Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Ana Carolina Antoniolli (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 22/08/2012

Localização: Florianópolis (SC)

Data de Nascimento: 00/00/1992 (20 anos)

Data de Falecimento: 22/08/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

Ana Carolina Antoniolli, 20 anos, foi assassinada com 18 facadas, em agosto 22 de agosto de 2012, sendo o suspeito do crime o companheiro Pierre Reia, de 22 anos. 

Uma discussão entre os dois teve início por volta das 18h30, no apê 703 do edifício Small, na rua 1001, no centro do Balneário, em Santa Catarina. Durante a brigaceira, Ana levou três facadas no apê, mas conseguiu fugir do agressor pra outro apartamento. Ainda com a faca em mãos, o doido ameaçou os vizinhos, que sairam de perto do casal. Sozinho com Ana, Pierre conseguiu dar mais 15 golpes e esfaqueá-la até a morte. Segundo a polícia Civil, foram 18 facadas ao todo. 

Ana foi levada pelo serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao hospital Ruth Cardoso, mas morreu às 23h de ontem na casa de saúde. Pierre foi detido em flagrante pelos policiais Militares. Segundo os milicos, ele tava totalmente drogado e disse que matou a namorada porque ela tinha o traído em Caçador, onde eles moravam antes.

Após oito horas de júri popular, por volta das 22h, de 21/02/2013, Pierre Reia ouviu a decisão da maioria dos jurados através do juiz de Direito Roque Cerutti: Inocente 

Pierre foi absolvido da acusação de homicídio qualificado e saiu do tribunal do júri acompanhado de seus familiares. Na plateia também estavam familiares da vítima Ana Carolina Antoniolli.
 
O advogado de defesa, o criminalista Juliano Viana Maia, disse logo após a decisão, que se tratava de um processo difícil, mas que não ficou surpreso com a decisão. Segundo o advogado houve muitas falhas nas investigações e durante os depoimentos das testemunhas de acusação, mentiras e contradições.
 
Alguns erros supostamente cometidos pela acusação foram apontados pelo advogado, como não anexar aos autos as imagens do circuito interno das câmeras do edifício e não chamar para depor em plenário um dos proprietários do apartamento onde Ana Carolina foi encontrada morta.
Falhas essa que segundo o criminalista, levaram os jurados a decidir pela a absolvição de Pierre. “Na dúvida, eles o absolveram”, disse. Segundo o advogado Juliano, na noite dos fatos, Pierre disse que tinha sido expulso do apartamento e quando retornou, cerca de 10 minutos, encontrou a sua companheira morta.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Diarinho e Diário Caçadorense

Ana Carolina Antoniolli, 20 anos, foi assassinada com 18 facadas, em agosto 22 de agosto de 2012, sendo o suspeito do crime o companheiro Pierre Reia, de 22 anos. 

Uma discussão entre os dois teve início por volta das 18h30, no apê 703 do edifício Small, na rua 1001, no centro do Balneário, em Santa Catarina. Durante a brigaceira, Ana levou três facadas no apê, mas conseguiu fugir do agressor pra outro apartamento. Ainda com a faca em mãos, o doido ameaçou os vizinhos, que sairam de perto do casal. Sozinho com Ana, Pierre conseguiu dar mais 15 golpes e esfaqueá-la até a morte. Segundo a polícia Civil, foram 18 facadas ao todo. 

Ana foi levada pelo serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao hospital Ruth Cardoso, mas morreu às 23h de ontem na casa de saúde. Pierre foi detido em flagrante pelos policiais Militares. Segundo os milicos, ele tava totalmente drogado e disse que matou a namorada porque ela tinha o traído em Caçador, onde eles moravam antes.

Após oito horas de júri popular, por volta das 22h, de 21/02/2013, Pierre Reia ouviu a decisão da maioria dos jurados através do juiz de Direito Roque Cerutti: Inocente 

Pierre foi absolvido da acusação de homicídio qualificado e saiu do tribunal do júri acompanhado de seus familiares. Na plateia também estavam familiares da vítima Ana Carolina Antoniolli.
 
O advogado de defesa, o criminalista Juliano Viana Maia, disse logo após a decisão, que se tratava de um processo difícil, mas que não ficou surpreso com a decisão. Segundo o advogado houve muitas falhas nas investigações e durante os depoimentos das testemunhas de acusação, mentiras e contradições.
 
Alguns erros supostamente cometidos pela acusação foram apontados pelo advogado, como não anexar aos autos as imagens do circuito interno das câmeras do edifício e não chamar para depor em plenário um dos proprietários do apartamento onde Ana Carolina foi encontrada morta.
Falhas essa que segundo o criminalista, levaram os jurados a decidir pela a absolvição de Pierre. “Na dúvida, eles o absolveram”, disse. Segundo o advogado Juliano, na noite dos fatos, Pierre disse que tinha sido expulso do apartamento e quando retornou, cerca de 10 minutos, encontrou a sua companheira morta.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Diarinho e Diário Caçadorense


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