Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Rosimere Aparecida Soares (Erro Médico)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 22/12/2007

Localização: Cuiabá (MT)

Data de Nascimento: 12/10/1977 (30 anos)

Data de Falecimento: 22/12/2007

Sexo: Feminino Feminino
 

Rosimere Aparecida Soares, 30 anos, gerente administrativa, após ser submetida a um procedimento cirúrgico, a terceira cirurgia, em uma clínica de estética em Cuiabá, vem a óbito em 22/12/2007. Rosimere Aparecida Soares iria realizar quatro procedimentos no mesmo dia: 1° uma cirurgia de correção no nariz; 2° lipoaspiração; 3° cirurgia na panturrilha; e 4° retirada das amídalas.

Quase três horas após começar a cirurgia, a mãe da vítima, Suede Clemente Soares, foi avisada que a filha seria transferida para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Suede afirma que sua filha saiu morta da clínica.

A pedido da mãe, Rosimere Aparecida Soares foi levada para o Hospital Jardim Cuiabá. O diretor clínico do hospital, Nasser Mahfouz, afirmou que a paciente chegou ao hospital "praticamente morta". O comunicado oficial divulgado na tarde de ontem pelo hospital afirma que Rosimere Aparecida Soares chegou às 16h39 e que teve parada cardiorespiratória às 15h. Ou seja, 1h39 antes de chegar ao hospital. Rosimere Aparecida Soares foi transferida da clínica particular em uma ambulância UTI Móvel, chegou entubada, acompanhada por médicos, mas não respondia às tentativas de ressuscitação, segundo o diretor clínico.

Como Rosimere Aparecida Soares continuou sem responder aos procedimentos para ressuscitar, foi levada para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde permaneceu por mais de 45 minutos. De acordo com o comunicado do hospital, o óbito foi registrado às 17h30.

A mãe da vítima afirma que sua filha, Rosimere Aparecida Soares, foi retirada da clínica particular com um lençol cobrindo o corpo e o rosto. O que pode ver da filha é que ela tinha muitos hematomas. "Ela estava toda roxa e o pé muito branco. Tenho quase certeza que minha filha saiu de lá morta. Acho que a clínica não tinha recurso nenhum".

Na certidão de óbito a causa morte é "choque hipovolêmico (perda de sangue), ação perfuro cortante". A família registrou um boletim de ocorrência no Cisc Verdão e quer que o caso seja apurado pela polícia. "Eu quero saber o que aconteceu", disse a mãe durante o velório. Rosemere Aparecida Soares deixa um filho de 8 anos. Segundo a família, ela estava se preparando para fazer uma viagem para a Espanha, em junho de 2008. Queria levar o filho para jogar futebol.

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRC-MT), Aguiar Farina, afirmou que será aberta uma sindicância para apurar se houve erro médico durante a cirurgia de Rosimere Aparecida Santos. A sindicância, segundo ele, também vai verificar se a clínica onde a paciente foi operada possui a estrutura necessária para funcionar. "Toda vez que acontece algum evento desta natureza, que há suspeita de erro médico, o conselho abre uma sindicância".

Farina afirmou que os procedimentos pelos quais Rosimere Aparecida Soares seria submetida não são considerados de alta complexidade, mas enfatizou que a clínica precisa ter "o mínimo necessário para funcionar". Entre as exigências, o presidente do CRC aponta que é necessário um ambiente cirúrgico adequado, disponibilização de medicamentos necessários, equipamentos de cirurgia, entre outros.

Rosimere Aparecida Soares foi velada na capela Jardins. Sob o caixão, os irmãos e a mãe estenderam uma bandeira do Corinthians. "Ela dizia que quando morresse queria uma bandeira bem grande sob o caixão", disse a mãe ao atender ao pedido da filha.

Médico Samir Kehdi foi condenado pela Justiça, mas continua em exercício

Em 21/12/02009 há exatos dois anos, a gerente administrativa Rosimere Aparecida Soares, de 30 anos, morria durante uma cirurgia de lipoaspiração, comandada pelo cirurgião plástico Samir Kehdi. De acordo com a necropsia ela morreu por conta de um choque hipovolêmico causado pela perfuração da veia cava inferior, responsável por colher o sangue dos membros inferiores. A lesão pode ter sido provocada pela cânula usada na cirurgia.

