Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
Blog Blog   |   Fale Conosco Fale Conosco   |   Cadastro Cadastro   |   Depoimento Depoimento
 
 
 
Você está em: Inicial > memorial > perfil.php

Denise Quioca (Assassinato)



 


Participe Participe cadastrando seu caso de impunidade.

Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 23/12/2010

Localização: Guarulhos (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1982 (28 anos)

Data de Falecimento: 23/12/2010

Sexo: Feminino Feminino
 
A delegada Denise Quioca, 28, morta a tiros pelo ex-namorado dentro do 1º DP de Guarulhos (Grande SP), na madrugada de 23 de dezembro de 2010, havia registrado pelo menos dois boletins de ocorrência contra ele, um deles de agressão.
 
No dia 18 de setembro, Denise havia registrado um boletim de violência doméstica na Corregedoria da Polícia Civil contra Fábio Agostine Macedo, 33. De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública, ele era investigador da polícia desde 1997 e foi expulso da corporação por abuso de autoridade, lesão corporal e porte ilegal de arma.

No boletim, a delegada relata que Macedo a impedia de terminar o relacionamento, que durou cerca de 9 anos, e a teria agredido dentro de um hotel, no centro de Guarulhos.

Segundo o delegado Jorge Carrasco, a ação foi um crime premeditado.

Ele chegou com o próprio carro na delegacia. Na sala da delegada, os dois conversaram e, em seguida, discutiram. Ele foi até o banheiro e saiu atirando contra Denise. As marcas dos disparos ficaram na mesa de trabalho, nos armários e no chão. Ela foi atingida com pelo menos 17 disparos e morreu na hora.
 
O assassino se entregou para os policiais do plantão e saiu algemado para a Corregedoria da Polícia Civil. As armas usadas no crime eram da polícia e foram apreendidas. Ele foi exonerado da Polícia Civil no dia 9 de dezembro de 2010 depois de responder processo por agressão, porte ilegal de arma e abuso de autoridade.
 
O ex-investigador do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) também é réu em um processo de tráfico de drogas que corre pela justiça de Mauá, no ABC. Em setembro, a delegada prestou queixa contra o ex-namorado depois de ser agredida durante uma discussão.
 
Em 17 de junho de 2011 a justiça decidiu mandar o acusado pela morte de Denise Quioca à júri popular.
 
Um ano após o assassinato da delegada Denise Quioca, o Ministério Público e a Polícia Civil investigam a possibilidade de mais uma pessoa ter participado do crime que chocou a cidade.
 
A informação foi dada pelo advogado da família de Denise, Cristiano Medina da Rocha, em entrevista coletiva convocada pela irmã da delegada, Andresa Quioca, em dezembro de 2011. Conforme Rocha, o ex-investigador da Polícia Civil Fábio Agostino Macedo recebeu uma ligação em seu celular momentos antes dele disparar várias vezes em Denise e, após detido, a chave do veículo não foi apreendida. "
 
Apreenderam tudo o que tinha no carro dele na manhã do crime. Apreenderam um pen drive, roupas, mas a chave do carro não. Onde estava a chave se não estava nem com o Fabio e nem no carro?". Quanto a expectativa do julgamento do acusado, o advogado prevê que deva acontecer no primeiro semestre de 2012, uma vez que Fabio Agostino Macedo está detido e o juíz Leandro Jorge Bittencourt Cano, do Fórum de Guarulhos, já determinou o júri popular. "A defesa do Fabio entrou com um recurso que deverá ser apreciado nos três primeiros meses do ano que vem. Após isso, o juiz Leandro Bittencourt põe o julgamento na pauta. Acredito que aconteça no primeiro semestre ainda", opinou.
 
O advogado da família de Denise falou também que vai entrar com processo contra o Estado de São Paulo, uma vez que entende que houve falha da Corregedoria da Polícia Civil na proteção da delegada. "Denise tinha feito boletins de ocorrência contra o Fábio e nem a Lei Maria da Penha foi aplicada. Ele tinha sido expulso da Polícia e ainda estava de posse das armas pertencentes a coorporação. O Estado foi avisado e não tomou atitude", informou.
E afirmou que o acusado é “um sádico”. “Ele matou Denise próximo do natal para marcar a família para sempre. Ele ainda usou armas do estado para matar Denise. Isso, creio, foi para afrontar o estado”, explicou. 
 
A gerente Andresa Quioca, 35, irmã de Denise, conta que a família ainda sofre com a morte da delegada. "São os piores dias das nossas vidas. Meus pais vivem a base de calmantes", diz. Ela conta que Fábio chegou a ameaçar matar o filho dela de três anos. "Disse que iria cortar a cabeça do meu filho para jogar bola. Na época tive que pedir para a diretora da escola não liberar ele para ninguém", afirma.
 
