Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Suellen Santos da Silva (Pedofilia)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 28/01/2012

Localização: Mogi das Cruzes (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1999 (13 anos)

Data de Falecimento: 28/01/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

Suellen Santos da Silva, 13 anos, que estava desaparecida desde 28 de janeiro de 2012, foi encontrada morta, 2 dias depois em Biritiba Mirim, região metropolitana da capital paulista.

Segundo a polícia, ela foi assassinada e, possivelmente, estuprada pelo padrasto, o ajudante Pedro Nunes, 46. Ele teria confessado o crime para a polícia e levado os investigadores até o local onde havia escondido o corpo. Logo em seguida, ele passou mal, foi levado para o Hospital Municipal Doutor Arthur Alberto Nardy, onde morreu, ao que tudo indica, de ataque cardíaco, porém  a causa oficial da morte não tinha sido divulgada até o fim da manhã de quarta-feira (01/02).

O crime foi esclarecido por meio de uma gravação da Central Integrada de Emergências Públicas (Ciemp). A Polícia Civil conseguiu a informação de que a vítima havia desembarcado do ônibus no ponto que fica em frente à Prefeitura de Mogi das Cruzes, na avenida Vereador Narciso Yague Guimarães. Ao assistirem às imagens gravadas no sábado (28/01), os policiais descobriram que, ao descer do coletivo, a estudante já era esperada pelo padrasto, que aparentava estar muito nervoso.
 
As imagens foram mostradas à mãe dela, Regina Santos Nunes, 30, que prontamente reconheceu o marido e teria revelado que, no dia do desaparecimento da filha, ele teria ligado para ela e informado que estava a trabalho em Barueri, na Grande São Paulo.
 
Em 31/01/2012, Nunes foi preso em casa, na estrada do Nagao, no Cocuera. Ao ser questionado sobre o paradeiro da vítima, ele teria confessado o crime e levado os policiais até a estrada do Sertãozinho, no bairro Carcará, em Biritiba. No local, os policiais a encontraram totalmente nua, com um pedaço de barbante enrolado entre a boca e o pescoço. "Ao que tudo indica, ela foi morta por enforcamento e pode ter sofrido abuso sexual", informou o delegado Francisco Del Poente, que acompanhou a investigação com os policiais do 1° DP, da Delegacia de Homicídios e da Delegacia de Suzano.
 
O ajudante estava casado com a mãe de Suellen desde que ela tinha 1 ano. Antes de morrer, ele teria revelado que cometeu o crime porque sentia atração sexual pela enteada e que ficou com ciúmes porque ela tinha arrumado um namorado.  Suellen era filha do policial civil Ednei da Silva, que participou das investigações.
 
No velório, a mãe da menina, Regina Santos Nunes, estava inconformada. Amigos e parentes também ficaram revoltados.
 
O corpo de Suellen Santos da Silva foi enterrado na manhã do dia 1º de fevereiro, em Mogi das Cruzes. 

Suellen Santos da Silva, 13 anos, que estava desaparecida desde 28 de janeiro de 2012, foi encontrada morta, 2 dias depois em Biritiba Mirim.

Segundo a polícia, ela foi assassinada e, possivelmente, estuprada pelo padrasto, o ajudante Pedro Nunes, 46. Ele teria confessado o crime para a polícia e levado os investigadores até o local onde havia escondido o corpo. Logo em seguida, ele passou mal, foi levado para o Hospital Municipal Doutor Arthur Alberto Nardy, onde morreu, ao que tudo indica, de ataque cardíaco, porém  a causa oficial da morte não tinha sido divulgada até o fim da manhã de quarta-feira (01/02)

Em 31/01/2012, Nunes foi preso em casa, na estrada do Nagao, no Cocuera. Ao ser questionado sobre o paradeiro da vítima, ele teria confessado o crime e levado os policiais até a estrada do Sertãozinho, no bairro Carcará, em Biritiba. No local, os policiais a encontraram totalmente nua, com um pedaço de barbante enrolado entre a boca e o pescoço. "Ao que tudo indica, ela foi morta por enforcamento e pode ter sofrido abuso sexual", informou o delegado Francisco Del Poente, que acompanhou a investigação com os policiais do 1° DP, da Delegacia de Homicídios e da Delegacia de Suzano.
 
O ajudante estava casado com a mãe de Suellen desde que ela tinha 1 ano. Antes de morrer, ele teria revelado que cometeu o crime porque sentia atração sexual pela enteada e que ficou com ciúmes porque ela tinha arrumado um namorado.  Suellen era filha do policial civil Ednei da Silva, que participou das investigações. 


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