Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Geralda Lúcia Ferraz Guabiraba (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 14/01/2012

Localização: Mairiporã (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1958 (54 anos)

Data de Falecimento: 14/01/2012

Sexo: Feminino Feminino
 

A dona de casa Geralda Lúcia Ferraz Guabiraba, 54 anos, foi encontrada morta no dia 14 de janeiro de 2012 na Pedra da Macumba, em Mairiporã (Grande SP). 

O sepultamento foi realizado na manhã de domingo (15/01) no Cemitério Parque da Cantareira, na zona norte de São Paulo.

De acordo com a polícia, os depoimentos apontam que o comportamento dela na noite que precedeu o crime foi diferente do habitual. Segundo o depoimento do marido da vítima, José Pereira Guabiraba --um dos diretores do departamento comercial do Grupo Estado--, não era comum ela sair do apartamento sozinha, à noite, sem levar bolsa e celular. Ele disse que tomou remédio para dormir e que não viu a mulher sair. Segundo afirmou, ela já sofreu com depressão.

As imagens das câmeras de segurança mostram que Geralda saiu do prédio onde morava, na zona norte de SP, às 23h26 de sexta-feira (13/01).
 
Nas imagens, ela carrega uma sacola roxa, que, segundo informações levantadas pela polícia, continha a garrafa plástica e o copo de alumínio encontrados depois dentro de seu carro.
 
O corpo da dona de casa foi encontrado ao lado de seu carro na altura do km 8 da estrada Santa Inês. O local é um ponto de trabalhos religiosos conhecido como Pedra da Macumba. Ela estava sem documentos ou celular, e só foi identificada após a polícia acionar familiares a partir da placa do carro.
 
Exames necroscópicos no corpo da dona de casa Geralda Lúcia Ferraz Guabiraba apontam que ela foi atacada pelas costas.
Além de um ferimento nas costas, ela tinha um grande corte no pescoço. A vítima estava sem os olhos e sem a pele e a musculatura do rosto.
 
Segundo a delegada Claudia Patrícia Dalvia, provavelmente a dona de casa foi morta ajoelhada --sua calça estava suja nos joelhos e afirmou que os depoimentos do marido e do genro não acrescentaram muito às investigações. Ela afirmou que espera ouvir mais duas testemunhas, mas não revelou os nomes. Serão ouvidos dois porteiros do prédio.
 
A expectativa da delegada é que a análise feita no celular e no computador de Geralda fique pronta nos próximos dias. O marido disse que nos últimos dias a mulher estava passando muito tempo na internet --a perícia vai tentar descobrir por quais sites ela navegou.
 
O carro da vítima também deverá passar por nova perícia para determinar se mais alguém, além de parentes e amigos, esteve no veículo.
 
A delegada responsável pelo caso afirmou hoje que recebeu uma ligação anônima com informações sobre o caso. A pessoa que ligou afirmou ter visto o carro de Geralda na estrada de Santa Inês por volta da 0h45 de sábado.
 
Uma das linhas de investigação, segundo a delegada Dalvia, é que a mulher tenha sido vítima de praticantes de magia negra, apesar de ser descrita pelo marido como católica muito religiosa. Outra possibilidade é que o crime tenha sido cometido por vingança.
 
A polícia agora tenta identificar três homens que foram vistos na terça-feira (17) no local do crime. Eles jogaram uma substância nas árvores mais próximas e derramaram um líquido ao redor da pedra na Estrada de Santa Inês. Um dos frascos que eles usavam tem um forte cheiro de óleo e ficou no local.
 
A dona de casa foi encontrada morta com o rosto desfigurado. A polícia vai pedir uma nova perícia no carro da vítima, que tem manchas de sangue. Mas a delegada acredita que Geralda foi morta ao lado da pedra.
 
Os investigadores também já sabem que o dono do carro em que estavam os três homens vistos na terça-feira no local do crime têm passagem pela polícia.
 
A investigação sobre a morte da dona de casa Geralda Lúcia Ferraz Guabiraba, de 54 anos, teve uma reviravolta após o casal que chamou a Polícia Militar prestar depoimento ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) na semana passada. Na ligação para o 190, eles avisaram que havia um corpo sendo atacado por animais em frente à Pedra da Macumba. Foi através desse telefonema que a polícia localizou Geralda.
 
