Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Rafael Macedo Vieira (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 14/03/2003

Localização: São Pedro da Aldeia (RJ)

Data de Falecimento: 14/03/2003

Sexo: Masculino Masculino
 

O universitário Rafael Macedo Vieira, 19 anos, foi assassinado com um tiro no peito durante uma discussão entre o bombeiro e um grupo de jovens numa praça  pública de São Pedro da Aldeia –RJ, em 14/03/2003.

A confusão começou depois que uma menor de 14 anos ofendeu a companheira do bombeiro com um palavrão. Segundo a mãe do universitário, Dina Cristina Macedo dos Santos, 48 anos, o então capitão teria agredido a menor com tapas no rosto. Um jovem, que estava ao lado de Rafael Macedo Vieira, tentou defender a menina. Testemunhas contaram que, alterado, o bombeiro sacou o revólver calibre 38 e apontou para cabeça do rapaz.

No tumulto, o jovem desviou-se do revólver e Rafael Macedo Vieira acabou sendo baleado. O tiro também atingiu a cabeça de Helber Costa de Melo, que ficou gravemente ferido. Segundo amigos do universitário, o bombeiro fugiu sem prestar socorro às vítimas, mas foi preso no mesmo dia.

31 dias após o crime, mesmo estando preso,  foi promovido a Major. Esta promoção foi revogada pela governadora Rosinha 2 anos após, depois de muita luta dos familiares. O réu aguardou o julgamento em liberdade e esse julgamento foi adiado por  5 vezes.

O universitário Rafael Macedo Vieira, 19 anos, foi assassinado com um tiro no peito durante uma discussão entre o bombeiro e um grupo de jovens numa praça  pública de São Pedro da Aldeia –RJ, em 14/03/2003.

A confusão começou depois que uma menor de 14 anos ofendeu a companheira do bombeiro com um palavrão. Segundo a mãe do universitário, Dina Cristina Macedo dos Santos, 48 anos, o então capitão teria agredido a menor com tapas no rosto. Um jovem, que estava ao lado de Rafael Macedo Vieira, tentou defender a menina. Testemunhas contaram que, alterado, o bombeiro sacou o revólver calibre 38 e apontou para cabeça do rapaz.

31 dias após o crime, mesmo estando preso,  foi promovido a Major. Esta promoção foi revogada pela governadora Rosinha 2 anos após, depois de muita luta dos familiares. O réu aguardou o julgamento em liberdade e esse julgamento foi adiado por  5 vezes.



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