Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Patrícia Gonçalves Marinho (Estupro)



 


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Data do Ocorrido: 28/07/1998

Localização: São Paulo (SP)

Data de Falecimento: 28/07/1998

Sexo: Feminino Feminino
 

Patrícia Gonçalves Marinho, 24 anos,  em 17/04/1998, saiu da casa da avó Josefa, com quem morava e desapareceu. Seu corpo só foi descoberto em 28/07/1998. Estava jogado numa área deserta do Parque do Estado. Foi estuprada e morreu por estrangulamento. A identificação de Patrícia Gonçalves Marinho só foi possível porque ao lado do corpo foram encontradas roupas e bijuterias da moça.

Patrícia Gonçalves Marinho foi mais uma vítima do “maníaco do parque”, Francisco de Assis Pereira.

Francisco de Assis Pereira, o maníaco do parque,  tem em sua infância traumas sexuais como a maioria dos serial killers. Uma tia materna o teria molestado sexualmente na infância e com isso ele teria desenvolvido uma fixação em seios. Já adulto, um patrão o teria seduzido, o que levou ao interesse por relações homossexuais, e uma gótica teria quase arrancado seu pênis com uma mordida, fazendo com ele tivesse medo da perda do membro viril. Além da ocorrência de uma desilusão amorosa que marcou sua vida. Antes dos crimes  ele também mostrou seu outro lado. Thayná, um travesti com quem viveu por mais de um ano, constantemente apanhava de Francisco recebendo socos no estômago e tapas no rosto, exatamente como algumas das mulheres que sobreviveram relataram. Por conta da “gótica”, citada anteriormente, ele sentia dor durante o ato sexual, segundo fontes e teses a impossibilidade do prazer é que fez de Francisco o famoso “Maníaco do Parque”.

Francisco de Assis Pereira, o "Maníaco do Parque", é um criminoso brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.

O psicopata já havia sido detido como suspeito, mas liberado logo depois. Ao ver seu retrato falado nos jornais, descrito por algumas mulheres sobreviventes de seus ataques, ele fugiu para o sul do país. Ao desaparecer, deixou apenas o jornal na sua mesa, o que alertou seus patrões (ele trabalhava como motoboy) que comunicaram a polícia que assim descobriram sua identidade. Durante a fuga, causou desconfiança aos moradores das cidades por onde passou, até que foi denunciado e preso, sendo posteriormente enviado para São Paulo.
 
Após ser capturado pela polícia, o que mais impressionou as autoridades foi como alguém feio, pobre, sem muita instrução, não portando revólver ou faca, conseguiu convencer nove mulheres, algumas até de classe média-alta e nível universitário, a subir na garupa de uma moto e ir para o meio do mato com um homem que tinham acabado de conhecer.
A história ganhou dimensão nacional quando a jornalista Angélica Santa Cruz, então repórter da revista Veja e hoje diretora de redação da Gloss, conseguiu acompanhar o depoimento reservado do criminoso. Na matéria de capa da Veja daquela semana estava uma foto do maníaco com a frase "Fui Eu".
 
O Maníaco do Parque, no interrogatório, relatou que era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir. Francisco cobria todas de elogios, se identificava como um fotógrafo de modarevista importante procurando novos talentos, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Dizia que era uma oportunidade única, algo predestinado, que não poderia ser desperdiçado.
 
Preso provisoriamente no presídio de Taubaté, que abriga os criminosos mais perigosos do Estado de São Paulo, Pereira chegou a ser dado como morto numa rebelião de presos ocorrida em dezembro de 2000. Mas, após uma série de desencontros, a direção da unidade confirmou que o motoboy, jurado de morte pelos outros presos, estava vivo. Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.







Francisco de Assis Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.

Patrícia Gonçalves Marinho, 24 anos,  em 17/04/1998, saiu da casa da avó Josefa, com quem morava e desapareceu. Seu corpo só foi descoberto em 28/07/1998. Estava jogado numa área deserta do Parque do Estado. Foi estuprada e morreu por estrangulamento. A identificação de Patrícia Gonçalves Marinho só foi possível porque ao lado do corpo foram encontradas roupas e bijuterias da moça.

Patrícia Gonçalves Marinho foi mais uma vítima do “maníaco do parque”, Francisco de Assis Pereira.

Francisco de Assis Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.



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