Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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André Caldeira Brant (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 11/04/2011

Localização: Conselheiro Pena (MG)

Data de Nascimento: 00/00/1989 (22 anos)

Data de Falecimento: 11/04/2011

Sexo: Masculino Masculino
 

O corpo do detetive André Caldeira Brant foi encontrado na manhã do dia 13 de abril de 2011, 2 dias após o crime, estava nos fundos de uma lagoa, com mais de 30 metros de profundidade. 

Informações preliminares da polícia indicam que a vítima foi assassinada com dois tiros e uma facada pelo marido da suposta amante, a agente penitenciária Andréia de Souza, 24 anos. Andréia foi presa por suspeita de envolvimento no crime. O marido dela fugiu. O investigador é de Governador Valadares, mas estava lotado em Conselheiro Pena, onde também trabalhava e morava a agente. Segundo o delegado Luciano Cunha de Lima, o corpo estava amarrado a barras de ferro pelos pés e cabeça e foi localizado no fundo da lagoa – que tem 50 metros de profundidade, água turva e fica em uma lavra desativada, a 10 quilômetros de Galileia.

O detetive passou a ser considerado desaparecido na segunda-feira, depois de faltar ao trabalho e não ser visto na cidade. No dia seguinte, as investigações levaram a polícia à lagoa. Menos de 24 horas após o início das buscas, bombeiros acharam o corpo, com duas perfurações a bala e uma faca cravada no peito. A Polícia Civil usou a substância química luminol e encontrou vestígios de sangue na casa dos suspeitos. Em princípio, o homicídio teria acontecido após Geovando flagrar, na própria casa, a mulher e o investigador. Em depoimento à polícia, a agente teria confessado o relacionamento amoroso. Também teria contado que foi pega de surpresa pelo marido, junto com André, na madrugada de domingo. Geovando vive da venda de terras e carros e, por isso, viajava com frequência. Mas teria voltado antes da data marcada. Segundo Andréia, após o assassinato de André, ela teria sido obrigada pelo marido, após ameaças, a acompanhá-lo até o local onde o corpo foi ocultado.
O velório do policial André Brant deixou a capela do cemitério movimentada. Amigos e parentes que vieram se despedir do rapaz, de 22 anos.

Após o velório de André, os policiais retornaram para a delegacia regional de Governador Valadares para fazer a apresentação de Geovando, marido da agente penitenciária. Ele foi encontrado no Espírito Santo, na cidade de Vila Velha, e trazido nas viaturas da Policia Civil para Governador Valadares. Na casa de parentes, a polícia também encontrou a arma que pertencia ao detetive André Brant.

JURI – O casal acusado de matar o investigador da Polícia Civil, André Caldeira Brant, de 22 anos, no dia 9 de abril de 2011, foi condenado à prisão. O empresário Geovando Ferreira Terra, de 35 anos, o “Gil”, deverá ficar nove anos e meio na cadeia e a namorada dele, a ex-agente penitenciaria Andréia de Souza Santos, de 25, foi condenada a três anos e meio.  ". A sentença não agradou a família de André Caldeira Brant, que já pensa em recorrer da decisão. “A sensação é de impunidade. Só nós fomos punidos”, disse a mãe do investigador, Maria do Socorro Brant.

Segundo o advogado Elídio Ferreira da Silva, que atuou como assistente do Ministério Público na acusação, "Gil" foi condenado por homicídio simples e ocultação de cadáver, pena que somada rendeu dez anos e meio de prisão ao acusado. No entanto, ele foi beneficiado pela confissão espontânea que reduziu a pena em um ano, devendo cumprir nove anos e seis meses. Já a ex-agente penitenciária Andréia de Souza Santos foi condenada pela ocultação de cadáver e fraude processual. Ela cumprirá os três anos e meio em regime inicialmente aberto. A ex-agente não compareceu ao julgamento e foi representada pelo advogado Thiago Aercio de Queiroz.

“Nós é que fomos condenados pela criação, valores que temos e repassamos ao nosso filho. É o preço por ter colocado uma pessoa de bem na sociedade e prepará-la para servir ao próximo, tanto que escolheu trabalhar na segurança pública”, disse a mãe.

 

O corpo do detetive André Caldeira Brant foi encontrado na manhã do dia 13 de abril de 2011, dois dias após o crime, estava nos fundos de uma lagoa, com mais de 30 metros de profundidade. 

O casal acusado de matar o investigador da Polícia Civil, André Caldeira Brant, de 22 anos, no dia 9 de abril de 2011, foi condenado à prisão.

O empresário Geovando Ferreira Terra, de 35 anos, o “Gil”, deverá ficar nove anos e meio na cadeia e a namorada dele, a ex-agente penitenciaria Andréia de Souza Santos, de 25, foi condenada a três anos e meio.  ". A sentença não agradou a família de André Caldeira Brant, que já pensa em recorrer da decisão. “A sensação é de impunidade. Só nós fomos punidos”, disse a mãe do investigador, Maria do Socorro Brant.

Segundo o advogado Elídio Ferreira da Silva, que atuou como assistente do Ministério Público na acusação, "Gil" foi condenado por homicídio simples e ocultação de cadáver, pena que somada rendeu dez anos e meio de prisão ao acusado. No entanto, ele foi beneficiado pela confissão espontânea que reduziu a pena em um ano, devendo cumprir nove anos e seis meses. Já a ex-agente penitenciária Andréia de Souza Santos foi condenada pela ocultação de cadáver e fraude processual. Ela cumprirá os três anos e meio em regime inicialmente aberto. A ex-agente não compareceu ao julgamento e foi representada pelo advogado Thiago Aercio de Queiroz.

“Nós é que fomos condenados pela criação, valores que temos e repassamos ao nosso filho. É o preço por ter colocado uma pessoa de bem na sociedade e prepará-la para servir ao próximo, tanto que escolheu trabalhar na segurança pública”, disse a mãe.
 



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