Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Gabrielly Caroline Dias Rocha (Pedofilia)



 


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Data do Ocorrido: 18/10/2012

Localização: Uruana (GO)

Data de Nascimento: 00/00/2002 (10 anos)

Data de Falecimento: 18/10/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

O corpo de Gabrielly Caroline Dias Rocha, de 10 anos, que desapareceu no dia 18/10/2012, na cidade de Uruana, região central de Goiás, foi encontrado em 23/10 num canavial em Carmo do Rio Verde, a 200 metros do local onde o suspeito do crime indicou à polícia.

A garota não foi mais vista pela família desde que saiu de casa para doar um cachorrinho, no dia 18. Apenas as sapatilhas que a criança usava foram encontradas na porta da casa do suspeito. Um vizinho e conhecido da família é considerado pela polícia o principal suspeito. Ele foi preso em Uruana na sexta-feira (19) e, segundo a polícia, confessou o crime. Uma multidão, revoltada, tentou invadir a delegacia da cidade para linchá-lo no domingo (21).
 
Em entrevista à TV Anhanguera, na segunda-feira (22), a mãe de Gabrielly, Rosana Dias Rocha, 30 anos, disse que tinha a esperança de encontrar a filha com vida. “Eu quero a minha filha viva e quero justiça. Quero que Deus toque no coração dele [o vizinho preso suspeito de envolvimento com o sumiço e que, segundo a polícia, confessou ter matado a criança] para ele contar a verdade, onde está a minha filha”, diz.
 
Por medida de segurança, o suspeito foi transferido de Uruana para a Delegacia de Homicídios, em Goiânia. Na segunda (22), ele teria se ferido dentro da cela, batendo a cabeça contra a grade, foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e levado com sangramento na cabeça para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Após passar por exames, voltou para a delegacia.
 
De acordo com a delegada-geral da Polícia Civil em Goiás, Adriana Accorsi, essa não é a primeira vez que o detido é suspeito de estupro. “Temos um suspeito que já respondeu por violentar uma criança de 12 anos, e, inclusive, ficou preso por causa disso. E pode ter sido esse o motivo, ou seja, a compulsão, o desvio sexual de pedofilia, que o levou, estando ali sozinho com a criança em sua casa, o levou a agredir e possivelmente molestar essa criança”, afirma Adriana Accorsi.
 
Carlos José Moreira, de 50 anos, suspeito de ter assassinado Gabrielly Caroline Dias Rocha foi encontrado morto em uma cela da Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia, na madrugada de 10 de novembro de 2012.
 
Carlos, que segundo a polícia, havia confessado ter matado a menina, estava preso no local há nove dias. O corpo do suspeito foi encontrado morto com fios da rede elétrica enrolados ao pescoço dentro da cela onde ele estava isolado.
Depois que o cadáver foi encontrado, o Corpo de Bombeiros, delegados de polícia e o Instituto Médico Legal (IML) foram chamados. O presidente da Agência Goiana do Sistema de Execução Penal (Agsep), Edemundo Dias, também esteve no local acompanhando o trabalho da perícia.
 
“Ele subiu na grade e arrancou uma fiação elétrica e, com essa fiação elétrica, ele se enforcou. Ele estava em uma cela, sozinho, isolado, dentro de uma unidade que também é isolada, apartada dos outros presos, que são presos que cometem crimes sexuais”, declara Edemundo Dias.
Com a morte do acusado, a polícia muda o rumo das investigações sobre a morte de Gabriely em Uruana. “Uma vez que ele faleceu, se as investigações já estiverem concluídas, serão simplesmente juntada à certidão de óbito e extingue-se a punibilidade“, explica o delegado da Delegacia de Investigação de Homicídios, Kleber Toledo.
 
Por Sandra Domingues  com informações do G1 e Jornal de Lavras
 

O corpo de Gabrielly Caroline Dias Rocha, de 10 anos, que desapareceu no dia 18/10/2012, na cidade de Uruana, região central de Goiás, foi encontrado em 23/10 num canavial em Carmo do Rio Verde, a 200 metros do local onde o suspeito do crime indicou à polícia.

A garota não foi mais vista pela família desde que saiu de casa para doar um cachorrinho, no dia 18. Apenas as sapatilhas que a criança usava foram encontradas na porta da casa do suspeito. Um vizinho e conhecido da família é considerado pela polícia o principal suspeito. Ele foi preso em Uruana na sexta-feira (19) e, segundo a polícia, confessou o crime. Uma multidão, revoltada, tentou invadir a delegacia da cidade para linchá-lo no domingo (21).

Por medida de segurança, o suspeito foi transferido de Uruana para a Delegacia de Homicídios, em Goiânia. Na segunda (22), ele teria se ferido dentro da cela, batendo a cabeça contra a grade, foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e levado com sangramento na cabeça para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Após passar por exames, voltou para a delegacia.
 
De acordo com a delegada-geral da Polícia Civil em Goiás, Adriana Accorsi, essa não é a primeira vez que o detido é suspeito de estupro. “Temos um suspeito que já respondeu por violentar uma criança de 12 anos, e, inclusive, ficou preso por causa disso. E pode ter sido esse o motivo, ou seja, a compulsão, o desvio sexual de pedofilia, que o levou, estando ali sozinho com a criança em sua casa, o levou a agredir e possivelmente molestar essa criança”, afirma Adriana Accorsi.
 
Carlos José Moreira, de 50 anos, suspeito de ter assassinado Gabrielly Caroline Dias Rocha foi encontrado morto em uma cela da Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia, na madrugada de 10 de novembro de 2012.
 
Carlos, que segundo a polícia, havia confessado ter matado a menina, estava preso no local há nove dias. O corpo do suspeito foi encontrado morto com fios da rede elétrica enrolados ao pescoço dentro da cela onde ele estava isolado.
Depois que o cadáver foi encontrado, o Corpo de Bombeiros, delegados de polícia e o Instituto Médico Legal (IML) foram chamados. O presidente da Agência Goiana do Sistema de Execução Penal (Agsep), Edemundo Dias, também esteve no local acompanhando o trabalho da perícia.
 
“Ele subiu na grade e arrancou uma fiação elétrica e, com essa fiação elétrica, ele se enforcou. Ele estava em uma cela, sozinho, isolado, dentro de uma unidade que também é isolada, apartada dos outros presos, que são presos que cometem crimes sexuais”, declara Edemundo Dias.
Com a morte do acusado, a polícia muda o rumo das investigações sobre a morte de Gabriely em Uruana. “Uma vez que ele faleceu, se as investigações já estiverem concluídas, serão simplesmente juntada à certidão de óbito e extingue-se a punibilidade“, explica o delegado da Delegacia de Investigação de Homicídios, Kleber Toledo.
 
Por Sandra Domingues  com informações do G1 e Jornal de Lavras


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