Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Grazielly Almeida Lames (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 18/02/2012

Localização: Bertioga (SP)

Data de Nascimento: 00/00/2009 (3 anos)

Data de Falecimento: 18/02/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, morreu no dia 18/02/2012 após ser atropelada por um jet ski na praia de Guaratuba, em Bertioga (103 km de SP).

Grazielly Almeida Lames tinha vindo de Artur Nogueira (145 km de SP) para passar o Carnaval na cidade. Ela brincava na areia com a mãe quando foi atingida na cabeça pelo jet ski em alta velocidade. Testemunhas relataram que um adolescente que teria 13 anos dirigia o jet ski.
O socorro teria demorado cerca de 40 minutos. A menina foi levada para o hospital municipal pelo Águia da PM, mas não resistiu.
Segundo a polícia, o adolescente que conduzia o jet ski abandonou o veículo, fugiu com o pai e não foi detido.
A família do adolescente, que tem casa no mesmo condomínio que estavam hospedados os parentes de Grazielly, teria saído do local de helicóptero. A polícia disse que chegou a procurá-los, mas a casa estava vazia.
 
Em um vídeo postado no Youtube, a garota aparece momentos antes do acidente, brincando na praia. No momento do acidente, Grazielly, que conhecia o mar pela primeira vez, brincava na beira da praia, na companhia da mãe. 
Durante 30 minutos socorristas tentaram reanimar a menina. Ele foi resgatada pelo helicóptero da Polícia Militar, mas chegou morta ao Hospital Municipal de Bertioga. A funcionária pública Sandra Regina Stuchi, que estava no local, diz que o piloto perdeu o controle do jet ski muito próximo à praia. "Quando a gente viu, ele já estava em alta velocidade perto dos banhistas", explica.
Investigações
 
O piloto, segundo a Polícia Civil de Bertioga, era um adolescente de 13 anos. Ele estava com outro menor no equipamento e serão chamados para prestar depoimento junto com os responsáveis. De acordo com a família, o piloto fugiu sem prestar socorro. Ele estava em um condomínio de luxo em frente à praia onde aconteceu o acidente. Para pilotar, é preciso ter a Carteira de Arrais Amador, habilitação para navegação amadora e documento obrigatório para quem deseja conduzir embarcações de esporte motorizadas. O jet ski foi apreendido para perícia.
 
O corpo chegou ao velório do cemitério Municipal de Arthur Nogueira por volta das 20h30 de domingo (19) e foi sepultado às 10 horas de segunda (20)
 
O menor  V.A.C., 13 anos, acusado de pilotar o jet ski  que matou a menina Grazielly Almeida Lames,  depôs na delegacia da cidade em 24/02
O depoimento do jovem era esperado para 23/02, mas foi adiado por seu advogado, Maurimar Chiasso, para quem seu cliente não poderia ser exposto à comoção geral que o caso vem provocando. O adolescente estava acompanhado dos pais, Marciano Cabral e Maria Adriana Cipoleta, e do advogado. 
Além do menor, outras três testemunhas do acidente com o jet ski  prestaram depoimento na sexta-feira (24) na delegacia da cidade.  Daniele Cristina, de São Bernardo (SP), e José Carlos Osório Calvo, de Mogi das Cruzes (SP), procuraram o advogado da família de Grazielly, José Beraldo, para poder contar o que viram. A terceira testemunha é de Hortolândia (SP) e pediu sigilo de identidade para depor.
De acordo com Beraldo, Daniele Cristina disse ter visto um homem - provavelmente o caseiro, segundo o advogado - conduzindo até a beira do mar um quadriciclo vermelho que rebocava um jet ski. Em seguida, o homem teria voltado para a mansão da praia, e dois meninos teriam ficado ao lado do equipamento.
 
Um inquérito administrativo aberto pela Marinha responsabiliza cinco pessoas pela morte de Grazielly Lames. A informação foi dada pela tenente Roberta Lopes Antônio, da Capitania dos Portos. Ela e mais 18 testemunhas prestaram depoimento em 22 de agosto de 2012 no Fórum de Bertioga, na primeira audiência sobre o caso.
A tenente informou que a investigação do caso pela Marinha já foi concluída em um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), e que o processo foi encaminhado ao Tribunal Marítimo. São responsabilizados pela tragédia: o empresário José Augusto Cardoso Filho, padrinho do adolescente e proprietário do veículo; Thiago Veloso, dono da marina; o mecânico Aílton Bispo de Oliveira, responsável pela manutenção; a madrinha do menino, Ana Júlia Campos Cardoso, e a mãe do acusado, que não teve o nome divulgado.
Todos negam responsabilidade no caso. As penas previstas vão da aplicação de uma multa até a cassação da habilitação para conduzir veículos aquáticos.
Os três primeiros já foram indiciados pela polícia por homicídio culposo (sem intenção). Outro acusado é o caseiro, Elivaldo de Moura, que teria ajudado o menino a levar o jet ski até a praia. Já os dois adolescentes envolvidos poderão ser submetidos a medidas socioeducativas.
O relato mais emocionado foi o da mãe de Grazielly, Cirleide Rodrigues Lames, de 24 anos. Ela denunciou a demora de 40 minutos para a chegada dos paramédicos e a falta de estrutura do Hospital Municipal de Bertioga, cidade onde aconteceu a tragédia. Cirleide também criticou o atendimento na Praia de Guaratuba. A menina chegou a ser socorrida em um helicóptero da PM. "Se fosse um lugar mais bem estruturado, talvez minha filha fosse salva." 
 
