O universitário Rafael Macedo Vieira, 19 anos, foi assassinado com um tiro no peito durante uma discussão entre o bombeiro e um grupo de jovens numa praça pública de São Pedro da Aldeia –RJ, em 14/03/2003.
A confusão começou depois que uma menor de 14 anos ofendeu a companheira do bombeiro com um palavrão. Segundo a mãe do universitário, Dina Cristina Macedo dos Santos, 48 anos, o então capitão teria agredido a menor com tapas no rosto. Um jovem, que estava ao lado de Rafael Macedo Vieira, tentou defender a menina. Testemunhas contaram que, alterado, o bombeiro sacou o revólver calibre 38 e apontou para cabeça do rapaz.
No tumulto, o jovem desviou-se do revólver e Rafael Macedo Vieira acabou sendo baleado. O tiro também atingiu a cabeça de Helber Costa de Melo, que ficou gravemente ferido. Segundo amigos do universitário, o bombeiro fugiu sem prestar socorro às vítimas, mas foi preso no mesmo dia.
31 dias após o crime, mesmo estando preso, foi promovido a Major. Esta promoção foi revogada pela governadora Rosinha 2 anos após, depois de muita luta dos familiares. O réu aguardou o julgamento em liberdade e esse julgamento foi adiado por 5 vezes.
O universitário Rafael Macedo Vieira, 19 anos, foi assassinado com um tiro no peito durante uma discussão entre o bombeiro e um grupo de jovens numa praça pública de São Pedro da Aldeia –RJ, em 14/03/2003.
A confusão começou depois que uma menor de 14 anos ofendeu a companheira do bombeiro com um palavrão. Segundo a mãe do universitário, Dina Cristina Macedo dos Santos, 48 anos, o então capitão teria agredido a menor com tapas no rosto. Um jovem, que estava ao lado de Rafael Macedo Vieira, tentou defender a menina. Testemunhas contaram que, alterado, o bombeiro sacou o revólver calibre 38 e apontou para cabeça do rapaz.
31 dias após o crime, mesmo estando preso, foi promovido a Major. Esta promoção foi revogada pela governadora Rosinha 2 anos após, depois de muita luta dos familiares. O réu aguardou o julgamento em liberdade e esse julgamento foi adiado por 5 vezes.