Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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João Felipe Eiras Santana Bichara (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 25/03/2013

Localização: Barra do Piraí (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/2007 (6 anos)

Data de Falecimento: 25/03/2013

Sexo: Masculino Masculino
 

O corpo do pequeno João Felipe Eiras Santana Bichara, de apenas seis anos, foi encontrado, na noite de 25/03/2013, por policiais do 10º Batalhão da Polícia Militar (BPM). Ele estava desaparecido desde a tarde do dia 25, quando foi pego por um estranho, na porta da escola particular em que estudava, no bairro Centro, em Barra do Piraí, na Região Sul Fluminense.

A principal suspeita de cometer o crime, Suzana de Oliveira, de 23 anos, e que era manicure da mãe da vítima, foi detida na 88ª Delegacia Legal de Polícia Civil de Barra do Piraí e transferida no dia seguinte para  o Complexo penitenciário de Bangu.
 
Segundo o delegado Mário Omena, da 88.ª Delegacia de Polícia (Barra do Piraí), Suzana teria ligado para o colégio se passando por uma tia do garoto, dizendo que ia buscá-lo porque ele tinha uma consulta médica. Ela foi à escola de táxi. "Quando estava perto do colégio, ela simulou que estava falando ao celular e pediu ao taxista para pegar o garoto. Em seguida, o taxista os levou ao Hotel São Luiz, no centro da cidade, onde Suzana asfixiou o menino até a morte com uma toalha no rosto", contou o delegado.
 
Segundo Omena, cerca de 20 minutos depois de dar entrada, Suzana saiu do hotel carregando o menino nos braços, como se ele estivesse dormindo. Ela pegou outro táxi e voltou para sua casa, na Rua Cristiano Otoni, também no centro. Lá, a manicure despiu o menino e o colocou dentro de uma mala. Depois, saiu para confortar Aline, mãe de João Felipe.
 
Àquela altura, os pais do garoto já sabiam que ele havia sido pego na escola por um homem de cerca de 25 anos, que trajava bermuda (o taxista), e haviam feito um registro de sequestro na 88ª DP. A família da criança, que é dona de uma imobiliária na cidade, usou o perfil da empresa no Facebook para pedir informações sobre o paradeiro de João Felipe. O caso rapidamente provocou comoção na cidade.
 
O recepcionista do Hotel São Luiz viu a repercussão na internet. Ele lembrou-se do menino que saiu do local supostamente dormindo nos braços de uma mulher, e ligou para o taxista que a levou em casa. O taxista, então, ligou para a emergência da PM, comunicando o fato. Policiais militares do 10.º Batalhão foram à casa de Suzana, onde encontraram o corpo de João Felipe dentro de uma mala. A manicure, que naquele momento estava na residência dos pais da criança confortando o casal, foi presa e levada à 88.ª DP.
 
"Informalmente, Suzana confessou o crime, mas disse que só vai se manifestar oficialmente em juízo. Ela contou que frequentava a casa do menino há 3 anos, já que era manicure e amiga de Aline. Também alegou que tinha um caso com Heraldo (Bichara de Souza Júnior, pai de João Felipe) há um ano e meio, e que ele a estava perseguindo. A mulher afirmou que inicialmente pretendia só dar um susto na criança, mas como ele a conhecia e ia entregá-la, decidiu matá-lo", explicou o delegado.
 
"Não tenho dúvidas de que ela premeditou tudo. Além disso, esse suposto relacionamento pode estar na cabeça dela. Pode ser até mesmo uma rejeição por parte do pai. Para desvendar o real motivo do crime, ainda preciso ouvir o depoimento dos pais do menino, que estão em estado de choque". Suzana foi presa em flagrante e indiciada por homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, meio cruel e emboscada) e ocultação de cadáver. 
 
O crime chocou a cidade e toda a região, e também já está tendo repercuções em níveis nacionais. Manifestantes se concentraram na frente da 88° DP de Barra Do Piraí, querendo "linchar" a assassina. 

