Telma Veloso Pinto, 38 anos, professora mineira que vivia há três meses no Rio, foi morta em 09/04/ 2004, na Avenida Niemeyer, quando voltava de um passeio com a família na Barra da Tijuca, durante a Semana Santa. Ela morreu tentando escapar de um cerco feito pela quadrilha de Dudu, que brigava pelo comando do tráfico na Rocinha.
Assustada com o cerco dos bandidos, Telma Veloso Pinto, acelerou seu Citröen e morreu com um tiro de fuzil na cabeça na frente do marido e de três sobrinhos.
Telma Veloso Pinto foi baleada na cabeça. Seu marido, Renato Gonzaga, foi atingido no pescoço. O sobrinho levou dois tiros.
Após cerca de 11 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri do Rio condenou na madrugada do dia 07/12/2005 o traficante Eduíno Eustáquio de Araújo Filho, o Dudu da Rocinha, a 73 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de latrocínio, homicídio, formação de quadrilha e tentativa de homicídio. Dudu foi julgado pelas mortes da professora mineira Telma Veloso Pinto, do morador da favela da Rocinha Wellington da Silva e por lesões corporais em Arthur Veloso Pinto Zarbo, sobrinho de Telma Veloso Pinto.
Após cerca de 11 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri do Rio condenou na madrugada do dia 07/12/2005 o traficante Eduíno Eustáquio de Araújo Filho, o Dudu da Rocinha, a 73 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de latrocínio, homicídio, formação de quadrilha e tentativa de homicídio. Dudu foi julgado pelas mortes da professora mineira Telma Veloso Pinto, do morador da favela da Rocinha Wellington da Silva e por lesões corporais em Arthur Veloso Pinto Zarbo, sobrinho de Telma Veloso Pinto.