Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Fátima de Lourdes Lopes Correia Lima (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 24/01/2010

Localização: João Pessoa (PB)

Data de Nascimento: 00/00/1957 (53 anos)

Data de Falecimento: 24/01/2010

Sexo: Feminino Feminino
 

A presidente da Defensoria Pública da Paraíba, Fátima de Lourdes Lopes Correia Lima, 55 anos, estava indo à missa na manhã de 24/01/2010, quando ao passar pelo cruzamento da Avenida Epitácio Pessoa com a Avenida João Domingos, no bairro Miramar, em João Pessoa, uma camionete, cujo condutor apresentava alto nível de embriaguez, avançou o cruzamento e colidiu com o veículo em que Fátima de Lourdes estava, conduzido por seu esposo, Carlos Martinho Correia Lima.

Fátima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma mas não conseguiu resistir aos ferimentos. Durante o atendimento do Samu, ainda no local do acidente, a vítima teve várias paradas cardiorrespiratórias, conseguindo chegar com vida ao Hospital, onde teve mais uma parada cardíaca e não resistiu.
 
Carlos Martinho também foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma, em estado grave.
O causador do acidente, Eduardo Henrique Paredes, 32 anos, também foi internado no Hospital de Trauma e ficou à disposição da Justiça para as devidas providências legais.  O local do acidente foi o mesmo onde faleceu três familiares da família Ramalho há alguns anos.
 
O júri popular do caso Fátima Lopes, que estava marcado para 30 de outubro de 2012, foi adiado. O pedido de adiamento foi do advogado do réu, Abraão Beltrão, que apresentou atestado médico e não compareceu ao tribunal. Mas o juiz pediu a prisão do réu, visto que 6 meses depois da morte da Defensora Fátima Lopes, ele se envolveu em outro acidente, também dirigindo embriagado, o qual cuminou com a morte da vítima.
 
O julgamento novamente foi marcado para 12 de março de 2013, mas o advogado de defesa, Abraão Beltrão, renunciou ao mandado de defesa o que impediu que o júri fosse realizado. O psicólogo aguardava julgamento preso no 5º Batalhão de Polícia Militar desde o dia 31 de outubro de 2012.
 
Após 11 horas de julgamento, o júri popular condenou na noite de 26/03/2013, o psicólogo Eduardo Paredes pelo assassinato da defensora pública Fátima Lopes. O julgamento ocorreu no 2º Tribunal de Júri em João Pessoa e teve início às 9h54, sendo divulgada a setença às 20h06. Eduardo foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado.
 
Eduardo Paredes vai permanecer detido no 5º Batalhão da Polícia Militar, até que seja definido o presídio para onde será encaminhado. A decisão cabe recurso.  
O defensor público, Argemiro de Figueiredo, afirmou após o anúncio da condenação, que vai recorrer da decisão. Os filhos da defensora pública Fátima Lopes, David e Carol, comemoram o término do julgamento, ressaltando que “enfim a justiça foi feita”.
 
Por Sandra Domingues com informações do PB Agora e WSCom

A presidente da Defensoria Pública da Paraíba, Fátima de Lourdes Lopes Correia Lima, 55 anos, estava indo à missa na manhã de 24/01/2010, quando ao passar pelo cruzamento da Avenida Epitácio Pessoa com a Avenida João Domingos, no bairro Miramar, em João Pessoa, uma camionete, cujo condutor apresentava alto nível de embriaguez, avançou o cruzamento e colidiu com o veículo em que Fátima de Lourdes estava, conduzido por seu esposo, Carlos Martinho Correia Lima.

Fátima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma mas não conseguiu resistir aos ferimentos. Durante o atendimento do Samu, ainda no local do acidente, a vítima teve várias paradas cardiorrespiratórias, conseguindo chegar com vida ao Hospital, onde teve mais uma parada cardíaca e não resistiu.
 
O causador do acidente, Eduardo Henrique Paredes, 32 anos, também foi internado no Hospital de Trauma e ficou à disposição da Justiça para as devidas providências legais. 
 
O júri popular do caso Fátima Lopes, que estava marcado para 30 de outubro de 2012, foi adiado. O pedido de adiamento foi do advogado do réu, Abraão Beltrão, que apresentou atestado médico e não compareceu ao tribunal. Mas o juiz pediu a prisão do réu, visto que 6 meses depois da morte da Defensora Fátima Lopes, ele se envolveu em outro acidente, também dirigindo embriagado, o qual cuminou com a morte da vítima.
 
Após 11 horas de julgamento, o júri popular condenou na noite de 26/03/2013, o psicólogo Eduardo Paredes pelo assassinato da defensora pública Fátima Lopes. O julgamento ocorreu no 2º Tribunal de Júri em João Pessoa e teve início às 9h54, sendo divulgada a setença às 20h06. Eduardo foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado.
 
Eduardo Paredes vai permanecer detido no 5º Batalhão da Polícia Militar, até que seja definido o presídio para onde será encaminhado. A decisão cabe recurso.  
O defensor público, Argemiro de Figueiredo, afirmou após o anúncio da condenação, que vai recorrer da decisão. Os filhos da defensora pública Fátima Lopes, David e Carol, comemoram o término do julgamento, ressaltando que “enfim a justiça foi feita”.
 
 
Por Sandra Domingues com informações do PB Agora e WSCom


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