Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
Blog Blog   |   Fale Conosco Fale Conosco   |   Cadastro Cadastro   |   Depoimento Depoimento
 
 
 
Você está em: Inicial > memorial > perfil.php

Fábio Luiz Carriço Cunha (Latrocínio)



 


Participe Participe cadastrando seu caso de impunidade.

Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Fábio Luiz Carriço Cunha
Data do Ocorrido: 13/03/2012

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1968 (44 anos)

Data de Falecimento: 13/03/2012

Sexo: Masculino Masculino
 

Fábio Luiz Carriço Cunha, de 44 anos foi assassinado em um dos acessos à Ponte Rio-Niterói, no Caju, na noite de 13 de março de 2012, a menos de 100 metros de uma cabine da Polícia Rodoviária Federal, que estava fechada. De acordo com testemunhas, Fábio Luiz  trafegava pela via em sua moto quando dois homens, também em uma motocicleta, emparelharam. O carona disparou três vezes contra a vítima, conseguindo acertar apenas um dos tiros. Fábio foi atingido na lateral do tórax e morreu na hora.

O crime aconteceu pouco depois das 19h, com o trânsito intenso. Segundo a a Polícia Militar, os bandidos fugiram em direção ao Parque Alegria, também no Caju. Eles fugiram pela contramão, sem levar qualquer pertence do morto.
 
Segundo a família de Fábio, que era casado e pai de dois filhos, ele trabalhava no Rio como gerente de planejamento de uma empresa de petróleo e gás, na Barra da Tijuca. No momento do crime, ele voltava para sua casa em São Gonçalo.
 
A Polícia Rodoviária Federal informou que a cabine funciona como um ponto de apoio operacional e que o local onde o engenheiro foi assassinado é de responsabilidade da PM.
 
O velório e sepultamento do corpo de Fábio Luiz Carriço Cunha foi realizado no cemitério Parque da Paz, às 17h de 13/03, em São Gonçalo.
 
Casado, pai de dois filhos, Fabio Luiz trabalhava em uma empresa do setor de petróleo e gás. Era gerente de planejamento. Chegou a dizer para a família que temia pela violência no Rio. E garantiu que não resistiria, se um dia viesse a ser assaltado.
“Saia de casa e já dizia: ‘se alguém tentar me assaltar, eu largo essa moto e não importa. O que é mais importante é a minha vida e estar com a minha família’. Não deu tempo” , conta um parente da vítima.

Agentes da Divisão de Homicídios (DH) estão à procura de dois ocupantes de uma moto que executaram Fábio Luiz Carriço Cunha. A principal hipótese para a morte de Fábio — atacado quando passava pelo Viaduto do Gasômetro em direção à São Gonçalo — é de latrocínio (roubo seguido de morte). Os policiais estão analisando as imagens de monitoramento do trânsito da Prefeitura do Rio.

No enterro, Márcia (lilás) e Bruno (azul), mulher e filho da vítima, se abraçam: ‘Não saiam de casa’ | Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia

Fábio Luiz Carriço Cunha, de 44 anos foi assassinado em um dos acessos à Ponte Rio-Niterói, no Caju, na noite de 13 de março de 2012, a menos de 100 metros de uma cabine da Polícia Rodoviária Federal, que estava fechada. De acordo com testemunhas, Fábio Luiz  trafegava pela via em sua moto quando dois homens, também em uma motocicleta, emparelharam. O carona disparou três vezes contra a vítima, conseguindo acertar apenas um dos tiros. Fábio foi atingido na lateral do tórax e morreu na hora.

O crime aconteceu pouco depois das 19h, com o trânsito intenso. Segundo a a Polícia Militar, os bandidos fugiram em direção ao Parque Alegria, também no Caju. Eles fugiram pela contramão, sem levar qualquer pertence do morto.
 
Segundo a família de Fábio, que era casado e pai de dois filhos, ele trabalhava no Rio como gerente de planejamento de uma empresa de petróleo e gás, na Barra da Tijuca. No momento do crime, ele voltava para sua casa em São Gonçalo.
 
A Polícia Rodoviária Federal informou que a cabine funciona como um ponto de apoio operacional e que o local onde o engenheiro foi assassinado é de responsabilidade da PM. 

Agentes da Divisão de Homicídios (DH) estão à procura de dois ocupantes de uma moto que executaram o gerente de uma empresa de gás e petróleo, o engenheiro Fábio Luiz Carriço Cunha. A principal hipótese para a morte de Fábio — atacado quando passava pelo Viaduto do Gasômetro em direção à São Gonçalo — é de latrocínio (roubo seguido de morte). Os policiais estão analisando as imagens de monitoramento do trânsito da Prefeitura do Rio. 


Não será publicado.




Desejo Receber Informativos (não enviamos SPAM)





Edno Mega Débora Regina Leme dos Santos Marcelo Castelo Branco Iudice  Carlos Eduardo Lira dos Santos Rampini Sérgio Lopes Souza Júnior Gislainni Paola Neves Santos Veruska Prado de Jesus Renata Silva Monteiro Cláudio Carvalho Tenório Willian Ferreira Vital Rachel Maria Lobo Genofre Thiago karpó Natália Marina De Carli Felipe Selhi Cunha Cauane Borges da Silva Chang Tony Fregona Sampang Luiz Fernando Silva Santos Gabriela de Souza Teixeira Emília Celeste Lima Noronha Juliana Rodrigues Fernando Eidi Yoshida
 
Blogger   Youtube   Facebook   Twitter   RSS