Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Telma Veloso Pinto (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 09/04/2004

Localização: Ro de Janeiro (RJ)

Data de Falecimento: 09/04/2004

Sexo: Feminino Feminino
 

Telma Veloso Pinto, 38 anos, professora mineira que vivia há três meses no Rio, foi morta em 09/04/ 2004, na Avenida Niemeyer, quando voltava de um passeio com a família na Barra da Tijuca, durante a Semana Santa. Ela morreu tentando escapar de um cerco feito pela quadrilha de Dudu, que brigava pelo comando do tráfico na Rocinha.

Assustada com o cerco dos bandidos, Telma Veloso Pinto, acelerou seu Citröen e morreu com um tiro de fuzil na cabeça na frente do marido e de três sobrinhos.

Telma Veloso Pinto foi baleada na cabeça. Seu marido, Renato Gonzaga, foi atingido no pescoço. O sobrinho levou dois tiros.

Após cerca de 11 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri do Rio condenou na madrugada do dia 07/12/2005 o traficante Eduíno Eustáquio de Araújo Filho, o Dudu da Rocinha, a 73 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de latrocínio, homicídio, formação de quadrilha e tentativa de homicídio. Dudu foi julgado pelas mortes da professora mineira Telma Veloso Pinto, do morador da favela da Rocinha Wellington da Silva e por lesões corporais em Arthur Veloso Pinto Zarbo, sobrinho de Telma Veloso Pinto.

Após cerca de 11 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri do Rio condenou na madrugada do dia 07/12/2005 o traficante Eduíno Eustáquio de Araújo Filho, o Dudu da Rocinha, a 73 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de latrocínio, homicídio, formação de quadrilha e tentativa de homicídio. Dudu foi julgado pelas mortes da professora mineira Telma Veloso Pinto, do morador da favela da Rocinha Wellington da Silva e por lesões corporais em Arthur Veloso Pinto Zarbo, sobrinho de Telma Veloso Pinto.



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Gabriel Pinto em 31/12/2014 18:48
Essa é minha mãe. Sinto saudades demais dela e espero que um dia a guerra no rio e no mundo acabe. Hoje, 31 de dezembro de 2014, mais um ano sem ela. Na época tinha 7 anos, hoje com 18 vejo o quão ruim armas e guerras são para nós, seres pensantes. Eu e meu pai lutamos pela paz, colocada as conclusões no livro dele, "minha dor, sua dor, nosso aprendizado." Nada a trará de volta, nem os outros mortos pelo tráfico e crime organizado. Ainda penso no mundo utópico sem violência. Paz.

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