A sentença de Suzana do Carmo de Oliveira, assassina confessa do menino João Felipe Bichara deve sair em janeiro de 2014. 
 
A informação foi divulgada na tarde de 13/11/2013 pelo juiz Maurilio Teixeira de Melo Junior, que presidiu a segunda audiência de instrução de julgamento da manicure, realizada no Fórum de Barra do Piraí (RJ). 
 
A manicure responde agora por extorsão mediante sequestro seguida de morte e não mais por homicídio triplamente qualificado. 
 
Alteração da acusação
 
A mudança produz dois resultados práticos. Um é em relação à pena, que no caso de homicídio varia de 12 a 30 anos; já a de extorsão com resultado em morte varia de 24 a 30 anos. Outro ponto é que no caso de extorsão, é o juiz que julga e fixa a pena, enquanto Suzana poderia ir a júri popular se respondesse por homicídio.
 
A alteração no crime pelo qual a manicure responde foi uma decisão do Ministério Público e da 1ª Vara Criminal de Barra do Piraí. Ela aconteceu pois, na audiência de agosto, a jovem confessou ter agido por dinheiro. Além disso, "foi considerado que as provas colhidas em audiência, aliadas às circunstâncias dos fatos e à prova documental, mostram que há justa causa para o recebimento do aditamento", informou comunicado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) divulgado em setembro. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do A Voz do Povo, Barra do Piraí e G1

Complexo penitenciário de Bangu : Suzana de Oliveira é ré confessa do assassinato de João Felipe

O corpo do pequeno João Felipe Eiras Santana Bichara, de apenas seis anos, foi encontrado, na noite de 25/03/2013, por policiais do 10º Batalhão da Polícia Militar (BPM). Ele estava desaparecido desde a tarde do dia 25, quando foi pego por um estranho, na porta da escola particular em que estudava, no bairro Centro, em Barra do Piraí, na Região Sul Fluminense.

A principal suspeita de cometer o crime, Suzana de Oliveira, e que era manicure da mãe da vítima, foi detida na 88ª Delegacia Legal de Polícia Civil de Barra do Piraí e transferida no dia seguinte para  o Complexo penitenciário de Bangu.

O crime chocou a cidade e toda a região, e também já está tendo repercuções em níveis nacionais. Manifestantes se concentraram na frente da 88° DP de Barra Do Piraí, querendo "linchar" a assassina.

A sentença de Suzana do Carmo de Oliveira, assassina confessa do menino João Felipe Bichara deve sair em janeiro de 2014. 
 
A informação foi divulgada na tarde de 13/11/2013 pelo juiz Maurilio Teixeira de Melo Junior, que presidiu a segunda audiência de instrução de julgamento da manicure, realizada no Fórum de Barra do Piraí (RJ). 
 
A manicure responde agora por extorsão mediante sequestro seguida de morte e não mais por homicídio triplamente qualificado. 
 
Alteração da acusação
 
A mudança produz dois resultados práticos. Um é em relação à pena, que no caso de homicídio varia de 12 a 30 anos; já a de extorsão com resultado em morte varia de 24 a 30 anos. Outro ponto é que no caso de extorsão, é o juiz que julga e fixa a pena, enquanto Suzana poderia ir a júri popular se respondesse por homicídio.
 
A alteração no crime pelo qual a manicure responde foi uma decisão do Ministério Público e da 1ª Vara Criminal de Barra do Piraí. Ela aconteceu pois, na audiência de agosto, a jovem confessou ter agido por dinheiro. Além disso, "foi considerado que as provas colhidas em audiência, aliadas às circunstâncias dos fatos e à prova documental, mostram que há justa causa para o recebimento do aditamento", informou comunicado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) divulgado em setembro. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do A Voz do Povo, Barra do Piraí e G1


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