Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Humberto José Figueiras Barrense (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 14/02/2010

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1970 (40 anos)

Data de Falecimento: 14/02/2010

Sexo: Masculino Masculino
 

O policial federal Humberto José Figueiras Barrense, de 40 anos, morreu na madrugada de 14 de fevereiro de 2010, após ser baleado quatro vezes por Leonardo Schmitt, outro policial federal, de 26 anos.

Humberto foi levado ao Hospital Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. A vítima trabalhava no Aeroporto do Galeão, no Rio. Leonardo Schmitt , o agente que teria disparado contra ele seria de Manaus e estaria de férias no Rio. Leonardo Schmitt é irmão de um dos sócios da empresa que organizou o evento.
 
No momento dos disparos, houve correria e gritos mas, segundo testemunhas, a festa não foi interrompida por causa do crime. Cerca de quatro mil pessoas estavam no local na hora da confusão. Em comunicado, organizadores do Rio Music Conference afirmam que, assim que chegaram ao evento, foi solicitado aos dois policiais que não entrassem com suas armas. Ambos se negaram
 
Preso, o agente Leonardo Schmidt confessou que fez quatro disparos que mataram Humberto. Segundo o delegado Felipe Ettore, da Delegacia de Homicídios da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, Leonardo foi preso em flagrante e vai responder por homicídio. Ele foi transferido na tarde de 14/02 para o presídio de Bangu 8, na Zona Oeste.
 
Em depoimento, Leonardo Schimitt apresentou versões diferentes para o assassinato e alegou que o crime ocorreu quando ele defendia um procurador de Justiça.
 
Primeiro, Leonardo declarou à Polícia Federal do Amazonas, onde trabalha, que um homem aparentemente embriagado estaria causando tumulto na festa e teria chegado a desacatar o procurador de Justiça Márcio Mothé. Disse ainda que teria tentado tranquilizá-lo, mas o homem teria sacado uma pistola e, em legítima defesa, foi obrigado a baleá-lo. Só depois, segundo ele, descobriu que se tratava de outro agente federal.
 
No entanto, no depoimento à Polícia Civil do Rio, feito horas depois, além de não citar o episódio envolvendo o procurador de Justiça, Leonardo afirmou que chegou a se identificar como colega de trabalho de Humberto, que tinha se envolvido em tumultos e estava muito agressivo. E que, em seguida, os dois teriam começado a discutir. Segundo ele, quando percebeu que Humberto estava com a mão numa arma, sacou primeiro e disparou três vezes.
 
Segundo a namorada de Humberto, Carla Leitte, o agente Leonardo apareceu de repente e deu quatro tiros.
 
Humberto, que trabalhava no Aeroporto Internacional Tom Jobim, foi enterrado na segunda-feira (15/02) no Cemitério São João Batista, em Botafogo. Humberto deixou uma filha de 9 anos. 
 
A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio negou no dia 2 de março de 2010 a concessão de habeas corpus em favor do policial federal Leonardo Schimitt, de 26 anos, preso em flagrante após matar a tiros o também policial federal Humberto José Figueira Barrense. De acordo com o relator do recurso, desembargador Siro Darlan, a manutenção da prisão se faz necessária para garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal, não havendo constrangimento ilegal.
 
Os advogados do policial pediam a sua liberdade provisória sob a alegação de que ele teria agido em legítima defesa. Argumentaram ainda a desnecessidade da manutenção da prisão em razão de Leonardo ter bons antecedentes, ser primário, ter ocupação lícita e residência fixa, afirmando que a decisão da juíza que estava no Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça no dia 16 de fevereiro não teria sido fundamentada.
 
No entanto, de acordo com o desembargador Siro Darlan, há no processo informações de que Humberto e Leonardo teriam entrado armados na festa em que estavam cerca de quatro mil pessoas. Chamado por seu irmão Pedro Maia Schimitt - organizador do evento e que também está preso - Leonardo teria abordado Humberto, que se recusava a sair do local, sacado a arma e efetuado os disparos.
 
