Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Natália Marina De Carli (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 17/12/2011

Localização: Alta Floresta (MT)

Data de Nascimento: 00/00/1989 (22 anos)

Data de Falecimento: 17/12/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

A jovem Natália Marina De Carli, 22 anos, morreu, na madrugada do dia 17 de dezembro de 2011, após ser atropelada por uma viatura da Polícia Militar em Alta Floresta  (803 km ao Norte de Cuiabá). Ela estava em frente uma casa noturna quando foi atingida.

Segundo relatos de várias testemunhas que presenciaram o ocorrido, a viatura da Polícia Militar estava em alta velocidade.
 
Segundo relatos de várias testemunhas que estavam na casa noturna e presenciaram o triste episódio, a viatura da PM seguia em alta velocidade pela Avenida Ariosto da Riva, que ao "rampar" um quebra-molas perdeu o controle e acabou atingindo a jovem que aguardava à beira da Avenida, para atravessar. O motorista, da viatura era o Soldado PM Ricardo Alves da Silva que estava acompanhado do Patrulheiro PM Takeo Nishimuta. Ambos sofreram apenas ferimentos leves.
 
Segundo relatos de pessoas que estavam no local o soldado no momento em que o policial  "rampou" o quebra-molas ele ainda teria tentado voltar para o meio da pista, mas acabou rodando com a viatura que atingiu lateralmente a traseira de um veículo Corsa, que entrava no estacionamento.
 
Com o impacto, segundo relatos de várias testemunhas, Natália foi lançada a uma distância de aproximadamente uns 20 metros onde foi parar em baixo de uma camionete que estava na calçada. Populares se juntaram e retiraram a jovem de baixo do veículo, que depois ficaram aguardando a chegada do Corpo de Bombeiros. Os policiais militares também permaneceram dentro da viatura.
 
Natália De Carli foi socorrida, mas não resistiu e morreu minutos depois de dar entrada no Pronto socorro do Hospital Albert Sabin. 
 
Ainda no Pronto Socorro do Hospital o PM Tenente Viera, oficial que estava de serviço no momento, repassou informações colhidas junto aos militares, que apesar dos ferimentos, nada grave sofreram. 
 
A informações ainda não confirmadas de que os policiais seguiam para uma ocorrência. Testemunhas que estavam no local do acidente, relatam que a viatura também estaria com a sirene desligada.
 
A PM acionou a POLITEC para que fosse feito o exame de alcoolemia no policial que conduzia a viatura e garantiu a apuração dos fatos. A Polícia Civil deve instaurar inquérito para apurar o acidente.
 
O coronel Mauro Anselmo Morais Ribeiro, comandante Regional 9, disse, pela manhã, em entrevista ao site Só Notícias, que seriam adotados os procedimentos comuns de investigação. "É um acidente de trânsito comum. Claro que será investigado para ver como e porque ocorreu", adiantou.
 
De acordo com o major Antônio de Souza, comandante do batalhão altaflorestense, dois policiais estavam na viatura. Um continua hospitalizado, em observação e outro já foi avaliado e liberado. Ambos foram designados para os trabalhos administrativos da Polícia Militar enquanto o inquérito é realizado, além de receberem acompanhamento psicológico. "Foi uma fatalidade, estão todos abalados mas estamos caminhando nos trâmites legais", destacou ao site Só Notícias. Em relação a velocidade da viatura, Souza reforçou que poderá ser afirmado apenas após a conclusão da perícia.
 
Revoltados, populares, amigos de Natália e familiares que estavam no local ou chegaram posteriormente, ameaçavam linchar os policiais militares e proferiam palavrões contra os dois que estavam ainda dentro da viatura a espera de socorro. 
 
Revoltada com o fato populares se aglomeraram ainda em frente ao Pronto Socorro onde Natália e os PMs envolvidos no acidente foram encaminhados. 
 
Com receio de uma possível manifestação da população a Polícia Militar precisou de reforços para evitar uma invasão no Pronto Socorro.
 
Policiais militares a paisana foram chamados e compareceram para conter os ânimos. No Pronto Socorro um oficial foi disponibilizado pela PM que foi o responsável por repassar informações à família.
 
Tenente Benhur, ainda antes do anúncio oficial da morte da jovem, disse “Nós vamos tomar todas as medidas necessárias. Vocês só não podem achar que a gente está querendo esconder alguma coisa. O policial vai passar pelo teste de alcoolemia e vamos verificar se ele tem habilitação.” 
 
O tenente Roberto Menegotto, responsável por conduzir o inquérito administrativo militar, dos dois policiais investigados pelo atropelamento da jovem Natália Marina de Carli Canhos admitiu a possibilidade de que haja reconstituição do momento em que aconteceu a fato que resultou na morte da garota. Isso inclui, inclusive, a quebra do sigilo telefônico do Comando de Operações Militares (Copom) para firmar o momento da chamada que levou os policiais ao local em que aconteceu a tragéria
 
Segundo ele, as apurações estão bastante adiantadas. “A gente já tem um grande material que a gente já produziu, em termo de testemunhas que já ouvimos, estamos aguardando as provas técnicas, a pericia, o laudo, pra ter uma conclusão do fato”, relatou Menegotto, afirmando que 10 pessoas, entre elas os dois policiais, já foram ouvidas.
 
O oficial diz que o trabalho deverá ser concluído dentro do prazo, mas evitou dar maiores detalhes, que, segundo ele,uma vez expostos,  poderiam atrapalhar o andamento do caso. “Transparência a gente buscou, que pedimos para o representante do Ministério Publico acompanhar, da OAB, e agilidade, a gente tem 40 dias e não vamos fazer um inquérito de forma rápida e mal feito, o nosso trabalho é serio e transparente, o trabalho da Polícia Militar que esta sendo feito aqui é serio e as pessoas que estão a par é a Polícia Militar, Ministério Publico e OAB”, destacou Menegotto.
 
Em seus depoimentos, os policiais envolvidos teriam dito que estavam indo atender uma ocorrência de furto a residência, e que não viram a jovem, que na ocasião estava em frente a uma casa noturna com um grupo de amigos e foi atingida pela viatura, que havia passado sobre um quebra-molas sem diminuir a velocidade. O policial que dirigia o veículo perdeu o controle da direção e atingiu a garota aproximadamente 80 metros depois. Ela foi arremessada para a calçada.
 
“A gente tem a possibilidade de pedir a quebra de sigilo do telefone do COPOM, o 190, e se tiver algum fato obscuro, se for necessário, vamos fazer a reconstituição”, finalizou o tenente .
 

Por Rafael Baltresca

Pela memória de minha irmã Bruna Baltresca e mamãe Miriam, mude seu comportamento agora: NUNCA beba e dirija.

Ajude-me nesta campanha. Uma única latinha pode matar. Comece a conscientização dentro de casa. Fale com amigos e parentes.

Por favor, assine nossa petição pública online. Quem bebe, dirige e mata, deve ir para a cadeia: http://www.NaoFoiAcidente.com.br
 

 (Imagens: Daniel Oliveira e Fernando Souza / TV Nativa) 

Daniel de Oliveira/Reprodução

Amigos e familiares de Natália  tentaram agredir PM, dentro de viatura

A jovem Natália Marina De Carli, 22 anos, morreu, na madrugada do dia 17 de dezembro de 2011, após ser atropelada por uma viatura da Polícia Militar em Alta Floresta  (803 km ao Norte de Cuiabá). Ela estava em frente uma casa noturna quando foi atingida.

Segundo relatos de várias testemunhas que presenciaram o ocorrido, a viatura da Polícia Militar estava em alta velocidade.

Revoltados, amigos de Natália e populares tentaram invadir a viatura da PM, onde estavam os dois militares, identificados como Alves e Taques, que ficaram feridos no acidente. 

De acordo com as informações de testemunhas, o carro da Polícia não utilizava a sirene, apenas o giroflex (luminoso). 
 
Os dois militares seriam recém-formados e teriam assumido as funções de policiamento recentemente.
 
Com a chegada do Corpo de Bombeiros, Natália foi a primeira a receber atendimento e, levada ao pronto-atendimento do Hospital Albert Sabin, não resistiu aos ferimentos e morreu no box de emergência.
 
Os dois soldados da PM sofreram ferimentos leves, sem gravidade. Eles foram submetidos a exames técnicos, pois haveria a suspeita de que ambos estariam alcoolizados.


Não será publicado.




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Fabrício em 18/06/2012 05:59
Muito triste este triste episódio de mais um ato irresponsável pela parte da PM que deveria e são pagos com nossos impostos para nos protegerem. O Comandante-Geral da região deu explicações sem nexo sempre justificando que este fato poderia ocorrer em qualquer lugar. Segundo informações da Polícia Civil o asfalto estava molhado o que já exige que se dirija mais devagar pois em caso de freada brusca o veículo pode derrapar, outro fato ´e de que em vias públicas nas quais não existam limite de velocidade deve-se trafegar em no máximo 40-50 km/h. Segundo informações contidas nos vários sites o veículo deveria estar bem acima de 80 km/h e ainda por cima rampam um quebra-molas(será que não passaram várias vezes por este percurso e sabiam que ali havia um quebra-molas? E o pior que sempre costuma acontecer é quem causa o acidente, neste caso considero eu no mínimo um homicídio doloso só tiveram ferimentos leves. Segundo o site G1 tentaram ligar várias vezes ao Comandante para esclarecer melhor o caso, mas não conseguiram ligação com o mesmo(é fácil quando não se quer ou não tem mais argumentos para explicar este absurdo, aperte a tecla desligar do celular). A Polícia Militar se acha que porque usa farda, pode ter posse de arma livre circulando junto à cintura deles, se acham uma classe diferenciada das demais(no caso os civis), de que tem sua própria Justiça(Militar) na qual permanece o corporativismo(protecionismo entre os mesmos) com punições ridículas(afasta das ruas, coloca na parte administrativa, transfere para um lugar bem longe aonde ninguém conhece os fatos ocorridos com os envolvidos, dentre outras balelas). Têm que ser julgados civilmente e criminalmente, pois se fôssemos um de nós que tivéssemos causado esta tragédia teríamos que responder perante a Justiça. Manifesto total apoio à inestimável perda da Natália e me solidarizo com a Família com a dor da perda que infelizmente será um estigma permanente. E sigam em frente, cobrem das Autoridades a devida punição à estes ´Deuses Gregos`-intocáveis e com razão em tudo o que acham que fazem. Bem era issso que tinha á dizer. Fabrício.

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