Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Fabiana Aparecida de Souza (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 23/07/2012

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1982 (30 anos)

Data de Falecimento: 23/07/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos, morreu após levar um tiro de fuzil 762, em um tiroteio na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), no Complexo do lemão, em 23 de julho de 2012.

O tiroteio que terminou com a morte da soldado  durou entre 30 a 40 minutos, de acordo com os policiais da região. De acordo com a PM, Fabiana estava com outros policiais do lado de fora da sede da UPP, quando o grupo foi surpreendido pelos criminosos. A assessoria da polícia também ressaltou que a ação dos criminosos foi tão rápida que não deu tempo dos policiais reagirem.
 
O policiamento foi reforçado em todo o entorno do Conjunto de Favelas do Alemão, na manhã desta terça. A todo instante circulam pelas principais vias da região patrulhas do 16º BPM (Olaria) e do 22º BPM (Maré).
No interior da favela, homens do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) vasculham ruas e becos atrás dos criminosos.
Moradores assustados, contam, sem se identificar, que a noite de segunda foi bastante tensa. O confronto, segundo policiais da UPP, começou por volta das 20h30, quando equipes em patrulhamento abordaram um grupo de cinco a seis homens na localidade conhecida como Pedra do Sapo. Os suspeitos trocaram tiros com os policiais. Um PM ficou ferido.
 
Ao sair do Instituto Médico-Legal (IML), na Leopoldina, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, por volta das 11h de terça-feira (24), a irmã da soldado Fabiana Aparecida de Souza pediu ação para que não morra outro polcial em serviço.

"Gostaria que isso não fosse uma coisa que acontecesse sempre na corporação. Que as medidas sejam tomadas para que as famílias não passe pelo o que estou passando", afirmou ela, cercada pelo menos oito policiais. A irmã da PM não teve o nome divulgado.
 
O conjunto de favelas do Alemão foi ocupado pelas Forças de Pacificação, em novembro de 2010. Na ocasião, a ação provocou uma fuga em massa de traficantes, cenas que percorreram o mundo.
O Exército saiu da região no início deste mês e deixou a segurança sob responsabilidade da PM. Até o momento, seis UPPs foram inauguradas nos complexos da Penha e do Alemão.
Em todo o Rio, já são 25 UPPs, beneficiando mais de 140 comunidades. Mais de 5.500 policiais estão nas áreas pacificadas.
 
O Batalhão de Operações Especiais (Bope) prendeu, na manhã desta terça-feira, três suspeitos pela morte da soldado Fabiana Aparecida de Souza. Um dos detidos é menor de idade. Ele foi encontrado com os pés feridos, em casa, após os policiais terem seguido as marcas de sangue no chão. Os outros dois presos são adultos e tinham antecedentes criminais.
 
Foram apreendidos ainda, na operação, material para embalar drogas, uma capa de colete à prova de balas, maconha e um explosivo. Fabiana foi a primeira policial de uma UPP morta desde a implantação das unidades e trabalhava no local há três meses.
 

Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos, morreu após levar um tiro de fuzil 762, em um tiroteio na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), no Complexo do Alemão, em 23 de julho de 2012.

O tiroteio que terminou com a morte da soldado  durou entre 30 a 40 minutos, de acordo com os policiais da região. De acordo com a PM, Fabiana estava com outros policiais do lado de fora da sede da UPP, quando o grupo foi surpreendido pelos criminosos. A assessoria da polícia também ressaltou que a ação dos criminosos foi tão rápida que não deu tempo dos policiais reagirem.

O policiamento foi reforçado em todo o entorno do Conjunto de Favelas do Alemão, na manhã desta terça. A todo instante circulam pelas principais vias da região patrulhas do 16º BPM (Olaria) e do 22º BPM (Maré).
No interior da favela, homens do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) vasculham ruas e becos atrás dos criminosos.
Moradores assustados, contam, sem se identificar, que a noite de segunda foi bastante tensa. O confronto, segundo policiais da UPP, começou por volta das 20h30, quando equipes em patrulhamento abordaram um grupo de cinco a seis homens na localidade conhecida como Pedra do Sapo. Os suspeitos trocaram tiros com os policiais. Um PM ficou ferido.
 
Ao sair do Instituto Médico-Legal (IML), na Leopoldina, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, por volta das 11h de terça-feira (24), a irmã da soldado Fabiana Aparecida de Souza pediu ação para que não morra outro polcial em serviço.

"Gostaria que isso não fosse uma coisa que acontecesse sempre na corporação. Que as medidas sejam tomadas para que as famílias não passe pelo o que estou passando", afirmou ela, cercada pelo menos oito policiais. A irmã da PM não teve o nome divulgado.
 
O Batalhão de Operações Especiais (Bope) prendeu, na manhã desta terça-feira, três suspeitos pela morte da soldado Fabiana Aparecida de Souza. Um dos detidos é menor de idade. Ele foi encontrado com os pés feridos, em casa, após os policiais terem seguido as marcas de sangue no chão. Os outros dois presos são adultos e tinham antecedentes criminais.
 
Foram apreendidos ainda, na operação, material para embalar drogas, uma capa de colete à prova de balas, maconha e um explosivo. Fabiana foi a primeira policial de uma UPP morta desde a implantação das unidades e trabalhava no local há três meses.
 


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