Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Quênia Rosa Santos (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 09/06/2011

Localização: Florianópolis (SC)

Data de Nascimento: 30/00/1987 (24 anos)

Data de Falecimento: 09/06/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

Quênia Rosa Santos, de 24 anos, morreu asfixiada, pelo ex-namorado, na tarde do dia 9 de junho de 2011, no Bairro Forquilhinhas, em São José, na Grande Florianópolis. 

Quênia havia terminado o namoro com Gabriel Alisson Silva, de 33 anos, cerca de dois meses, em função de brigas frequentes do casal. Eles namoraram por quatro ano, chegando a morar juntos. Silva não aceitou o fim do relacionamento e pediu para conversarem. O local marcado foi na casa de um amigo do casal, no Bairro Forquilhinhas, em São José, na Grande Florianópolis. 
 
Depois da saída de Silva, algumas testemunhas, quando foram ao encontro de Quênia, encontraram-na sem vida.
 
Às 16h55 do dia 22 de junho de 2011 Gabriel Alisson Silva deixou de ser foragido da justiça. Ele entregou-se na Delegacia da Mulher em São José depois de assumir o assassinato de Quênya Rosa Santos. Em seguida foi conduzido a uma cela especial destinada aos crimes vinculados à Lei Maria da Penha na 3ª Delegacia de Polícia, no bairro Campinas.
 
Enquanto se entregava, o advogado de Gabriel entregou um pedido de habeas corpus. Vestindo um moletom bege e boné preto, Gabriel estava acompanhado apenas do advogado. Os familiares solicitaram que nenhum dos dois comentasse o caso para imprensa.
Desde que saiu de um carro branco que o trouxe até a Delegacia da Mulher até o momento que entrou em uma das salas para aguardar sua transferência para a cela, o assassino apenas olhava para o chão e limitava-se a trocar poucas palavras com o advogado.
 
Gabriel Alisson afirma que matou a Quenya por legítima defesa e apresentou na delegacia uma faca, disse que ela tentou matá-lo.
Gabriel Alisson foi para o Cadeião do Estreito e não pode ficar mais de meia hora, onde todos os presos não aceitavam o crime,então Gabriel foi levado para uma sela especial Maria da Penha  e permanece desde então preso, aguardando o julgamento que está marcado para o dia 19 de novembro de 2013 às 9h no Fórum de São José, em Santa Catarina. 
 
A Justiça de Santa Catarina condenou o assassino confesso de Quênia a 16 anos de prisão em regime fechado. Gabriel Alisson Silva foi julgado por um júri popular que começou pela manhã e terminou na noite de 19/11/2013, no Fórum da Comarca de São José, na Grande Florianópolis. Como o homem já estava preso durante o processo, ele terá que cumprir pena de 13 anos, seis meses e 27 dias em regime fechado. O juiz Otávio José Minatto negou que o condenado recorra em liberdade.
 
O réu confesso foi condenado por homicídio qualificado após unanimidade de votos dos sete jurados sorteados para participar do julgamento. Na sentença, o magistrado destacou que o crime foi ocasionado por motivo fútil.

Por Sandra Domingues, com informações do Portal RCR,  ClicRBS e G1

Quênia Rosa Santos, de 24 anos, morreu asfixiada, pelo ex-namorado, na tarde do dia 9 de junho de 2011, no Bairro Forquilhinhas, em São José, na Grande Florianópolis. 

Gabriel Alisson afirma que matou a Quenya por legítima defesa e apresentou na delegacia uma faca e disse que ela tentou matá-lo.

Gabriel Alisson foi para o Cadeião do Estreito e não pode ficar mais de meia hora, onde todos os presos não aceitavam o crime, então Gabriel foi levado para uma sela especial Maria da Penha e permanece desde então preso, aguardando o julgamento.

A Justiça de Santa Catarina condenou o assassino confesso de Quênia a 16 anos de prisão em regime fechado. Gabriel Alisson Silva foi julgado por um júri popular que começou pela manhã e terminou na noite de 19/11/2013, no Fórum da Comarca de São José, na Grande Florianópolis. Como o homem já estava preso durante o processo, ele terá que cumprir pena de 13 anos, seis meses e 27 dias em regime fechado. O juiz Otávio José Minatto negou que o condenado recorra em liberdade.
 
O réu confesso foi condenado por homicídio qualificado após unanimidade de votos dos sete jurados sorteados para participar do julgamento. Na sentença, o magistrado destacou que o crime foi ocasionado por motivo fútil.

Por Sandra Domingues, com informações do Portal RCR, ClicRBS e G1



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Roseli Terezinha De Liz Oliveira em 22/01/2013 21:28
eu fui agredida humilhada por meu ex marido durante dois anos vivemos oito anos juntos e eu tomei a coragem e denunciei ele e coloquei ele para fora da casa dele hoje vivo sozinha mais com a medida protetiva ele nao pode se aproximar de mim pois tentou me matar na ultima briga queria quebrar meu pescoço fiquei sem movimento durante uma semana tomando remadio fortes para melhorar passei vergonha e humilhaçao muita gente me vio gritando por ajuda ate que a policia chegou ele entao fugio na hora mais hoje responde pecesso da lei maria da penha .

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