Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Jaqueline Madeira do Nascimento (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 08/12/2012

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1983 (29 anos)

Data de Falecimento: 08/12/2012

Sexo: Masculino Masculino
 

A professora e estudante de engenharia Jaqueline Madeira do Nascimento, de 29 anos,  morreu baleada em uma suposta tentativa de assalto na noite de 08 de dezembro de 2012, na frente de uma das duas filhas, de 2 anos, quando chegava em casa, em Colégio, na Zona Norte do Rio de Janeiro.  Os assassinos não levaram nada.

O corpo de Jaqueline Madeira do Nascimento foi enterrado na manhã do dia 10/12, no Cemitério de Irajá.

Durante o velório, parentes da vítima, no entanto, disseram acreditar que o crime tem características de execução. O resultado da perícia no carro da vítima sai em 30 dias. Segundo testemunhas, nada foi roubado. A possibilidade de execução não está descartada", disse Ulisses Fernandes, primo da vítima. A hipótese também não é descartada pela Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil, que investiga o caso.

O delegado Rivaldo Barbosa disse que já ouviu testemunhas e que busca imagens de câmeras de segurança. Uma reconstituição do crime também pode ser realizada. A jovem era casada com o sargento do Corpo de Bombeiros e engenheiro Anderson Costa, 35 anos, com quem tinha outra filha, de 7 anos. Jaqueline dirigia um Ford Fiesta quando foi abordada por bandidos em dois carros: um Meriva e um Chevette.

Teriam sido disparados cinco tiros, sendo que dois teriam atingido a vítima. Segundo o bombeiro, Jaqueline foi atingida de raspão no braço e a outra bala teria atravessado o peito e saído no ombro, causando sua morte. Foi uma cena traumática: "Estávamos na sala conversando, então ela disse que precisava tirar o carro da rua e colocá-lo na garagem. Eu fui para a casa do meu pai, na mesma rua, com a nossa filha mais velha. Minha mulher levou a mais nova. Ouvi tiros e saí correndo para ver o que tinha acontecido", contou o marido da vítima. Ele diz que ao chegar ao local encontrou a mulher cheia de sangue.

A menina não foi ferida, mas viu a mãe ser morta e está muito abalada. Anderson tirou a mulher do carro e decidiu levá-la para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Irajá, onde ela já chegou morta.

O resultado da perícia realizada no carro da professora Jaqueline Madeira do Nascimento deve ficar pronto em 30 dias.

Por Sandra Domingues, com informações do G1

A professora e estudante de engenharia Jaqueline Madeira do Nascimento, de 29 anos,  morreu baleada em uma suposta tentativa de assalto na noite de 08 de dezembro de 2012, na frente de uma das duas filhas, de 2 anos, quando chegava em casa, em Colégio, na Zona Norte do Rio de Janeiro.  Os assassinos não levaram nada.

O corpo de Jaqueline Madeira do Nascimento foi enterrado na manhã do dia 10/12, no Cemitério de Irajá. 

Durante o velório, parentes da vítima, no entanto, disseram acreditar que o crime tem características de execução. O resultado da perícia no carro da vítima sai em 30 dias. Segundo testemunhas, nada foi roubado. A possibilidade de execução não está descartada", disse Ulisses Fernandes, primo da vítima. A hipótese também não é descartada pela Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil, que investiga o caso. 

O delegado Rivaldo Barbosa disse que já ouviu testemunhas e que busca imagens de câmeras de segurança. Uma reconstituição do crime também pode ser realizada. A jovem era casada com o sargento do Corpo de Bombeiros e engenheiro Anderson Costa, 35 anos, com quem tinha outra filha, de 7 anos. Jaquelinedirigia um Ford Fiesta quando foi abordada por bandidos em dois carros: um Meriva e um Chevette. 

Teriam sido disparados cinco tiros, sendo que dois teriam atingido a vítima. Segundo o bombeiro, Jaqueline foi atingida de raspão no braço e a outra bala teria atravessado o peito e saído no ombro, causando sua morte. Foi uma cena traumática: "Estávamos na sala conversando, então ela disse que precisava tirar o carro da rua e colocá-lo na garagem. Eu fui para a casa do meu pai, na mesma rua, com a nossa filha mais velha. Minha mulher levou a mais nova. Ouvi tiros e saí correndo para ver o que tinha acontecido", contou o marido da vítima. Ele diz que ao chegar ao local encontrou a mulher cheia de sangue. 

A menina não foi ferida, mas viu a mãe ser morta e está muito abalada. Anderson tirou a mulher do carro e decidiu levá-la para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Irajá, onde ela já chegou morta.

O resultado da perícia realizada no carro da professora Jaqueline Madeira do Nascimento deve ficar pronto em 30 dias.

Por Sandra Domingues, com informações do G1



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