"Não há que se falar em ofensa ao princípio da presunção de inocência. Os bons antecedentes, a mera primariedade, o exercício de função lícita e o fato de ter residência fixa não impedem a prisão cautelar quando esta se faz necessária", ressaltou Siro Darlan. Segundo o desembargador, o fato de a 1ª Vara Criminal do Rio já ter recebido a denúncia do Ministério Público estadual e mantido a prisão deixa prejudicado o pedido dos advogados.
 
"Há indícios suficientes de autoria delitiva e existe o perigo de liberdade que poderá comprometer o desenvolvimento do processo, já que o indivíduo ou qualquer pessoa em seu nome poderia constranger testemunhas", destacou.
 
Leonardo e seu irmão Pedro foram denunciados pelo Ministério Público pela prática de homicídio qualificado por motivo fútil. Também foram arrolados no processo o técnico em informática Israel Costa Chaves, de 31 anos, e Ana Cristina da Costa, de 38 anos, promotora do evento. Segundo a denúncia, a pedido de Ana, Israel teria apagado do sistema de informática as imagens do crime registradas pelo circuito de segurança, o que caracterizaria fraude processual. Israel e Ana estão em liberdade.
 
Leonardo admitiu que atirara em Barrense, mas alegou legítima defesa. Organizador do evento, Pedro Maia foi denunciado como co-autor do homicídio: ele teria induzido o irmão a atirar na vítima. 
 
Os dois irmãos, que chegaram a ser presos, estão em liberdade provisória. Em 2010, o empresário foi considerado foragido, porque demorou três dias para se entregar.
 
Acusado pelo homicídio do policial federal Humberto José Figueira Barrense, o produtor de eventos Pedro Maia Schmitt recebeu, no dia 19 de março de 2012, a Medalha Pedro Ernesto concedida pela Câmara Municipal.
Proposta pelo então vereador Marcelo Arar, do PT, e aprovada por seus colegas, a condecoração, segundo o site da Câmara, é “a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional”.
Ao apresentar sua proposta de homenagem a Pedro Maia, Arar (que voltou a ser suplente de vereador), contou com o apoio de 17 colegas. O requerimento foi aprovado no dia 1º de março de 2012, aniversário do Rio. 
 

O policial federal Humberto José Figueiras Barrense, de 40 anos, morreu na madrugada de 14 de fevereiro de 2010, após ser baleado quatro vezes por Leonardo Schmitt, outro policial federal, de 26 anos.

Humberto foi levado ao Hospital Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. A vítima trabalhava no Aeroporto do Galeão, no Rio. Leonardo Schmitt , o agente que teria disparado contra ele seria de Manaus e estaria de férias no Rio. Leonardo Schmitt é irmão de um dos sócios da empresa que organizou o evento.

Leonardo e seu irmão Pedro foram denunciados pelo Ministério Público pela prática de homicídio qualificado por motivo fútil. Também foram arrolados no processo o técnico em informática Israel Costa Chaves, de 31 anos, e Ana Cristina da Costa, de 38 anos, promotora do evento. Segundo a denúncia, a pedido de Ana, Israel teria apagado do sistema de informática as imagens do crime registradas pelo circuito de segurança, o que caracterizaria fraude processual. Israel e Ana estão em liberdade.
 
Leonardo admitiu que atirara em Barrense, mas alegou legítima defesa. Organizador do evento, Pedro Maia foi denunciado como co-autor do homicídio: ele teria induzido o irmão a atirar na vítima. 
 
Os dois irmãos, que chegaram a ser presos, estão em liberdade provisória. Em 2010, o empresário foi considerado foragido, porque demorou três dias para se entregar. 
 
Acusado pelo homicídio do policial federal Humberto José Figueira Barrense, o produtor de eventos Pedro Maia Schmitt recebeu, no dia 19 de março de 2012, a Medalha Pedro Ernesto concedida pela Câmara Municipal.
Proposta pelo então vereador Marcelo Arar, do PT, e aprovada por seus colegas, a condecoração, segundo o site da Câmara, é “a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional”.
Ao apresentar sua proposta de homenagem a Pedro Maia, Arar (que voltou a ser suplente de vereador), contou com o apoio de 17 colegas. O requerimento foi aprovado no dia 1º de março de 2012, aniversário do Rio. 


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