Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Estefani Vitoria Rochinski (Desaparecimento)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 04/05/2012

Localização: Porto Amazonas (PR)

Data de Nascimento: 00/00/2002 (15 anos)

Sexo: Feminino Feminino
 

A menina Stefani Vitória Rochinski, de dez anos, saiu de casa em Porto Amazonas (Campos Gerais) na manhã de 04/05/2012 para ir a escola e não voltou mais. As buscas estão sendo feitas desde a tarde do dia do desaparecimento, mas ainda não há pistas sobre o paradeiro da criança. Stefani saiu do sítio onde mora às 6h50 da manhã de sexta para tomar o ônibus que a levaria até o Colégio Estadual Coronel Amazonas, no centro da cidade. O ponto do ônibus fica distante cerca de um quilômetro da casa.

Ela vestia uma calça preta do uniforme escolar, uma blusa roxa, tênis brancos e carregava uma mochila marrom. “Nós temos, apenas, a informação de uma testemunha que disse ter visto a menina no ponto de ônibus [nas proximidades da Escola Estadual Deputado Olívio Belich] por volta das 7h00”, afirma a coordenadora do Conselho Tutelar de Porto Amazonas, Rafaela Sotoski. No entanto, a menina nem sequer chegou a embarcar no ônibus escolar.
 
“Na sexta-feira à noite e no sábado pela manhã, um carro de som circulou pela cidade informando do ocorrido. A população tem nos ajudado bastante. Populares estão fazendo buscas na mata próxima ao sítio”, relata Rafaela. A procura pela menina envolve, também, as polícias militar e civil da cidade, o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) do estado do Paraná.
 
O governador Beto Richa visitou no dia 11/05 o casal Zenilda e Edgar Rochinski, pais da menina Stefani Rochinski. Ele afirmou que determinou total empenho da polícia para resolver o caso. A delegada Valéria de Souza disse que essa é uma das maiores operações policiais da história do Paraná para buscar alguém desaparecido. São mais de 200 agentes envolvidos nas buscas.
 
O pai da menina Stefani Vitória Rochinski, Edigar Rochinski afirmou hoje estar pronto para receber qualquer notícia da filha, estando viva ou morta. 
 
De acordo com Rochiski, em entrevista à Banda B, a família vem tentando se acalmar e que eles já estão preparados para qualquer notícia sobre a filha. “Ainda não temos novidades, mas estamos entregando na mão de Deus, já estamos prontos para qualquer notícia. Se ela estiver morta, estamos prontos para a revelação. Se ela está viva e com alguém, a esperança de que ela volte para casa, continua”, afirmou.
 
As buscas por Stefani foram suspensas na segunda quinzena do mês de maio, mas a Polícia Civil continua as investigações do caso para encontrar os motivos do desaparecimento.
 
“Menina Alegre”
 
Segundo Rochinski, Stefani era uma menina muito alegre e que seu grande sonho era ser goleira de futebol. “Ela chegava da escola e corria para a frente da televisão, depois ela gostava de ir jogar bola com os amigos”, contou.
 
Ele afirmou ainda que a menina era tranquila e nunca demonstrou sinais de rebeldia. “Até para ir na casa das amigas aqui perto ela me avisava”, disse.
 
Suspeito
 
Em relação ao suspeito apontado pela Delegacia de Ponta Grossa como provável responsável pelo desaparecido, Roshinski disse que era um vizinho, mas que a família não tinha nenhum contato com ele. “Não tínhamos contato nenhum com ele, só conhecíamos de vista. A policia suspeitou dele, mas não conseguiu nenhuma prova para acusar ele”, lamentou.
 
Delegada acredita que ela está viva
 
A delegada responsável pelo caso, Valéria Padovani, afirmou que acredita que Stefani está viva.  A declaração foi dada ao site G1, de acordo com Padovani, após as buscas, ela acredita que Stefani deva estar em outra região. "Após as buscas exaustivas em Porto Amazonas, acreditamos que ela possa ter ido pra outra região. Nós acreditamos que ainda vamos encontrá-la com vida", afirmou a delegada.
 
O Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas (Sicride) divulgou em 28/06/2012 o retrato-falado de duas mulheres suspeitas de envolvimento no desaparecimento da menina Stefani Vitória Rochinski.
 
O retrato-falado das suspeitas foi feito com base no depoimento de uma testemunha que procurou o Sicride no início deste mês. Em depoimento, ela informou que viajava com carro em uma estrada, em uma localidade conhecida como Colônia Quero-Quero, quando o veículo apresentou problemas mecânicos.
 
A testemunha afirmou ter visto um Ford Focus preto estacionado na contramão da mesma estrada. Pouco depois, um Hyundai 130 teria chegado e parado perto. Uma mulher teria descido do veículo e ido em direção ao Focus, onde pegou uma menina loira que aparentava ser Stefani. De acordo com o relato da testemunha, a criança abraçou a mulher e parecia estar calma.
 
A polícia localizou também outra testemunha que disse ter visto um carro bege circulando em Porto Amazonas, nos dias que antecederam o desaparecimento de Stefani. De acordo com o Sicride, a mulher que estava no Ford Focus tinha pele morena, cabelos escuros, de estatura de cerca de 1,65m, pesando em torno de 60 quilos e com idade entre 40 e 45 anos. A mulher que estava no Hyundai seria loira, de cabelos curtos, com idade entre 40 e 50 anos. 
 
Informações que ajudem a polícia chegar às suspeitas podem ser repassadas anonimamente ao Sicride pelo telefone (41) 3224-6822.
 

Stefani Vitória Rochinski, 10 anos, saiu do sítio onde mora com a família às 6h50 de 4 de maio de 2012 para tomar o ônibus que a levaria ao Colégio Estadual Coronel Amazonas, no Centro de Porto Amazonas. O ponto fica a cerca de um quilômetro da casa da família da garota. A menina vestia uma calça preta do uniforme escolar, uma blusa roxa, tênis brancos e carregava uma mochila marrom. Uma testemunha disse ter visto Stefani no ponto, mas a criança não chegou a embarcar no ônibus.

Por uma semana, a polícia e o Corpo de Bombeiros fizeram buscas na zona rural de Porto Amazonas, mas Stefani não foi encontrada. Até mergulhadores chegaram a procurar a menina ao longo do Rio Iguaçu, que corta os limites do município. Um suspeito chegou a ser preso pela polícia, mas foi liberado por falta de provas.

Quem tiver alguma pista ou informação sobre a menina pode ligar diretamente para o Sicride no telefone: (41) 3224-6822.  



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