Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Roberta Yuri Yoshifusa (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 11/11/2011

Localização: Mogi das Cruzes (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1995 (16 anos)

Data de Falecimento: 11/11/2011

Sexo: Masculino Masculino
 

Renata de Cássia Yoshifusa, de 21 anos, e a irmã Roberta Yuri Yoshifusa, de 16, foram brutalmente assassinadas a facadas dentro de casa, na rua Mariana Najar.

As vítimas foram encontradas pelo pai dentro da casa onde moravam, na rua Mariana Najar, na Vila Oliveira, bairro nobre de Mogi, por volta das 20h do dia 11 de novembro de 2011. 

Segundo a polícia, as meninas sofreram perfurações pelo corpo, principalmente na área do pescoço. Há evidências de que uma das vítimas tenha sido estuprada. A Polícia Científica encontrou marcas de sangue por toda a casa, indicando que as vítimas entraram em luta corporal com o criminoso. O pai das vítimas foi o primeiro a chegar em casa, por volta das 19 horas, e encontrou as duas filhas mortas e o pintor que trabalhava para a família, conhecido como Tartaruga, ferido.
 
Ele informou que estava trabalhando no quintal quando ouviu um barulho. Ele teria entrado em casa e se deparado com três homens, que já haviam atacado as meninas. O pintor afirmou que lutou com os suspeitos que fugiram, e acionou o Samu(Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
 
De acordo com a empregada doméstica da família, Marlene Pereira da Silva, quando deixou a casa, por volta das 17h30, a filha mais nova do casal, Roberta, estava dormindo. Além dela, ficaram na casa um senhor de 65 anos identificado como Nelson, que cuida da piscina da família, e o pintor. "O seu Nelson sempre vai embora depois de mim. Os dois são de confiança, não sei o que aconteceu", disse.
 
Segundo o delegado de Biritiba Mirim, Francisco Del Poente, que assumiu o auxílio nas investigações, já que é vizinho das vítimas, a polícia não descarta a possibilidade da invasão. "Ele é controverso e não sustenta com firmeza a versão que apresentou. O criminoso foi extremamente cruel", destacou o delegado.
 
Ainda de acordo com o delegado, o pai das vítimas, Nelson Yoshifusa, informou que as jovens vinham recebendo ameaças e eram assediadas por um homem não identificado pelo telefone. Segundo os peritos, toda a ação durou 45 minutos e duas facas foram encontradas. Renata era estagiária no Fórum de Mogi, auxiliava o juiz da Gióia Perini, e cursava Direito na UBC. A mãe das vítimas, Rita foi levada em estado de choque para o hospital Luzia.

Os corpos das duas irmãs foram enterrados por volta das 17h30 de sábado (12/11), no cemitério Parque das Oliveiras. 

O pintor Antonio Carlos Rodrigues Júnior, de 30 anos, que trabalha para a família há 15 anos, confessou, por volta das 14 horas do dia 12/11, que assassinou a facadas as irmãs Renata de Cássia Yoshifusa, de 21 anos, e Roberta Yuri Yoshifusa, de 16. Acusado de duplo homicídio e duplo estupro, ele teve a prisão temporária de 30 dias decretada no final da tarde pelo juiz de plantão Emerson Norio Chinem, após solicitação apresentada pelo delegado titular do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, Luiz Robertao Biló. Júnior, também conhecido como ‘Tartaruga’, foi removido para a Cadeia Pública de Mogi no início da noite.
 
Além da confissão do réu, o delegado também informou que foi decretado segredo de Justiça no caso para preservar a integridade física do acusado e da família das vítimas. Ele contou, no entanto, que o pintor caiu várias vezes em contradições durante seu depoimento, que levou aproximadamente seis horas. "Primeiro ele disse que havia outras três pessoas na casa e que teria entrado em luta corporal com elas, mas a perícia técnica feita pela equipe do Setor de Homicídios não encontra evidências disso. Por várias vezes, Júnior disse que ele e as meninas haviam sido atacados por três homens, mas depois resolveu falar a verdade", afirmou.
 
De acordo com o delegado, Júnior teria dito que deu um "branco" e não sabe como foi matar as meninas daquele jeito e nem os motivos. "Além disso, ele nega que tenha estuprado as duas, mas somente exames laboratoriais vão determinar se ele abusou sexualmente das meninas ou não", declarou.
 
Biló disse ainda que para sustentar a versão de que teria sido agredido pelos supostos invasores na residência da família do empresário Nelson Yoshifusa e da dona de casa Rita Damasceno Yoshifusa, ele mesmo se feriu com uma das três facas usadas para cometer o crime contra as irmãs, fazendo cortes no antebraço direito e na barriga.
 
Apesar de não dar detalhes da dinâmica do crime que teria cometido o pintor, o delegado revelou que Renata foi a primeira a ser morta por Júnior que, em seguida, golpeou a irmã mais nova, Roberta. No local do crime pôde ser verificado, pelas fotos feitas pelo Setor de Homicídios na residência dos Yoshifusa, que as meninas tentaram lutar contra o agressor, mas não tiveram chance de defesa.
 
Depois, segundo o delegado, o pintor forjou álibis falsos para entrar como vítima na história. