Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Yago Batista de Souza (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 14/04/2012

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1995 (17 anos)

Data de Falecimento: 14/04/2012

Sexo: Masculino Masculino
 

Yago Batista de Souza, de 17 anos. Ele morreu após ser baleado no sábado (14) por um policial militar em frente ao prédio onde morava, em Itaquera, também na Zona Leste. Segundo a PM, o disparo foi acidental. O soldado foi preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e foi transferido para o Presídio Militar Romão Gomes.

O soldado, identificado apenas como Bueno, afirma que o tiro foi acidental. Familiares e amigos da vítima contestam a versão. 

Familiares de Yago Batista de Souza afirmaram que o policial apontou a arma para o adolescente antes de atirar. Segundo Leandro Batista Lamins, 30 anos, irmão da vítima, o policial estava no volante do carro, colocou a arma para fora da janela e atirou na vítima. De acordo com Lamins, essa versão foi contada na delegacia por dois adolescentes que estavam ao lado de Yago quando ele foi atingido. O irmão afirma que Yago estava sentado em frente a uma escola e se preparava para ir jogar futebol quando foi abordado pela PM. 

Após a morte do jovem, moradores do conjunto habitacional José Bonifácio, onde o jovem morava, bloquearam a Rua Virgínia Ferni e colocaram fogo em madeiras e pneus. Policiais militares fizeram uma barreira para conter os manifestantes.

No asfalto e nos muros, pichações mostravam a indignação pela morte de Yago Batista de Souza. As marcas de sangue ficaram na calçada. Segundo a PM, o policial estava em uma operação de rotina e não tinha a intenção de atirar. "O disparo foi acidental. Provavelmente, o rapaz deve ter feito algum gesto brusco", disse o major da PM Vagner Seraphim Queiroz.

O corpo de Yago Batista de Souza foi velado no cemitério da Vila Formosa, na Vila Formosa, zona leste de São Paulo, na noite de domingo (15). 
O sepultamento aconteceu às 7h de segunda-feira (16) no mesmo local. As informações foram passadas pela filha do síndico do prédio onde o jovem morava com os pais. Segundo ela, a família colocou um cartaz no local com as informações sobre o velório. O IML (Instituto Médico Legal) Leste não quis passar informações.
 
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, lamentou a morte. De acordo com nota, o governo diz que "a responsabilidade do Estado é inegável e, portanto, o governador determinou a imediata instauração de procedimento com vistas ao pagamento de indenização do Estado à família da vitima".
 
A missa acontecerá hoje (20/04) às 19h na Igreja Santo Agostinho, situada a Rua Virgínia Ferni, em Itaquera, São Paulo-SP.
 
Integrantes do UDVV (União em Defesa das Vítimas de Violência) presidido pela deputada federal Keiko Ota, que sabe bem o que é perder um filho para a violência, estarão presentes à missa para prestarem apoio e solidariedade aos pais e à família do adolescente assassinado.

Yago Batista de Souza, de 17 anos. Ele morreu após ser baleado no sábado (14) por um policial militar em frente ao prédio onde morava, em Itaquera, também na Zona Leste. Segundo a PM, o disparo foi acidental. O soldado foi preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e foi transferido para o Presídio Militar Romão Gomes.

O soldado, identificado apenas como Bueno, afirma que o tiro foi acidental. Familiares e amigos da vítima contestam a versão. 

Familiares de Yago Batista de Souza afirmaram que o policial apontou a arma para o adolescente antes de atirar. Segundo Leandro Batista Lamins, 30 anos, irmão da vítima, o policial estava no volante do carro, colocou a arma para fora da janela e atirou na vítima. De acordo com Lamins, essa versão foi contada na delegacia por dois adolescentes que estavam ao lado de Yago quando ele foi atingido. O irmão afirma que Yago estava sentado em frente a uma escola e se preparava para ir jogar futebol quando foi abordado pela PM. 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, lamentou a morte. De acordo com nota, o governo diz que "a responsabilidade do Estado é inegável e, portanto, o governador determinou a imediata instauração de procedimento com vistas ao pagamento de indenização do Estado à família da vitima".



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