Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Flávia da Costa Silva (Bala Perdida)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 21/12/2012

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1986 (26 anos)

Data de Falecimento: 21/12/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

Flávia da Costa Silva, 26 anos, foi vítima de bala perdida, atingida na cabeça por um tiro na rua Araújo Leitão, no Engenho Novo, quando estava no ônibus da linha 232 (Praça XV-Lins), no Rio de Janeiro.

Ela chegou às 9h ao Hospital do Andaraí, onde foi operada, e só saiu do centro cirúrgico às 17h de 21/12/2012. A informação foi confirmada pelo pai dela, Luiz Gustavo da Silva, que disse que a vítima não respondia mais a estímulos e foi diagnosticada com morte cerebral com quadro irreversível. Ele afirmou que o coração de Flávia batia com força, mas o cérebro não respondia.

A Polícia Militar acredita que a bala partiu de um tiroteio entre traficantes de favelas do Lins, no subúrbio da cidade. Flávia saiu do Méier, na zona norte, e ia para o Centro, o mesmo trajeto que faz há nove meses desde que começou a trabalhar. O ônibus passa por um dos acessos ao complexo das favelas do Lins.

Por Sandra Domingues, com informações do Terra 

Flávia da Costa Silva, 26 anos, foi vítima de bala perdida, atingida na cabeça por um tiro na rua Araújo Leitão, no Engenho Novo, quando estava no ônibus da linha 232 (Praça XV-Lins), no Rio de Janeiro. 

Ela chegou às 9h ao Hospital do Andaraí, onde foi operada, e só saiu do centro cirúrgico às 17h de 21/12/2012. A informação foi confirmada pelo pai dela, Luiz Gustavo da Silva, que disse que a vítima não respondia mais a estímulos e foi diagnosticada com morte cerebral com quadro irreversível. Ele afirmou que o coração de Flávia batia com força, mas o cérebro não respondia.

A Polícia Militar acredita que a bala partiu de um tiroteio entre traficantes de favelas do Lins, no subúrbio da cidade. Flávia saiu do Méier, na zona norte, e ia para o Centro, o mesmo trajeto que faz há nove meses desde que começou a trabalhar. O ônibus passa por um dos acessos ao complexo das favelas do Lins.

Por Sandra Domingues, com informações do Terra 


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