Raquel Mota Rodrigues, 23 anos, queria ganhar dinheiro para ajudar a família, que vive em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Nos finais de semana, Raquel Mota Rodrigues, costumava frequentar barzinhos com três amigas. Nunca chegou em casa depois da meia-noite. Em 09/01/1998, por volta das 20h, saiu da loja de móveis onde trabalhava como vendedora, no bairro de Pinheiros, Zona Oeste da capital paulista. Raquel Mota Rodrigues ao desembarcar na Estação Jabaquara do metrô, já quase em casa, telefonou para a prima avisando que conhecera um rapaz e que aceitara posar de modelo para ele em Diadema, na Grande São Paulo. "Disse que era melhor ela não ir", lembra Lígia. Era muito arriscado sair com um desconhecido. "É, eu não vou", respondeu a garota. Raquel Mota Rodrigues nunca mais apareceu. Seu corpo foi encontrado no matagal do Parque do Estado em 16/01/1998.
Raquel Mota Rodrigues foi mais uma vítima do "maníaco do Parque", Francisco de Assis Pereira.
Francisco de Assis Pereira, o maníaco do parque, tem em sua infância traumas sexuais como a maioria dos serial killers. Uma tia materna o teria molestado sexualmente na infância e com isso ele teria desenvolvido uma fixação em seios. Já adulto, um patrão o teria seduzido, o que levou ao interesse por relações homossexuais, e uma gótica teria quase arrancado seu pênis com uma mordida, fazendo com ele tivesse medo da perda do membro viril. Além da ocorrência de uma desilusão amorosa que marcou sua vida. Antes dos crimes ele também mostrou seu outro lado. Thayná, um travesti com quem viveu por mais de um ano, constantemente apanhava de Francisco recebendo socos no estômago e tapas no rosto, exatamente como algumas das mulheres que sobreviveram relataram. Por conta da “gótica”, citada anteriormente, ele sentia dor durante o ato sexual, segundo fontes e teses a impossibilidade do prazer é que fez de Francisco o famoso “Maníaco do Parque”.


Francisco de Assis Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.
Raquel Mota Rodrigues, 23 anos, foi estuprada e morta por Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque em 09/01/1998.
Francisco de Assis Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.