Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Adna Priscila Alves da Silva (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Adna Priscila Alves da Silva
Data do Ocorrido: 11/12/2011

Localização: Nova Lima (MG)

Data de Nascimento: 00/00/1985 (26 anos)

Data de Falecimento: 11/12/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

Adna Priscila Alves da Silva, 26 anos, grávida de 4 meses, foi assassinada, com 2 tiros na barriga, pelo noivo e pai do bebê, no dia 11 de dezembro de 2011 em Nova Lima, cidade Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a Polícia Militar (PM), uma moradora da Rua Paraíso, Bairro Jardim Canadá, teria escutado Adna, que era sua vizinha, tendo uma discussão forte com o noivo, Alexandre Rodrigues da Silva, de 29 anos. Ela ouviu ofensas, gritos, e  minutos depois, escutou um disparo similar ao de uma arma. A vizinha foi até a rua e avistou o suspeito correndo, parecendo estar fugindo.

Em seguida, ela foi até a residência de Adna, e encontrou a porta aberta. Ao entra viu Adna caída no chão, próxima ao banheiro.
 
A polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas quando os socoristas chegaram ao local, perceberam que Adna não resistia aos estímulos. De posse das informações do ocorrido, os policiais iniciaram buscas pela região, no entanto, Alexandre não foi encontrado. 
 
Conforme a PM, testemunhas revelaram que o suspeito era usuário de drogas e que fazia uso de bebida alcoólicas excessivamente, e que, além disso, o casal era visto constantemente brigando. O casamento do casal estava marcado para o próximo dia 15.
 
Quatro dias depois de ter assassinado a noiva a tiros, no Bairro Jardim Canadá, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o jardineiro Alexandre Rodrigues da Silva, 29, que estava foragido, se apresentou à Polícia Civil.
 
Em depoimento, o jardineiro contou ter passado os quatro dias escondido em uma mata próximo a um condomínio residencial de Nova Lima. Segundo a delegada, um dia antes de o suspeito se apresentar, ele havia ligado para o inspetor Antônio Carlos Luiz, informando ao policial onde ele estava e pediu que fossem buscá-lo. “Na quarta-feira, Antônio marcou com Alexandre o lugar para ir buscá-lo, mas ele não apareceu. No dia seguinte, ele chegou acompanhado da mãe. Chorava bastante, disse que estava arrependido e que até chegou a pensar em suicídio”, contou a delegada.
 
O revólver calibre 38 usado pelo jardineiro para matar a noiva estava no matagal, onde ele se escondeu. A arma, as munições e um coldre foram encontrados próximo a uma árvore, embrulhados em uma sacola plástica. 
 
De acordo com Renata Fagundes, vizinhos do casal informaram que as brigas eram constantes e sempre que o jardineiro bebia ele agredia a noiva. Há informações também de que Alexandre Silva agredia a ex-mulher, porém, nem a noiva e nem a ex procuram a Polícia Civil para registrar queixa de agressão contra o jardineiro, que não tinha histórico criminal.
 
O jardineiro foi autuado pelo crime de homicídio e está no presídio de Nova Lima.

Adna Priscila Alves da Silva, 26 anos, grávida de 4 meses, foi assassinada, com 2 tiros na barriga, pelo noivo e pai do bebê, no dia 11 de dezembro de 2011 em Nova Lima, cidade Metropolitana de Belo Horizonte.

Conforme a PM, testemunhas revelaram que o suspeito era usuário de drogas e que fazia uso de bebida alcoólicas excessivamente, e que, além disso, o casal era visto constantemente brigando. O casamento do casal estava marcado para o próximo dia 15.

Quatro dias depois de ter assassinado a noiva a tiros, no Bairro Jardim Canadá, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o jardineiro Alexandre Rodrigues da Silva, 29, que estava foragido, se apresentou à Polícia Civil.

Em depoimento, o jardineiro contou ter passado os quatro dias escondido em uma mata próximo a um condomínio residencial de Nova Lima. Segundo a delegada, um dia antes de o suspeito se apresentar, ele havia ligado para o inspetor Antônio Carlos Luiz, informando ao policial onde ele estava e pediu que fossem buscá-lo. “Na quarta-feira, Antônio marcou com Alexandre o lugar para ir buscá-lo, mas ele não apareceu. No dia seguinte, ele chegou acompanhado da mãe. Chorava bastante, disse que estava arrependido e que até chegou a pensar em suicídio”, contou a delegada.
 
O revólver calibre 38 usado pelo jardineiro para matar a noiva estava no matagal, onde ele se escondeu. A arma, as munições e um coldre foram encontrados próximo a uma árvore, embrulhados em uma sacola plástica. 
 
O jardineiro foi autuado pelo crime de homicídio e está no presídio de Nova Lima.


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Maria Das Graças em 22/12/2011 02:02
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