O médico Samir Kehdi foi condenado pela juíza Maria Cristina de Oliveira Simões, da 9ª Vara Criminal de Cuiabá, a um ano e quatro meses de detenção, que foram revertidos em prestação de serviços comunitários no Hospital do Câncer.
 
Ele havia sido indiciado em inquérito policial por homicídio culposo com aumento de pena por inobservância de regras técnicas. O inquérito foi presidido pela delegada Ana Cristina Feldner, do Cisc Verdão. Uma perícia realizada no consultório do médico constatou diversas irregularidades, como o não-funcionamento do equipamento de gerador e armazenamento irregular do aparelho de esterilização de materiais cirúrgicos.
 
Kehdi ainda foi condenado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) à censura pública. Para a defesa da família de Rosimere, a pena foi "branda". Os advogados da mãe de Rosimere, Suede Clemente Soares, vão recorrer da decisão junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília. Eles também devem recorrer da condenação criminal.
 
A defesa da mãe da vítima também moveu uma ação cível para reparação de perdas e danos morais e materiais. Neste caso, ainda não houve julgamento.
 
"Basta com os erros médicos
 
Está na câmara dos deputados o Projeto de Lei 6867/2010 que visa avaliação dos profissionais de saúde.
A ligação é gratuita 0800 619-619. Ligue e nos ajude nessa luta que é de todos nós.

 

O médico Samir Kehdi foi condenado pela Justiça, mas continua em exercício

Em 21/12/2009, há exatos dois anos, a gerente administrativa Rosimere Aparecida Soares, de 30 anos, morria durante uma cirurgia de lipoaspiração, comandada pelo cirurgião plástico Samir Kehdi. De acordo com a necropsia ela morreu por conta de um choque hipovolêmico causado pela perfuração da veia cava inferior, responsável por colher o sangue dos membros inferiores. A lesão pode ter sido provocada pela cânula usada na cirurgia.

O médico Samir Kehdi foi condenado pela juíza Maria Cristina de Oliveira Simões, da 9ª Vara Criminal de Cuiabá, a um ano e quatro meses de detenção, que foram revertidos em prestação de serviços comunitários no Hospital do Câncer.
 
Ele havia sido indiciado em inquérito policial por homicídio culposo com aumento de pena por inobservância de regras técnicas. O inquérito foi presidido pela delegada Ana Cristina Feldner, do Cisc Verdão. Uma perícia realizada no consultório do médico constatou diversas irregularidades, como o não-funcionamento do equipamento de gerador e armazenamento irregular do aparelho de esterilização de materiais cirúrgicos.
 
Kehdi ainda foi condenado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) à censura pública. Para a defesa da família de Rosimere, a pena foi "branda". Os advogados da mãe de Rosimere, Suede Clemente Soares, vão recorrer da decisão junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília. Eles também devem recorrer da condenação criminal.
 
A defesa da mãe da vítima também moveu uma ação cível para reparação de perdas e danos morais e materiais. Neste caso, ainda não houve julgamento.


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Lohayne em 30/01/2012 13:00
e eu a conhecia era como uma prima pra mim adorava mto ele q pena q ela se foi mais a saudade e mto grande as nossas conversas no msn te adorooo eternamente

Lucas Pereira Yure da Silva Mello Luis Renato Menina Ventura Ribeiro Larissa Izabel Heymer André Barros dos Santos Júnior Jácomo Lima Bonapace Fernando Eidi Yoshida Luiza Paula da Silveira Machado Simone Maria Otaviano de Souza Kérsia Maia Porto Amorim Angelito Barros Correia de Mello Ana Carolina Salvador Custódio Josely Laurentina de Oliveira Eurides Santos de Castro Míriam Oppenheimer Leão Brandão Bruno Soares e Silva Larissa de Carvalho Gaudêncio Nogueira Nísio Gomes Marcos Roberto Pretel Viana Maria Andreia Soares da Silva
 
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