Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Kamilly Vitória Pereira (Tortura)



 


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Kamilly Vitória Pereira
Data do Ocorrido: 30/01/2009

Localização: Ribeirão Preto (SP)

Data de Nascimento: 00/11/2007 (1 ano)

Data de Falecimento: 05/02/2009

Sexo: Feminino Feminino
 

Kamilly Vitória Pereira, um ano e nove meses, foi espancada em casa pelo padrasto no dia 30 de janeiro de 2009, no bairro Ipiranga, em Ribeirão Preto.

Kamilly deu entrada na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas no dia 30 de janeiro, com traumatismo craniano, e morreu cinco dias depois. Ela sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e foi levada para a Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas. 
 
De acordo com a Polícia Militar, Marçal agrediu a menina enquanto ela assistia televisão. Após o crime, ele tentou fugir para Campinas, mas foi preso. A mãe da criança afirmou que há um mês ela e a filha vinham sendo agredidas pelo companheiro. 
 
O padrasto da menina André Marçal, de 19 anos, foi indiciado por tortura. Ele é o principal suspeito de ter dado 35 mordidas na criança que, segundo laudo do IML (Instituto Médico Legal) estava com a orelha, barriga, bochecha e os dedos machucados. De acordo com o laudo, a menina também sofreu abuso sexual.
A polícia indiciou por omissão em 08 de fevereiro de 2010, em Ribeirão Preto, a 319 km de São Paulo, a mãe da menina Kamilly, Jaqueline Cristina Pereira, de 21 anos, pela morte da criança. O padrasto da criança, André Fiúza Marçal está preso e foi indiciado por tentativa de homicídio e estupro.

De acordo com o laudo do IML divulgado na segunda-feira (08/02), Kamilly foi vítima de abuso sexual no dia em que foi espancada pelo padrasto. Os exames comprovaram ainda que os sinais de agressão encontrados no corpo da criança formam um quadro classificado pelos médicos como 'Síndrome do Bebê Espancado', o que significa que ela sofria violência frequentemente. O médico-legista, Roberto Abud, informou que 35 mordidas foram encontradas no corpo dela.

Segundo a delegada Maria Beatriz de Moura Campos, Jaqueline será processada por omissão, já que ela sabia que a menina era mal tratada pelo companheiro e não o denunciou. Marçal está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão Preto. 
 
"Nós indiciamos a mãe por tortura porque ela tinha a obrigação de impedir que o companheiro agredisse a filha e ela não fez isto. Também vou sugerir que o padrasto seja enquadrado em tortura e não homicídio qualificado", afirmou a delegada Maria Beatriz Moura Campos, titular da Delegacia de Defesa da Mulher.
 
Jacqueline disse na delegacia que não impediu o marido de agredir a filha e nunca contou nada a ninguém porque tinha medo de represálias.
 
O crime surpreendeu os vizinhos da família que na época disseram que Kamilly tinha um amor especial por André e que o chamava de papai.
 
Vizinhos também afirmaram à polícia que algumas vezes viram a menina com o braço e a perna machucados, mas que a família dizia que ela havia caído da cama ou da mesa.
 

Padrasto de Kamilly Vitória Pereira foi indiciado por tentativa de homicídio e estupro - ReproduçãoTV Globo

A mãe de Kamilly deixou a delegacia, após prestar novo depoimento

Kamilly Vitória Pereira, um ano e nove meses, foi espancada em casa pelo padrasto no dia 30 de janeiro de 2009, no bairro Ipiranga, em Ribeirão Preto.

Kamilly deu entrada na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas no dia 30 de janeiro, com traumatismo craniano, e morreu cinco dias depois. Ela sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e foi levada para a Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas. 
 
O padrasto da menina André Marçal, de 19 anos, foi indiciado por tortura. Ele é o principal suspeito de ter dado 35 mordidas na criança que, segundo laudo do IML (Instituto Médico Legal) estava com a orelha, barriga, bochecha e os dedos machucados. De acordo com o laudo, a menina também sofreu abuso sexual.

A polícia indiciou por omissão em 08 de fevereiro de 2010, em Ribeirão Preto, a 319 km de São Paulo, a mãe da menina Kamilly, Jaqueline Cristina Pereira, de 21 anos, pela morte da criança. O padrasto da criança, André Fiúza Marçal está preso e foi indiciado por tentativa de homicídio e estupro.

Segundo a delegada Maria Beatriz de Moura Campos, Jaqueline será processada por omissão, já que ela sabia que a menina era mal tratada pelo companheiro e não o denunciou. Marçal está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão Preto. 

Jacqueline disse na delegacia que não impediu o marido de agredir a filha e nunca contou nada a ninguém porque tinha medo de represálias.


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