Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Ana Alice Moreira de Melo (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 02/02/2012

Localização: Nova Lima (MG)

Data de Nascimento: 00/00/1977 (35 anos)

Data de Falecimento: 02/02/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

A procuradora Ana Alice Moreira de Melo, 35 anos, foi assassinada, em 1º de fevereiro de 2012, dentro da mansão onde morava no condomínio Villa Alpina, em Nova Lima, na região metropolitana de BH. O principal suspeito, seu ex-marido, o empresário Djalma Brugnara Veloso, 49, teria entrado na casa na noite de quarta-feira (01/02).

Segundo a polícia, a babá, que cuida dos dois filhos do casal, ouviu a confusão e se escondeu no banheiro da casa com os meninos. Por volta de 4h, a funcionária saiu do cômodo e encontrou a procuradora morta.

O empresário deixou o local e foi encontrado morto em um motel, a poucos quilômetros, horas depois. O advogado da vítima, Murilo Andrade, disse que a perícia aponta para suicídio. As investigações sobre a morte do principal suspeito do crime ficarão a cargo da Polícia Civil de Belo Horizonte.

A polícia de Nova Lima informou que vai pedir a extinção do inquérito, já que há fortes indícios de crime passional. A delegada Renata Fagundes ainda vai ouvir alguns testemunhas. Porém as investigações sobre a morte do principal suspeito do crime ficarão a cargo da Polícia Civil de Belo Horizonte.
 
A Polícia Militar (PM) disse que o marido da procuradora federal Ana Alice Moreira de Melo suspeito de matá-la, foi achado com ao menos com nove marcas de facadas pelo corpo. Ele foi encontrado morto no fim da noite de quinta-feira (2) em um motel, às margens da BR-356, no bairro Olhos d'Água, na Região Oeste de Belo Horizonte.
 
"Ele estava deitado em decúbito dorsal e apenas de short. A princípio foram nove facadas", disse o tenente Honório de Carvalho, da PM. O corpo estava sobre uma cama da suíte 16. A Polícia Civil investiga a possibilidade de o homem ter se matado, mas a equipe de peritos não descartou a hipótese de assassinato, pois ele tinha ferimentos em várias partes do corpo e sinal de violência no pescoço.
Havia marca de sangue na cama, no chão e no banheiro, segundo a Polícia Civil. Uma faca foi encontrada embaixo de um dos braços. De acordo com a PM, a faca pode ter sido usada no assassinato de Ana Alice.
 
Funcionários relataram à polícia que o homem não saiu do quarto durante todo o dia de ontem, o que chamou a atenção. Segundo a direção do motel, ele deu entrada na suíte às 4h50 da madrugada de quinta-feira (2), minutos após deixar a casa onde a mulher dele foi encontrada morta. Segundo a polícia, o suspeito saiu do condomínio onde morava com a família por volta das 4h40. O casal deixou dois filhos, que estão com a avó materna.
 
Dentro do carro de luxo, estacionado na garagem do motel, os policiais encontram uma carteira de motorista e confirmaram que se tratava do marido da procuradora. Ele havia tido a prisão preventiva decretada pela Justiça na tarde de quinta e estava foragido.
 
Ana Alice atuava na Procuradoria Federal de Minas Gerais (PF/MG) em Belo Horizonte, onde ingressou na carreira em 2002. A mulher já havia procurado a polícia para pedir medidas protetivas contra a ameças do ex-marido. Poucas horas antes de ser assassinada, a Justiça acatou o pedido da procuradora Alice Moreira de Melo para que que o marido, o empresário Djalma Brugnara Veloso, ficasse afastado da casa dos dois na Grande Belo Horizonte.
 
A delegada responsável pelo caso, Renata Fagundes, explicou como continuarão a investigação. Ela vai ouvir algumas testemunhas, mas por causa da morte do principal suspeito, deve declarar a impossibilidade de punição para o crime. 
 
Coberto com pétalas de rosas brancas, o corpo da procuradora federal Ana Alice Moreira de Melo foi enterrado no começo da tarde de sexta-feira (03), no Cemitério Bosque da Esperança, região norte de Belo Horizonte. 
A família de Ana Alice pediu privacidade a jornalistas durante o enterro e divulgou um comunicado na porta do cemitério em que a procuradora foi enterrada. A nota de esclarecimento à imprensa e à sociedade, o documento diz que a família preferiu não dar entrevistas a jornalistas sobre o crime para preservar os dois filhos da procuradora e do empresário.

Djalma Brignara Veloso e Ana Alice Moreira Melo com os filhos (Facebook/Reprodução)

A procuradora Ana Alice Moreira de Melo, 35 anos, foi assassinada, em 01 de fevereiro de 2012, dentro da mansão onde morava no condomínio Villa Alpina, em Nova Lima, na região metropolitana de BH. O principal suspeito, seu ex-marido, o empresário Djalma Brugnara Veloso, 49, teria entrado na casa na noite de quarta-feira.

Segundo a polícia, a babá, que cuida dos dois filhos do casal, ouviu a confusão e se escondeu no banheiro da casa com os meninos. Por volta de 4h, a funcionária saiu do cômodo e encontrou a procuradora morta.

O empresário deixou o local e foi encontrado morto em um motel, a poucos quilômetros, horas depois. O advogado da vítima, Murilo Andrade, disse que a perícia aponta para suicídio. As investigações sobre a morte do principal suspeito do crime ficarão a cargo da Polícia Civil de Belo Horizonte.

A polícia de Nova Lima informou que vai pedir a extinção do inquérito, já que há fortes indícios de crime passional. A delegada Renata Fagundes ainda vai ouvir alguns testemunhas. Porém as investigações sobre a morte do principal suspeito do crime ficarão a cargo da Polícia Civil de Belo Horizonte.
 
Ana Alice atuava na Procuradoria Federal de Minas Gerais (PF/MG) em Belo Horizonte, onde ingressou na carreira em 2002. A mulher já havia procurado a polícia para pedir medidas protetivas contra a ameças do ex-marido. Poucas horas antes de ser assassinada, a Justiça acatou o pedido da procuradora Alice Moreira de Melo para que que o marido, o empresário Djalma Brugnara Veloso, ficasse afastado da casa dos dois na Grande Belo Horizonte.
 
A delegada responsável pelo caso, Renata Fagundes, explicou como continuarão a investigação. Ela vai ouvir algumas testemunhas, mas por causa da morte do principal suspeito, deve declarar a impossibilidade de punição para o crime.


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