MPE). O acusado efetuou os disparos depois que Pedro, filho mais novo da família Scherner, foi à oficina para fazer manutenção no veículo. A irmã dele, Giovana Scherner, disse que o valor do serviço já havia sido estabelecido por telefone, mas quando Pedro chegou à oficina o suspeito havia dobrado o valor do orçamento.
 
Depois de 22 anos do crime, Francisco de Assis Vieira Lucena, hoje com 55 anos, acusado de matar Dario Luiz Scherner, de 45 anos, e o filho dele, Pedro César Scherner, de 17, teve recurso negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele havia protocolado recurso especial pedindo a desqualificação do crime de duplamente qualificado para simples, mas a Justiça rejeitou. Agora, a família das vítimas cobra agilidade no julgamento do acusado, preso em 2008 após 17 anos do crime.
 
Depois de 17 anos foragido da Justiça, o acusado foi localizado usando identidade falsa em Osasco, interior de São Paulo.
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1


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