Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Agda Fátima Rocha (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 19/09/2011

Localização: Ponta Grossa (PR)

Data de Nascimento: 00/00/1990 (21 anos)

Data de Falecimento: 19/09/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

A modelo Agda de Fátima Rocha, de 21 anos, foi encontrada morta dentro de casa na manhã de 19 de setembro de 2011, no Núcleo Pimentel, em Ponta Grossa, a 115 km de Curitiba. A mãe da jovem encontrou a filha morta na cama, com vários hematomas nas pernas e no rosto, quando chegou do trabalho, por volta das 9h. 

O suspeito do assassinato, Jean Carlos Oliveira Pinto, 23, foi preso na tarde do crime, por policiais civis e militares e confessou o crime. Ele foi detido em seu local de trabalho, uma loja de eletrodomésticos. O advogado dele é César Antônio Gasparetto.
 
Segundo a polícia, o rapaz invadiu a casa da jovem durante a madrugada, logo após conhecê-la em um bar. Depois de tentar violentá-la, ele teria a sufocado com um travesseiro.
 
No processo do MP o suspeito é acusado de homicídio duplamente qualificado. No entendimento do promotor, ele teria matado a vítima porque ela reagiu à tentativa de estupro.
A polícia afirma que o vendedor ainda tentou forjar um latrocínio (assalto seguido de morte), revirando os móveis da casa e roubando o celular dela, depois de matá-la.
 
A jovem conheceu o suspeito do crime na noite anterior, em um bar do Centro da cidade, onde ela estava acompanhada de uma amiga. Depois dela passar mal por ingerir bebida alcoólica, o rapaz teria oferecido carona e levado ela pra casa. Na madruagada, ele voltou a casa dela e arrombou a porta dos fundos. Ao encontrar a garota na cama, ele teria tentado manter relação sexual.
 
O corpo da modelo Agda Fátima Rocha foi enterrado na manhã do dia 20/09, no Cemitério São Vicente de Paula. A cerimônia foi marcada por tristeza e comoção. A modelo trabalhava também como vendedora na loja de um shopping.
 
Foi divulgado,  em 30/11/2011, o laudo do Instituto Médico Legal sobre a morte da modelo Agda Fátima Rocha. Segundo o delegado Leonardo Carneiro, que investiga o crime, o laudo aponta indícios de que a vítima foi, de fato, assassinada. “O corpo apresentava lesões na face anterior da perna esquerda, o que indica que ela foi arrastada até a cama onde foi encontrada”, disse.
Conforme o delegado, o laudo conclui que a causa da morte de Agda foi sufocação direta. “Havia indícios de obstrução das vias respiratórias”, contou o delegado. Conforme o laudo, a modelo ainda foi vítima de estupro por parte do assassino, pois o corpo também apresentava hemorragia genital.
 
Na versão de Jean, a morte da modelo foi acidental. Ele disse que estava mantendo relações sexuais com Agda, na residência dela, no Núcleo Pimentel, quando ela caiu da cama, bateu a cabeça e morreu. No entanto, segundo a polícia, Jean teria arrombado a casa e tentado violentá-la. O corpo da modelo tinha sinais de espancamento. O acusado segue preso na Cadeia Pública Hildebrando de Souza. 

O corpo da modelo Agda Fátima Rocha, 21 anos, foi enterrado na manhã do dia 20/10, no Cemitério São Vicente de Paula. A cerimônia foi marcada por tristeza e comoção.

O suspeito do assassinato, Jean Carlos Oliveira Pinto, 23, foi preso na tarde do crime, por policiais civis e militares e confessou o crime.

A modelo Agda de Fátima Rocha, de 21 anos, foi encontrada morta dentro de casa na manhã de 19 de setembro de 2011, no Núcleo Pimentel, em Ponta Grossa, a 115 km de Curitiba. A mãe da jovem encontrou a filha morta na cama, com vários hematomas nas pernas e no rosto, quando chegou do trabalho, por volta das 9h. 

O suspeito do assassinato, Jean Carlos Oliveira Pinto, 23, foi preso na tarde do crime, por policiais civis e militares e confessou o crime. Ele foi detido em seu local de trabalho, uma loja de eletrodomésticos. O advogado dele é César Antônio Gasparetto
 
Segundo a polícia, o rapaz invadiu a casa da jovem durante a madrugada, logo após conhecê-la em um bar. Depois de tentar violentá-la, ele teria a sufocado com um travesseiro.
 
Foi divulgado,  em 30/11/2011, o laudo do Instituto Médico Legal sobre a morte da modelo Agda Fátima Rocha. Segundo o delegado Leonardo Carneiro, que investiga o crime, o laudo aponta indícios de que a vítima foi, de fato, assassinada. “O corpo apresentava lesões na face anterior da perna esquerda, o que indica que ela foi arrastada até a cama onde foi encontrada”, disse.
Conforme o delegado, o laudo conclui que a causa da morte de Agda foi sufocação direta. “Havia indícios de obstrução das vias respiratórias”, contou o delegado. Conforme o laudo, a modelo ainda foi vítima de estupro por parte do assassino, pois o corpo também apresentava hemorragia genital.
 
Na versão de Jean, a morte da modelo foi acidental. Ele disse que estava mantendo relações sexuais com Agda, na residência dela, no Núcleo Pimentel, quando ela caiu da cama, bateu a cabeça e morreu. No entanto, segundo a polícia, Jean teria arrombado a casa e tentado violentá-la. O corpo da modelo tinha sinais de espancamento. O acusado segue preso na Cadeia Pública Hildebrando de Souza. 


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Deborah Pachinski em 16/02/2012 16:14
esse assassino tem que morrer na cadéia .. e morrer torturado ... morre jean

Izabella Pajuçara Monteiro Frazão André Caldeira Brant Marcos Monis Monteiro de Lima Pedro Henrique dos Santos Andressa Holz Luis Gustavo de Melo Barbosa Jean Charles de Menezes Manoel Maria da Conceição Junior João Vitor dos Santos Rodrigues e Igor Giovanni dos Santos Rodrigues Alan Fagner Clemente Soares Marcelo Caetano Ana Claudia Caron Emerson Luis Marques Goularte Igor Moraes da Silva João Cláudio Cardoso Leal Daniela Cristina Costa Nery Suzeli Regina Tortello Lopes Dario Luiz Scherner Clarisse Alves Mesquita Diego Machado Rodrigues Jéssica Carline Ananias da Costa
 
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