Data do Ocorrido: 19/09/2011
Localização: Ponta Grossa (PR)
Data de Nascimento: 00/00/1990 (21 anos)
Data de Falecimento: 19/09/2011
Sexo: Feminino
A modelo Agda de Fátima Rocha, de 21 anos, foi encontrada morta dentro de casa na manhã de 19 de setembro de 2011, no Núcleo Pimentel, em Ponta Grossa, a 115 km de Curitiba. A mãe da jovem encontrou a filha morta na cama, com vários hematomas nas pernas e no rosto, quando chegou do trabalho, por volta das 9h.
O suspeito do assassinato, Jean Carlos Oliveira Pinto, 23, foi preso na tarde do crime, por policiais civis e militares e confessou o crime. Ele foi detido em seu local de trabalho, uma loja de eletrodomésticos. O advogado dele é César Antônio Gasparetto.
Segundo a polícia, o rapaz invadiu a casa da jovem durante a madrugada, logo após conhecê-la em um bar. Depois de tentar violentá-la, ele teria a sufocado com um travesseiro.
No processo do MP o suspeito é acusado de homicídio duplamente qualificado. No entendimento do promotor, ele teria matado a vítima porque ela reagiu à tentativa de estupro.
A polícia afirma que o vendedor ainda tentou forjar um latrocínio (assalto seguido de morte), revirando os móveis da casa e roubando o celular dela, depois de matá-la.
A jovem conheceu o suspeito do crime na noite anterior, em um bar do Centro da cidade, onde ela estava acompanhada de uma amiga. Depois dela passar mal por ingerir bebida alcoólica, o rapaz teria oferecido carona e levado ela pra casa. Na madruagada, ele voltou a casa dela e arrombou a porta dos fundos. Ao encontrar a garota na cama, ele teria tentado manter relação sexual.
O corpo da modelo Agda Fátima Rocha foi enterrado na manhã do dia 20/09, no Cemitério São Vicente de Paula. A cerimônia foi marcada por tristeza e comoção. A modelo trabalhava também como vendedora na loja de um shopping.
Foi divulgado, em 30/11/2011, o laudo do Instituto Médico Legal sobre a morte da modelo Agda Fátima Rocha. Segundo o delegado Leonardo Carneiro, que investiga o crime, o laudo aponta indícios de que a vítima foi, de fato, assassinada. “O corpo apresentava lesões na face anterior da perna esquerda, o que indica que ela foi arrastada até a cama onde foi encontrada”, disse.
Conforme o delegado, o laudo conclui que a causa da morte de Agda foi sufocação direta. “Havia indícios de obstrução das vias respiratórias”, contou o delegado. Conforme o laudo, a modelo ainda foi vítima de estupro por parte do assassino, pois o corpo também apresentava hemorragia genital.
Na versão de Jean, a morte da modelo foi acidental. Ele disse que estava mantendo relações sexuais com Agda, na residência dela, no Núcleo Pimentel, quando ela caiu da cama, bateu a cabeça e morreu. No entanto, segundo a polícia, Jean teria arrombado a casa e tentado violentá-la. O corpo da modelo tinha sinais de espancamento. O acusado segue preso na Cadeia Pública Hildebrando de Souza.


O corpo da modelo Agda Fátima Rocha, 21 anos, foi enterrado na manhã do dia 20/10, no Cemitério São Vicente de Paula. A cerimônia foi marcada por tristeza e comoção.

O suspeito do assassinato, Jean Carlos Oliveira Pinto, 23, foi preso na tarde do crime, por policiais civis e militares e confessou o crime.
A modelo Agda de Fátima Rocha, de 21 anos, foi encontrada morta dentro de casa na manhã de 19 de setembro de 2011, no Núcleo Pimentel, em Ponta Grossa, a 115 km de Curitiba. A mãe da jovem encontrou a filha morta na cama, com vários hematomas nas pernas e no rosto, quando chegou do trabalho, por volta das 9h.
O suspeito do assassinato, Jean Carlos Oliveira Pinto, 23, foi preso na tarde do crime, por policiais civis e militares e confessou o crime. Ele foi detido em seu local de trabalho, uma loja de eletrodomésticos. O advogado dele é César Antônio Gasparetto
Segundo a polícia, o rapaz invadiu a casa da jovem durante a madrugada, logo após conhecê-la em um bar. Depois de tentar violentá-la, ele teria a sufocado com um travesseiro.
Foi divulgado, em 30/11/2011, o laudo do Instituto Médico Legal sobre a morte da modelo Agda Fátima Rocha. Segundo o delegado Leonardo Carneiro, que investiga o crime, o laudo aponta indícios de que a vítima foi, de fato, assassinada. “O corpo apresentava lesões na face anterior da perna esquerda, o que indica que ela foi arrastada até a cama onde foi encontrada”, disse.
Conforme o delegado, o laudo conclui que a causa da morte de Agda foi sufocação direta. “Havia indícios de obstrução das vias respiratórias”, contou o delegado. Conforme o laudo, a modelo ainda foi vítima de estupro por parte do assassino, pois o corpo também apresentava hemorragia genital.
Na versão de Jean, a morte da modelo foi acidental. Ele disse que estava mantendo relações sexuais com Agda, na residência dela, no Núcleo Pimentel, quando ela caiu da cama, bateu a cabeça e morreu. No entanto, segundo a polícia, Jean teria arrombado a casa e tentado violentá-la. O corpo da modelo tinha sinais de espancamento. O acusado segue preso na Cadeia Pública Hildebrando de Souza.