Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Daniela Cristina Costa Nery (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 14/07/2007

Localização: Petrópolis (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1976 (31 anos)

Data de Falecimento: 14/07/2007

Sexo: Feminino Feminino
 

Daniela Cristina Costa Nery, de 31 anos,  e Mirela Rabelo Portugal, de 22, saíam de uma boate em Itaipava quando foram atingidas por um automóvel em alta velocidade, conduzido por Pedro Luiz de Miranda Mack, que se encontrava alcoolizado, após sair de uma outra boate. As jovens nem sequer iniciaram a travessia, sendo Mirela, arremessada à 25 metros, e Daniela à 12 metros, o impacto foi tão forte que ambas morreram na hora. O motorista não tentou frear o veículo, segundo todos os depoimentos que constam no processo e fugiu do local sem prestar socorro. O atropelador foi para casa, onde foi localizado pela polícia. 7 horas após o atropelamento ele compareceu à delegacia, escoltado por dois policiais, juntamente com o seu pai e dois advogados e estranhamente não foi realizado o exame de alcoolemia, sua carteira não foi apreendida e foi liberado como se nada tivesse acontecido.

O inquérito transcorreu normalmente, as provas foram colhidas confirmando a embriaguez do atropelador, o excesso de velocidade, a irresponsabilidade e a frieza do mesmo. O processo encontra-se em trâmite na 1ª Vara Criminal da Comarca de Petrópolis. Ele foi denunciado no dolo eventual, já foi pronunciado, houve recurso para 2ª Instância onde foi mantida a pronuncia e inadmitidos os recursos especial e extraordinário. Sendo assim o jovem irá a júri popular, e a família aguarda ansiosamente que a justiça seja feita. 

O atropelador agiu e age friamente, não procurou a família em nenhum momento para prestar solidariedade e ainda encara a situação com risos e descaso, vivendo tranquilamente, inclusive dirigindo mesmo com sua carteira apreendida por ordem judicial. 

As famílias continuam lutando para que a justiça seja feita, e para que outras famílias não venham sofrer a dor de uma perda irreparável, causada pela irresponsabilidade e impunidade no trânsito que é a maior causadora de tragédias como essa, pois vidas humanas jamais poderão ser medidas por cestas básicas e prestação de serviços.

Pois um carro conduzido por uma pessoa alcoolizada de forma irresponsável é equivalente a uma arma, no entanto, crimes como esse não podem ser considerados fatalidade e crime culposo, pois quem age dessa forma assume o risco, devendo portanto ser punido da mesma forma que no homicídio doloso, pois este atropelador é assassino da mesma forma daquele que usa uma arma para matar.

A tragédia chocou a cidade de Petrópolis, pois as duas eram jovens, muito queridas, tinham muitos amigos, muitos sonhos que terminaram naquela triste madrugada. 

Daniela Cristina Costa Nery e Mirela Rabelo Portugal são mais duas vítimas da irresponsabilidade do trânsito no Brasil.

Mirela Rabelo Portugal de 22 anos e Daniela Cristina Costa Nery de 31 anos, saíam de uma boate em Itaipava quando foram atingidas por um automóvel em alta velocidade, conduzido por Pedro Luiz de Miranda Mack, que se encontrava alcoolizado. O crime aconteceu no dia 14/07/2007 em Petrópolis-RJ. 

Daniela Cristina Costa Nery, de 31 anos,  e Mirela Rabelo Portugal, de 22, foram atropeladas e mortas na saída de uma boate em Itaipava, por um jovem que dirigia alcoolizado e em altíssima velocidade, não prestando socorro as vítimas. O crime aconteceu no dia 14/07/2007 em Petrópolis-RJ. 

O inquérito transcorreu normalmente, as provas foram colhidas confirmando a embriaguez do atropelador, o excesso de velocidade, a irresponsabilidade e a frieza do mesmo. O processo encontra-se em trâmite na 1ª Vara Criminal da Comarca de Petrópolis. Ele foi denunciado no dolo eventual, já foi pronunciado, houve recurso para 2ª Instância onde foi mantida a pronuncia e inadmitidos os recursos especial e extraordinário. Sendo assim o jovem irá a júri popular, e a família aguarda ansiosamente que a justiça seja feita. 



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