Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Rodrigo Paulo Neves Cardoso (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 07/02/2013

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 10/02/1983 (29 anos)

Data de Falecimento: 07/02/2013

Sexo: Masculino Masculino
 

O modelo, Rodrigo Paulo Neves Cardoso, de 29 anos, foi morto em um bar do Baixo Méier, no Subúrbio do Rio, na madrugada de 07 de fevereiro de 2013.

De acordo com a polícia, a vítima levou um tiro no peito de um policial militar, depois de uma discussão. O soldado PM teria atirado após uma discussão ente dois grupos: um que estaria em um trailler e outro em um bar, na esquina da Avenida Amaro Cavalcanti com a Rua Tenente Cerqueira Leite, em frente à estação de trens do Méier. O local reúne uma grande concentração de bares na região.

O soldado da PM André Felipe Aguiar Rebello trabalha na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Adeus/Baiana. O PM foi preso em flagrante e levado para a Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. O preso deve ser levado para o Complexo de Gericinó, em Bangu.

Muito abalada e chorando bastante, a mãe do modelo Rodrigo Paulo Neves Cardoso disse que está inconformada com a morte do filho. 

“Sei que a morte é uma coisa natural, mas da maneira que aconteceu com o meu filho, dói muito mais. Ele era meu filho único. A ficha realmente ainda não caiu”, disse Norma Cardoso na porta do Instituto Médico Legal (IML), onde o corpo da vítima aguardava liberação por volta das 10h.
 
Norma ainda disse não sabe exatamente como a discussão começou. "Me falaram que tudo começou numa brincadeira e terminou nessa tragédia. Não sei o que eu faço da minha vida agora”, lamentou a mãe, lembrando que o filho faria 30 anos no próximo domingo (10/02).
 
O corpo do modelo Rodrigo Paulo Neves Cardoso foi enterrado sob aplausos às 16h:30m, do dia 07/02, no Cemitério de Irajá, zona norte do Rio. Em sua página pessoal no Facebook, amigos deixaram muitas mensagens lamentando sua morte e trocaram suas fotos por imagens de luto. 
 
A Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou por meio de nota que vai abrir um procedimento apuratório para investigar o que levou o policial a atirar contra o modelo. O agente estava de folga, segundo a corporação.
 
O policial militar acusado de matar o modelo Rodrigo Paulo Neves Cardoso foi indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar, na tarde de 07/02. André Felipe Aguiar Rebello está preso administrativamente e teria alegado legítima defesa.
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1 e O Dia

O modelo, Rodrigo Paulo Neves Cardoso, de 29 anos, foi morto em um bar do Baixo Méier, no Subúrbio do Rio, na madrugada de 07 de fevereiro de 2013.

De acordo com a polícia, a vítima levou um tiro no peito de um policial militar, depois de uma discussão. O soldado PM teria atirado após uma discussão ente dois grupos: um que estaria em um trailler e outro em um bar, na esquina da Avenida Amaro Cavalcanti com a Rua Tenente Cerqueira Leite, em frente à estação de trens do Méier. O local reúne uma grande concentração de bares na região.

O soldado da PM André Felipe Aguiar Rebello trabalha na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Adeus/Baiana. O PM foi preso em flagrante e levado para a Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. O preso deve ser levado para o Complexo de Gericinó, em Bangu.

A Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou por meio de nota que vai abrir um procedimento apuratório para investigar o que levou o policial a atirar contra o modelo. O agente estava de folga, segundo a corporação.

O policial militar acusado de matar o modelo Rodrigo Paulo Neves Cardoso foi indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar, na tarde de 07/02. André Felipe Aguiar Rebello está preso administrativamente e teria alegado legítima defesa.

Por Sandra Domingues, com informações do G1 e O Dia



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Norma Neves Cardoso em 24/03/2014 20:03
Estou acordando do torpor da dor. O Ministério Público, no Rio de Janeiro, resolveu arquivar o processo por entender que o réu agiu em legítima defesa, contra alguém que não estava armado. Dói, dói muito a disfasatez com que julgam a morte de outréns. Isso é a JUSTIÇA??? Mais uma MÃE órfã que clama por Justiça. Abaixo a IMPUNIDADE reinante e o corporativismo existente. Há de ter alguma maneira de se quebrar tão fortes elos dessa corrente maléfica a sociedade. Norma Cardoso

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