Patrícia Gonçalves Marinho, 24 anos, em 17/04/1998, saiu da casa da avó Josefa, com quem morava e desapareceu. Seu corpo só foi descoberto em 28/07/1998. Estava jogado numa área deserta do Parque do Estado. Foi estuprada e morreu por estrangulamento. A identificação de Patrícia Gonçalves Marinho só foi possível porque ao lado do corpo foram encontradas roupas e bijuterias da moça.
Patrícia Gonçalves Marinho foi mais uma vítima do “maníaco do parque”, Francisco de Assis Pereira.
Francisco de Assis Pereira, o maníaco do parque, tem em sua infância traumas sexuais como a maioria dos serial killers. Uma tia materna o teria molestado sexualmente na infância e com isso ele teria desenvolvido uma fixação em seios. Já adulto, um patrão o teria seduzido, o que levou ao interesse por relações homossexuais, e uma gótica teria quase arrancado seu pênis com uma mordida, fazendo com ele tivesse medo da perda do membro viril. Além da ocorrência de uma desilusão amorosa que marcou sua vida. Antes dos crimes ele também mostrou seu outro lado. Thayná, um travesti com quem viveu por mais de um ano, constantemente apanhava de Francisco recebendo socos no estômago e tapas no rosto, exatamente como algumas das mulheres que sobreviveram relataram. Por conta da “gótica”, citada anteriormente, ele sentia dor durante o ato sexual, segundo fontes e teses a impossibilidade do prazer é que fez de Francisco o famoso “Maníaco do Parque”.
Francisco de Assis Pereira, o "Maníaco do Parque", é um criminoso brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.


Francisco de Assis Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.
Patrícia Gonçalves Marinho, 24 anos, em 17/04/1998, saiu da casa da avó Josefa, com quem morava e desapareceu. Seu corpo só foi descoberto em 28/07/1998. Estava jogado numa área deserta do Parque do Estado. Foi estuprada e morreu por estrangulamento. A identificação de Patrícia Gonçalves Marinho só foi possível porque ao lado do corpo foram encontradas roupas e bijuterias da moça.
Patrícia Gonçalves Marinho foi mais uma vítima do “maníaco do parque”, Francisco de Assis Pereira.
Francisco de Assis Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.