Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Daniela Ferreira (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 29/06/2012

Localização: Agudo (RS)

Data de Nascimento: 00/00/1993 (19 anos)

Data de Falecimento: 29/06/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

Daniela Ferreira, de 19 anos, foi vista pela última vez, após sair de um baile no Centro de Agudo-RS. Por volta das 6h do dia 29 de julho, câmeras de segurança de uma loja flagraram o momento em que ela se dirigia para casa. Momentos depois, as imagens mostram um homem que cruza e depois retorna em direção a Daniela. Ele seria o apenado considerado único suspeito. Após o desaparecimento, a família da vítima comunicou à Polícia Civil e as buscas foram iniciadas.  

Em setembro de 2012 o delegado Eduardo Machado, que conduz a investigação do caso, recebeu o resultado de uma perícia confirmando a participação do apenado de 42 anos, no desaparecimento da jovem.

Em uma coletiva de imprensa realizada na sede da Delegacia Regional em Santa Maria, Machado relatou que foi encontrado vestígios de DNA, na camisa em que o detento vestia no dia em que a jovem foi vista pela última vez, em 29 de julho. “Agora temos uma prova técnica”, concluiu o delegado.
 
Conforme Machado, o inquérito está praticamente concluído e, na semana que, vem, será remetido à Justiça. O delegado afirmou que o suspeito será indiciado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
 
A suspeita de que a jovem tenha sido estuprada, não foi descartada pela polícia. “Ainda estou analisando se ele também será indiciado por estupro. Mas existe essa possibilidade, no momento em que temos indícios que apontam também para este crime”, explicou Machado.
 
Outra possibilidade não descartada pela polícia diz respeito ao corpo da vítima. A polícia trabalha com a possibilidade de que ele não seja encontrado. “Independentemente se o corpo da Daniela for ou não encontrado, o suspeito será indiciado. Neste momento, encontrar o corpo é mais uma resposta para a família da jovem”, avaliou o delegado.
 
Também estavam presentes na coletiva, os delegados Marcelo Arigony e Ana Luisa Tarouco, que iniciou a investigação do caso. Por fim, em nome da Polícia Civil, eles agradeceram a ajuda recebida por parte de familiares, voluntários e, também, da população de Agudo em geral, nas buscas pela jovem.
 
Se condenado, o réu poderá pegar mais de 30 anos.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Clic RBS e Arazão

Daniela Ferreira, 19 anos, desapareceu no dia 29 de julho de 2012, na saída de um baile no Clube Centenário, em Agudo-RS.

O suspeito, Rogério Oliveira, 42 anos, cumpria regime semiaberto no Presídio Estadual de Agudo e estava no baile também. Ele foi identificado por câmeras de segurança cruzando pela jovem por volta das 6h da manhã do dia 29. Desde então, Daniela nunca mais foi encontrada. No dia 14 de setembro, o resultado da perícia nas roupas do suspeito indicaram a presença de material genético da jovem. 

Em setembro de 2012 o delegado Eduardo Machado, que conduz a investigação do caso, recebeu o resultado de uma perícia confirmando a participação do apenado de 42 anos, no desaparecimento da jovem.

Em uma coletiva de imprensa realizada na sede da Delegacia Regional em Santa Maria, Machado relatou que foi encontrado vestígios de DNA, na camisa em que o detento vestia no dia em que a jovem foi vista pela última vez, em 29 de julho. “Agora temos uma prova técnica”, concluiu o delegado.
 
Conforme Machado, o inquérito está praticamente concluído e, na semana que, vem, será remetido à Justiça. O delegado afirmou que o suspeito será indiciado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
 
A suspeita de que a jovem tenha sido estuprada, não foi descartada pela polícia. “Ainda estou analisando se ele também será indiciado por estupro. Mas existe essa possibilidade, no momento em que temos indícios que apontam também para este crime”, explicou Machado.
 
Outra possibilidade não descartada pela polícia diz respeito ao corpo da vítima. A polícia trabalha com a possibilidade de que ele não seja encontrado. “Independentemente se o corpo da Daniela for ou não encontrado, o suspeito será indiciado. Neste momento, encontrar o corpo é mais uma resposta para a família da jovem”, avaliou o delegado.
 
Também estavam presentes na coletiva, os delegados Marcelo Arigony e Ana Luisa Tarouco, que iniciou a investigação do caso. Por fim, em nome da Polícia Civil, eles agradeceram a ajuda recebida por parte de familiares, voluntários e, também, da população de Agudo em geral, nas buscas pela jovem.
 
Se condenado, o réu poderá pegar mais de 30 anos.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Clic RBS e Arazão


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