Mais de dois meses após o início das investigações, essa foi a primeira vez que o casal foi ouvido. Há 15 dias, o DHPP, unidade especializada na investigação de homicídios, assumiu o caso após determinação da alta cúpula da polícia.
 
Os investigadores encontraram as testemunhas através do registro de atendimentos do Copom (Centro de Operações da PM). Esse documento ainda não havia sido solicitado.
 
Moradores de um condomínio a poucos metros da Pedra da Macumba, os namorados contaram que voltavam para casa por volta das 2h quando viram a caminhonete Tracker de Geralda abandonada no meio da estrada e vários cachorros em volta do rosto dela.
 
Para o DHPP, o testemunho ocular do casal é considerado um “elemento fortíssimo” para que a hipótese dos olhos e a pele do rosto de Geralda tenham sido retirados propositalmente seja descartada. Se os laudos comprovarem que o rosto foi desfigurado por animais, todas as linhas de investigação (leia abaixo) seguidas até então estavam erradas. 
 
Além dos depoimentos, uma mancha semelhante a pata de um cachorro na camiseta branca usada pela dona de casa reforçam a nova tese da investigação. A perícia deve indicar o significado da marca nas próximas semanas.
 
Com os novos elementos levantados pela delegacia especializada, ganha força a linha de investigação que aponta para o suicídio de Geralda.

A dona de casa Geralda Lúcia Ferraz Guabiraba, 54 anos, foi encontrada morta no dia 14 de janeiro de 2012 na Pedra da Macumba, em Mairiporã (Grande SP). 
 

A investigação sobre a morte da dona de casa Geralda Lúcia Ferraz Guabiraba, de 54 anos, teve uma reviravolta após o casal que chamou a Polícia Militar prestar depoimento ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) na semana passada. Na ligação para o 190, eles avisaram que havia um corpo sendo atacado por animais em frente à Pedra da Macumba. Foi através desse telefonema que a polícia localizou Geralda.
 
Mais de dois meses após o início das investigações, essa foi a primeira vez que o casal foi ouvido. Há 15 dias, o DHPP, unidade especializada na investigação de homicídios, assumiu o caso após determinação da alta cúpula da polícia.
 
Os investigadores encontraram as testemunhas através do registro de atendimentos do Copom (Centro de Operações da PM). Esse documento ainda não havia sido solicitado.
 
Moradores de um condomínio a poucos metros da Pedra da Macumba, os namorados contaram que voltavam para casa por volta das 2h quando viram a caminhonete Tracker de Geralda abandonada no meio da estrada e vários cachorros em volta do rosto dela.
 
Para o DHPP, o testemunho ocular do casal é considerado um “elemento fortíssimo” para que a hipótese dos olhos e a pele do rosto de Geralda tenham sido retirados propositalmente seja descartada. Se os laudos comprovarem que o rosto foi desfigurado por animais, todas as linhas de investigação (leia abaixo) seguidas até então estavam erradas. 
 
Além dos depoimentos, uma mancha semelhante a pata de um cachorro na camiseta branca usada pela dona de casa reforçam a nova tese da investigação. A perícia deve indicar o significado da marca nas próximas semanas.
 
Com os novos elementos levantados pela delegacia especializada, ganha força a linha de investigação que aponta para o suicídio de Geralda.


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Carolina em 26/05/2017 13:01
Acabei de ver na internet que o caso dela foi fechado como suicídio. Os ferimentos, segundo consta foram causados por ratos do mato. E ela se suicidou com chumbinho.

Edson Rogério Silva dos Santos Shara Ruana Reis Bárbara Guimarães Lopes Roberta Pires Teixeira de Miranda Danilo Ryden Viana Merlini Diego Machado Rodrigues Paulo Sérgio Jerônimo da Silva Abinoão Soares de Oliveira Leila Patricia de Jesus Faria Silva Kamilly Vitória Pereira Josef Michael dos Santos Lopes Luiz Fernando Silva Santos Edno Mega Rosileide Queiros de Oliveira Carlos Eduardo Mendes de Jesus Paulo Jorge de Freitas Jean Charles de Menezes Thaís Muniz Mendonça Alexandre Martins de Castro Filho Tatiane Ferreira Rodrigues Evandro Ramos Caetano
 
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