Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Fernanda Tripodi (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 00/12/2009

Localização: Bauru (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1983 (26 anos)

Data de Falecimento: 00/12/2009

Sexo: Feminino Feminino
 

Fernanda Tripodi, 26 anos, vendedora, estava desaparecidade desde dezembro de 2009 da cidade de Bauru, interior de São Paulo. Sua ossada foi encontrada em 20 de  outubro de 2011.

Segundo Roberto Carlos Fagundes, 42 anos, marido da vítima, sua mulher teria saído de casa pela manhã para depositar R$ 4 mil reais e não retornou. Menos de uma semana depois, o carro de Fernanda foi encontrado próximo à Unidade de Saúde do Mary Dota, com o porta-malas ensanguentado. Após exame de DNA, verificou-se que o sangue era mesmo de Fernanda

Em 20 de outubro de 2011 o delegado Kleber Granja da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) confirmou que entrou em contato com a família de Fernanda Tripodi, após ossada ser encontrada na região do bairro Mary Dota e que os restos mortais poderiam ser dela. 

Em coletiva de imprensa realizada na manhã de 9 de março de 2012, a DIG (Delegacia Investigações Gerais) confirmou a morte de Fernanda Tripodi

Em uma reviravolta do caso, o marido Roberto Fagundes tornou-se o principal suspeito do crime. Ele teria assassinado Fernanda por ciúmes, o que configuraria crime passional. Duas testemunhas, inclusive, corroboram a tese. Ele está foragido desde então, e um mandado de prisão temporário foi expedido em janeiro de 2010.

Faltava, entretanto, encontrar o corpo de Fernanda para estruturar a tese de crime passional. “Sem isso, poderíamos ficar em um caso semelhante ao da Eliza Samudio”, afirmou Kleber Granja, delegado da DIG, em referência ao suposto assassinato coordenado pelo goleiro Bruno (à época jogador do Flamengo), em que até agora não foi encontrado o corpo da vítima.
 
Um importante passo na investigação, entretanto, foi dado em 16 de outubro de 2010, quando uma mulher encontrou ossadas e um pedaço de crânio em um matagal próximo ao Mary Dota. A análise pericial revelou tratar-se de Fernanda.
 
A perícia constatou que o assassinato provavelmente ocorreu com um tiro na cabeça, já que o crânio encontrava-se trincado. O objetivo dos policiais agora é encontrar Roberto Fagundes. Ele vai responder por homicídio duplamente qualificado – por motivo fútil e sem dar chance de defesa para a vítima. Se for condenado, pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.
 
O período em que ninguém sabia nada sobre o paradeiro da moça foi o mais difícil para todos na casa.
 
“Eu não acreditava que ela tinha morrido. Achei que fosse entrar pela porta, rindo”, conta Thaís Tripodi, a irmã mais nova de Fernanda.
Com o tempo, no entanto, a caçula percebeu que a vendedora não voltaria. 
 
Agora, diz, a prioridade é lutar pela prisão e condenação do principal acusado e de dois homens que teriam ajudado.
“Quero que eles fiquem o resto da vida na cadeia. Só Deus tem o direito de tirar a vida de alguém”, diz Thaís.
 
A irmã é uma das testemunhas dos maus tratos sofridos pela vendedora no casamento. Chegou a vê-la apanhar e ser ofendida. Também era ameaçada quando falava em separação. 
Os dois filhos de Fernanda, de 11 e 6 anos, moram com a mãe e os irmãos dela. O mais velho precisou fazer acompanhamento psicológico. O mais novo lidou melhor com o ocorrido, mas sempre faz perguntas. E tem aqueles olhos atentos às conversas dramáticas.

O marido de Fernanda Tripoli, Roberto Carlos Fagundes, e o principal suspeito do crime e encontra-se foragido desde 2010 quando foi expedido o mandado de prisão.

Fernanda Tripodi, 26 anos, vendedora, estava desaparecidade desde dezembro de 2009 da cidade de Bauru, interior de São Paulo. Sua ossada foi encontrada em 20 de  outubro de 2011. 

Segundo Roberto Carlos Fagundes, 42 anos, marido da vítima, sua mulher teria saído de casa pela manhã para depositar R$ 4 mil reais e não retornou. Menos de uma semana depois, o carro de Fernanda foi encontrado próximo à Unidade de Saúde do Mary Dota, com o porta-malas ensanguentado. Após exame de DNA, verificou-se que o sangue era mesmo de Fernanda.  

Em 20 de outubro de 2011 o delegado Kleber Granja da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) confirmou que entrou em contato com a família de Fernanda Tripodi, após ossada ser encontrada na região do bairro Mary Dota e que os restos mortais poderiam ser dela. 

Em coletiva de imprensa realizada na manhã de 9 de março de 2012, a DIG (Delegacia Investigações Gerais) confirmou a morte de Fernanda Tripodi

Em uma reviravolta do caso, o marido Roberto Fagundes tornou-se o principal suspeito do crime. Ele teria assassinado Fernanda por ciúmes, o que configuraria crime passional. Duas testemunhas, inclusive, corroboram a tese. Ele está foragido desde então, e um mandado de prisão temporário foi expedido em janeiro de 2010.

A perícia constatou que o assassinato provavelmente ocorreu com um tiro na cabeça, já que o crânio encontrava-se trincado. O objetivo dos policiais agora é encontrar Roberto Fagundes. Ele vai responder por homicídio duplamente qualificado – por motivo fútil e sem dar chance de defesa para a vítima. Se for condenado, pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.


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