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1, R7 e O Estado de São Paulo

Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, estava brincando na beira d´água quando foi atingida; Capitania dos Portos investiga o acidente 

Segundo testemunhas, jet ski surgiu do mar de repente, sem ser pilotado por ninguém, quando atingiu a menina 

Avó de menina atropelada por jet ski passa mal durante velório da neta (Foto: Reprodução EPTV)

Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, morreu no dia 18/02/2012 após ser atropelada por um jet ski na praia de Guaratuba, em Bertioga (103 km de SP).

Grazielly Almeida Lames tinha vindo de Artur Nogueira (145 km de SP) para passar o Carnaval na cidade. Ela brincava na areia com a mãe quando foi atingida na cabeça pelo jet ski em alta velocidade. O socorro teria demorado cerca de 40 minutos. A menina foi levada para o hospital municipal pelo Águia da PM, mas não resistiu. Segundo testemunhas, um adolescente, de 13 anos estaria pilotando a embarcação e teria perdido controle do jet sky, que seguiu desgovernado para a praia, atingido a criança. Segundo a polícia, o adolescente que conduzia o jet ski abandonou o veículo, fugiu com o pai e não foi detido.
 
Um inquérito administrativo aberto pela Marinha responsabiliza cinco pessoas pela morte de Grazielly Lames. A informação foi dada pela tenente Roberta Lopes Antônio, da Capitania dos Portos. Ela e mais 18 testemunhas prestaram depoimento em 22 de agosto de 2012 no Fórum de Bertioga, na primeira audiência sobre o caso.
A tenente informou que a investigação do caso pela Marinha já foi concluída em um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), e que o processo foi encaminhado ao Tribunal Marítimo. São responsabilizados pela tragédia: o empresário José Augusto Cardoso Filho, padrinho do adolescente e proprietário do veículo; Thiago Veloso, dono da marina; o mecânico Aílton Bispo de Oliveira, responsável pela manutenção; a madrinha do menino, Ana Júlia Campos Cardoso, e a mãe do acusado, que não teve o nome divulgado.
Todos negam responsabilidade no caso. As penas previstas vão da aplicação de uma multa até a cassação da habilitação para conduzir veículos aquáticos.
Os três primeiros já foram indiciados pela polícia por homicídio culposo (sem intenção). Outro acusado é o caseiro, Elivaldo de Moura, que teria ajudado o menino a levar o jet ski até a praia. Já os dois adolescentes envolvidos poderão ser submetidos a medidas socioeducativas.
O relato mais emocionado foi o da mãe de Grazielly, Cirleide Rodrigues Lames, de 24 anos. Ela denunciou a demora de 40 minutos para a chegada dos paramédicos e a falta de estrutura do Hospital Municipal de Bertioga, cidade onde aconteceu a tragédia. Cirleide também criticou o atendimento na Praia de Guaratuba. A menina chegou a ser socorrida em um helicóptero da PM. "Se fosse um lugar mais bem estruturado, talvez minha filha fosse salva." 
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1, R7 e O Estado de São Paulo


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Vanda em 20/05/2012 14:16
Pequeno anjo Grazielly, uma lnda estrelinha q se foi pela insensibilidade, irresponsabilidade e falta d amor d sêres q nem mereciam estar aqui na terra! dôr insuportável dêsses pais! estamos d saco cheio diante d tantas barbáries e impunidade nêsse país d injustiças! sejam filhinhos d papais ou ñ, queremos JUSTIÇA!!!


Rogério Alberto em 29/02/2012 20:39
Tenho uma filha da idade da Grazielly, que vive com os joelhos ralados assim como ela aparece em uma foto. Até o jeito de sorrir elas se parecem. Já estava um tanto depressivo com alguns problemas de trabalho e financeiros (que não são nada perto do que esses pais estão passando) antes dessa tragédia acontecer. Agora parece que todo dia a preocupação é redobrada (nesse dia que escrevo mais uma menina, de meros 6 anos, perde a vida, atropelada por um bandido, um vagabundo que nunca devia ter saído da cadeia). Ninguém sabe quando vai aparecer algum idiota propenso a destruir toda uma família. Toda força aos pais da Grazielly - como deve ser terrível ficarem sem sua princesinha...


Rodrigo Carvalho em 29/02/2012 17:29
De emocionar o vídeo da Grazielly e sua emoção e felicidade ao conhecer o mar. De revoltar um filhindo de papai e uma família covarde e perversa fugir de um homicídio. E pior ainda a instruçãod esses polítcos que nada valem para a polícia não divulgar os nomes desses facínoras. por que não há maior divulgação dos nomes, fotos...quem mata é privilegiado desde que seja rico?

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