O advogado Cristiano Medina da Rocha, advogado da família da delegada Denise Quioca - morta pelo ex-namorado em dezembro de 2010 - concedeu entrevista coletiva na manhã de ontem, em seu escritório no Centro da cidade, para falar sobre a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que manteve as qualificadoras de homicídio triplamente qualificado pronunciadas pelo Ministério Público (MP) ao réu Fábio Agostino Macedo, acusado de assassinar a delegada. Segundo Medina, a decisão do TJ representou a primeira vitória no processo. "Mesmo sabendo que a defesa pode tentar desqualificar as qualificadoras no julgamento, foi uma vitória para nós a decisão dos desembargadores em mantê-las. Acredito que o acusado pode receber 30 anos de pena", comentou.
 
A defesa do acusado tentou, junto ao TJ, retirar algumas qualificadoras após a pronúncia do MP mas, por unanimidade, os três desembargadores do Tribunal (Alberto Viegas, Nilton Oliveira Neves e Otávio Almeida Toledo) decidiram manter todas as acusações de que Fábio matou a Denise por motivos torpe, com crueladade e que impossibilitou a defesa da vítima.
 
Em junho de 2011 o juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano, do Fórum de Guarulhos, já havia decidido mandar o réu a júri popular e, a expectativa agora é para a data do julgamento que pode ser realizado ainda este ano (2012). "Até a semana que vem acredito que o processo já volte ao Fórum de Guarulhos e o juiz Leandro Cano deve marcar o julgamento para setembro ou Outubro deste ano", analisou Medina.
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1, Guarulhos Web e Repórter News  

Andresa Quioca e a irmã de Denise Quioca

Andresa Quioca, irmã de Denise e o advogado da família, Dr. Cristiano Medina da Rocha.

Fábio Agostine Macedo, 33, acusado de assassinar a delegada Denise Quioca, 28 anos, morta a tiros dentro do 1º DP de Guarulhos (Grande SP), na madrugada de 23 de dezembro de 2010.

A delegada Denise Quioca, 28, morta a tiros pelo ex-namorado dentro do 1º DP de Guarulhos (Grande SP), na madrugada de 23 de dezembro de 2010, havia registrado pelo menos dois boletins de ocorrência contra ele, um deles de agressão.

Segundo o delegado Jorge Carrasco, a ação foi um crime premeditado.
Ele chegou com o próprio carro na delegacia. Na sala da delegada, os dois conversaram e, em seguida, discutiram. Ele foi até o banheiro e saiu atirando contraDenise. As marcas dos disparos ficaram na mesa de trabalho, nos armários e no chão. Ela foi atingida com pelo menos 17 disparos e morreu na hora.
 
O assassino se entregou para os policiais do plantão e saiu algemado para a Corregedoria da Polícia Civil. As armas usadas no crime eram da polícia e foram apreendidas. Ele foi exonerado da Polícia Civil no dia 9 de dezembro de 2010 depois de responder processo por agressão, porte ilegal de arma e abuso de autoridade.
 
Em 17 de junho de 2011 o juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano, do Fórum de Guarulhos, já havia decidido mandar o réu a júri popular e, a expectativa agora é para a data do julgamento que pode ser realizado ainda este ano (2012). "Até a semana que vem acredito que o processo já volte ao Fórum de Guarulhos e o juiz Leandro Cano deve marcar o julgamento para setembro ou Outubro deste ano", analisou Medina. 
 
O advogado da família de Denise, Cristiano Medina da Rocha, disse em entrevista coletiva dada em dezembro de 2011 que prevê que o julgamento deva acontecer no primeiro semestre de 2012, uma vez que Fabio Agostino Macedo está detido e o juíz Leandro Jorge Bittencourt Cano, do Fórum de Guarulhos, já determinou o júri popular. "A defesa do Fabio entrou com um recurso que deverá ser apreciado nos três primeiros meses do ano que vem. Após isso, o juiz Leandro Bittencourt põe o julgamento na pauta. Acredito que aconteça no primeiro semestre ainda", opinou.
 
O advogado da família de Denise falou também que vai entrar com processo contra o Estado de São Paulo, uma vez que entende que houve falha da Corregedoria da Polícia Civil na proteção da delegada. "Denise tinha feito boletins de ocorrência contra o Fábio e nem a Lei Maria da Penha foi aplicada. Ele tinha sido expulso da Polícia e ainda estava de posse das armas pertencentes a coorporação. O Estado foi avisado e não tomou atitude", informou.
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1, Guarulhos Web e Repórter News
 


Não será publicado.




Desejo Receber Informativos (não enviamos SPAM)





Rodrigo de Andrade Bezerra Josenildo José Ferreira de Oliveira Jeniffer Corneau Viturino Rodrigo da Silva Netto Daniel Duque Pittman Ana Paula Moreno Germano Igor Galleti Pinto Bruno Fonseca de Almeida Geralda Lúcia Ferraz Guabiraba Délio Márcio Rodrigues de Souza Sônia Regina de Oliveira Luiz Augusto Antunes Guedes Mário dos Santos Sampaio Liliane de Assis Lopes Caroline Silva Lee Adrielly dos Santos Vieira Renata de Cássia Yoshifusa Renan Rodrigues da Silva Quênia Rosa Santos Leila Patricia de Jesus Faria Silva André Luiz Lemos da Costa
 
Blogger   Youtube   Facebook   Twitter   RSS