Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Eugênio Bozola (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 23/08/2011

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1959 (52 anos)

Data de Falecimento: 23/08/2011

Sexo: Masculino Masculino
 

O analista de sistema Eugênio Bozola, 52 anos, e o modelo Murilo Rezende da Silva, 21 anos foram mortos, a facadas, no dia 23 de agosto de 2011, em um apartamento na Rua Oscar Freire – região nobre de São Paulo. 

Os dois foram mortos a facadas. Segundo o delegado que investiga o caso, havia sinais de luta na residência onde a vítima morava. Bozola foi encontrado morto pela manhã por sua empregada doméstica.
 
Segundo a Polícia Civil, o analista de sistemas, que era homossexual, estava caído na cozinha, próximo à porta de entrada. Vizinhos disseram ter ouvido uma briga durante a madrugada desta terça no interior do apartamento, que fica no 6º andar. Nenhum barulho de tiro, porém, foi escutado.
 
Lucas Cintra Rosseti foi preso em Sertãozinho, no interior de São Paulo, na manhã de 29 de agosto de 2012. No momento da prisão, ele  confessou ter assassinado o dono do imóvel, Eugenio Bozola, mas negou ser o assassino do modelo Murilo Rezende. Ao chegar à delegacia de Sertãozinho, o jovem afirmou que agiu em "legítima defesa". 
 
Após o depoimento do suspeito, o delegado Maurício Soares, da divisão de homicídios do DHPP, afirmou que Rosseti insistiu em dizer que o analista de sistemas Eugenio Bozola o teria dopado e ao modelo Murilo Rezende com um suco que continha calmante. O suspeito alega que tomou menos suco que o modelo e, por isso, teria acordado antes de ser morto. Ainda na versão do suspeito, quando acordou, Rosseti teria visto o modelo já assassinado e teria matado o analista em legítima defesa. 
 
Lucas Cintra Zanetti Rossetti, acusado de matar a facadas o modelo Murilo Rezende, de 21 anos, e o analista de sistemas Eugenio Bozola, de 52 anos, foi condenado , em 1° de fevereiro de 2013 a 60 anos de prisão.
 
A decisão da juíza Isaura Cristina Barreira, da 30ª Vara Criminal da Barra Funda, condenou o réu a pena de 30 anos de reclusão, além do pagamento de 360 dias-multa, para cada latrocínio — roubo seguido de morte. A juíza negou ainda o direito ao recurso em liberdade.
 
Ao concluir sua sentença, a magistrada afirmou que “a violência desmedida, por meio cruel com emprego de faca, por motivo fútil unicamente patrimonial, com total desprezo pela vida das pessoas, uma delas tendo um saco plástico amarrado à cabeça, espalhando sangue por todo o apartamento, adulterando o local do crime e por fim pedindo acolhida a um traficante de sua região justifica plenamente a pena".
 
Por Sandra Domingues, com infrmações do G1, IG e R7
 

 

Lucas Cintra Rosseti foi preso em Sertãozinho, no interior de São Paulo, na manhã de 29 de agosto de 2012, suspeito do assassinato de Eugenio Bozola e do modelo Murilo Rezende

O analista de sistema Eugênio Bozola, 52 anos, e o modelo Murilo Rezende da Silva, 21 anos foram mortos, a facadas, no dia 23 de agosto de 2011, em um apartamento na Rua Oscar Freire – região nobre de São Paulo. 

Os dois foram mortos a facadas. Segundo o delegado que investiga o caso, havia sinais de luta na residência onde a vítima morava. Bozola foi encontrado morto pela manhã por sua empregada doméstica.
 
Lucas Cintra Rosseti foi preso em Sertãozinho, no interior de São Paulo, na manhã de 29 de agosto de 2012. No momento da prisão, ele  confessou ter assassinado o dono do imóvel, Eugenio Bozola, mas negou ser o assassino do modelo Murilo Rezende. Ao chegar à delegacia de Sertãozinho, o jovem afirmou que agiu em "legítima defesa". 
 
Lucas Cintra Zanetti Rossetti, acusado de matar a facadas o modelo Murilo Rezende, de 21 anos, e o analista de sistemas Eugenio Bozola, de 52 anos, foi condenado , em 1° de fevereiro de 2013 a 60 anos de prisão.
 
A decisão da juíza Isaura Cristina Barreira, da 30ª Vara Criminal da Barra Funda, condenou o réu a pena de 30 anos de reclusão, além do pagamento de 360 dias-multa, para cada latrocínio — roubo seguido de morte. A juíza negou ainda o direito ao recurso em liberdade.
 
Ao concluir sua sentença, a magistrada afirmou que “a violência desmedida, por meio cruel com emprego de faca, por motivo fútil unicamente patrimonial, com total desprezo pela vida das pessoas, uma delas tendo um saco plástico amarrado à cabeça, espalhando sangue por todo o apartamento, adulterando o local do crime e por fim pedindo acolhida a um traficante de sua região justifica plenamente a pena".
 
Por Sandra Domingues, com infrmações do G1, IG e R7
 


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