Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Nicolas Cauã Secco (Maus tratos)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 13/11/2011

Localização: Ribeirão Pires (SP)

Data de Nascimento: 00/00/2009 (2 anos)

Data de Falecimento: 13/11/2011

Sexo: Masculino Masculino
 

Nicolas Cauã Secco, de dois anos, foi encontrado morto na manhã do dia 13 de novembro de 2011na casa onde morava, no bairro Quarta Divisão, em Ribeirão Pires. O corpo da criança foi levado ao Hospital São Lucas, em Ribeirão Pires, e, em seguida, ao IML (Instituto Médico Legal).

Mãe e padrasto, que seriam usuários de droga, são suspeitos de ter matado a criança. Há indícios de que Nicolas Cauã Secco teria sido espancado pelo pintor Valdenei Aparecido de Azevedo, 41 anos, e pela dona de casa Alessandra Pereira da Silva, 22. 
 
O casal nega a autoria do crime, no entanto, os três estavam sozinhos em casa, comenta o delegado do 1º Distrito Policial de Ribeirão Pires, André Diogo Rodrigues. "Ainda estou aguardando resultado do laudo do IML para atestar a causa da morte, mas há marcas de agressão na barriga", diz. Informações de um perito do Instituto Médico-Legal de Santo André apontam espancamento como causa da morte.
 
Uma das principais testemunhas, o vendedor Francismar Nunes de Almeida, 30, primo de Valdenei, foi chamado por Alessandra para ver Nicolas por volta das 10h. "Logo que entrei na casa meu primo disse que ele (Nicolas) estava morto. Levantei o cobertor e constatei que o menino estava gelado e duro", conta.
Após acionar a polícia, Almeida acompanhou o corpo de Nicolas até o hospital. "Ele tinha marcas vermelhas no pescoço, nas costas e no abdome. Até a médica ficou horrorizada ao ver que o menino estava todo machucado", destaca.
 
O primo do padrasto revela ainda que a vítima só estava com o casal havia cerca de sete meses, pois antes morava com a avó materna na cidade de Promissão, no Interior do Estado. "Eles iriam viajar amanhã (14/11) para a casa do meu tio em Promissão, mas não deu tempo."
 
Parentes informaram também que chegaram a denunciar o casal ao conselho tutelar por maus tratos, mas nada foi feito. 
 
Revoltados com o caso, familiares de Valdenei permaneceram o dia todo na porta da delegacia na tentativa de agredir os suspeitos. Para que o casal fosse retirado da viatura em direção ao distrito foi necessário reforço policial. Inclusive, a filha do padrasto de Nicolas, Paola, engrossava o coro daqueles que pediam por justiça e paravam o trânsito no Centro de Ribeirão Pires. "É vergonhoso, mas é meu pai. Além de ser revoltante, é muito triste", lamenta.
 
Preocupados com as constantes agressões do casal contra a vítima, a família de Valdenei Aparecido de Azevedo disse ter denunciado o caso ao Conselho Tutelar de Ribeirão Pires há cerca de um mês.
"O Conselho Tutelar foi omisso", denuncia a prima do suposto assassino, Susana de Almeida, que informou o órgão sobre os maus-tratos sofridos por Nicolas. Segundo ela, a família recebeu a visita de conselheiras tutelares, foi encaminhada para conversa, mas o garoto continuou com a mãe.
 
O casal vive junto há cerca de um ano - quando se mudaram de Promissão, no Interior do Estado, para Ribeirão Pires - e é usuário de drogas, de acordo com os familiares. "Ela (Alessandra) vendia tudo para comprar crack. Dava vontade de pegar a criança à força", destaca.
A manicure Raquel de Oliveira, 40, revela já ter pedido para que Alessandra doasse o garoto a alguém da família. "A gente sempre ajudava, doando comida, e cheguei a pedir o menino para cuidar, mas ela (mãe) dizia que nunca iam tirar o filho dela", conta.
 
Segundo o boletim de ocorrência, a mãe e o padrasto do menino irão responder judicialmente por homicídio qualificado. 
A polícia decretou a prisão temporária de 5 dias para os dois. Alessandra foi levada para a carceragem da Delegacia de Ribeirão Pires e o desempregado Valdeney Aparecido de Azevedo, de 41 anos, para a cadeia pública de Santo André.(Solange Spigliatti)


Nicolas Cauã Secco, de dois anos, foi encontrado morto na manhã do dia 13 de novembro de 2011na casa onde morava, no bairro Quarta Divisão, em Ribeirão Pires. O corpo da criança foi levado ao Hospital São Lucas, em Ribeirão Pires, e, em seguida, ao IML (Instituto Médico Legal).

Mãe e padrasto, que seriam usuários de droga, são suspeitos de ter matado a criança. Há indícios de que Nicolas Cauã Secco teria sido espancado pelo pintor Valdenei Aparecido de Azevedo, 41 anos, e pela dona de casa Alessandra Pereira da Silva, 22. 
O casal nega a autoria do crime, no entanto, os três estavam sozinhos em casa, comenta o delegado do 1º Distrito Policial de Ribeirão Pires, André Diogo Rodrigues. "Ainda estou aguardando resultado do laudo do IML para atestar a causa da morte, mas há marcas de agressão na barriga", diz. Informações de um perito do Instituto Médico-Legal de Santo André apontam espancamento como causa da morte.
 
Parentes informaram também que chegaram a denunciar o casal ao conselho tutelar por maus tratos, mas nada foi feito. 
 
A polícia decretou a prisão temporária de 5 dias para os dois. Alessandra foi levada para a carceragem da Delegacia de Ribeirão Pires e o desempregado Valdeney Aparecido de Azevedo, de 41 anos, para a cadeia pública de Santo André.(Solange Spigliatti)


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