Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Liliane de Assis Lopes (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 19/01/2013

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1991 (22 anos)

Data de Falecimento: 19/01/2013

Sexo: Feminino Feminino
 

A paraibana Liliane de Assis Lopes, 22 anos, foi assassinada na madrugada de 19 de janeiro de 2013 na avenida Senador Queiroz, na região central de São Paulo.

Quando os policiais militares chegaram ao local, a jovem ainda estava viva e foi socorrida para o Hospital Vergueiro. Às seis da manhã, a unidade médica anunciou a morte de Liliane, que foi atingida com seis tiros – quase todos nas costas.

O paraibano Ariel Charles Rodrigues de França, 29 anos, se entregou na tarde de 22/01/2013, à polícia do Estado de São Paulo. Ele é acusado de ter assassinado a ex-namorada, também paraibana, Liliane de Assis Lopes.

O crime foi desvendado por policiais civis integrantes da 8ª Delegacia de Polícia de São Paulo. O acusado teria dito as autoridades, que praticou o crime, pois não se conformava com o término do relacionamento. 
 
Uma amiga de Liliane teria dito em depoimento, que antes do crime, os ex-namorados haviam discutido. Ariel foi à Delegacia acompanhado de um advogado. 

Segundo a polícia, Ariel Charles Rodrigues de França teria matado Liliane por ciúmes e por causa de uma pensão alimentícia da filha. 

Imagens de uma câmera de segurança mostram que a vítima tentou se proteger atrás de um homem, quando o suspeito atirou pela primeira vez. Liliane e o homem caíram. O assassino ainda deu vários tiros na mulher e fugiu. O homem não se feriu.
 
Suspeito tem antecedentes criminais, de acordo com o delegado José Sampaio. “Ele já cumpriu uma pena de dois anos por receptação e também ficou 1 ano e 7 meses preso em uma prisão preventiva por homicídio”, declarou.
 
A polícia pediu na tarde de quarta-feira (23) a prisão preventiva do homem que confessou ter matado a ex-mulher. 
O assassino se apresentou na terça-feira (22) na delegacia, mas foi liberado porque não tinha ordem judicial de prisão contra ele.
 
A família da vítima, que é da Paraíba, não se conforma. A imagem do assassino deixando a delegacia em liberdade revoltou a mãe de Liliane de Assis Lopes.  “Ele não pode matar. O que ele fez com a minha filha e sai da delegacia como se nada aconteceu”, disse Joana Darc Lopes.

Por Sandra Domingues, com informações do G1 e Portal Correio

A paraibana Liliane de Assis Lopes, 22 anos, foi assassinada na madrugada de 19 de janeiro de 2013 na avenida Senador Queiroz, na região central de São Paulo. 

Quando os policiais militares chegaram ao local, a jovem ainda estava viva e foi socorrida para o Hospital Vergueiro. Às seis da manhã, a unidade médica anunciou a morte de Liliane, que foi atingida com seis tiros – quase todos nas costas.

O paraibano Ariel Charles Rodrigues de França, 29 anos, se entregou na tarde de 22/01/2013, à polícia do Estado de São Paulo. Ele é acusado de ter assassinado a ex-namorada, também paraibana, Liliane de Assis Lopes.

O crime foi desvendado por policiais civis integrantes da 8ª Delegacia de Polícia de São Paulo. O acusado teria dito as autoridades, que praticou o crime, pois não se conformava com o término do relacionamento. 
 
Suspeito tem antecedentes criminais, de acordo com o delegado José Sampaio. “Ele já cumpriu uma pena de dois anos por receptação e também ficou 1 ano e 7 meses preso em uma prisão preventiva por homicídio”, declarou.
 
Suspeito tem antecedentes criminais, de acordo com o delegado José Sampaio. “Ele já cumpriu uma pena de dois anos por receptação e também ficou 1 ano e 7 meses preso em uma prisão preventiva por homicídio”, declarou.
 
A polícia pediu na tarde de quarta-feira (23) a prisão preventiva do homem que confessou ter matado a ex-mulher. 
O assassino se apresentou na terça-feira (22) na delegacia, mas foi liberado porque não tinha ordem judicial de prisão contra ele.
 
A família da vítima, que é da Paraíba, não se conforma. A imagem do assassino deixando a delegacia em liberdade revoltou a mãe de Liliane de Assis Lopes.  “Ele não pode matar. O que ele fez com a minha filha e sai da delegacia como se nada aconteceu”, disse Joana Darc Lopes.

Por Sandra Domingues, com informações do G1 e Portal Correio



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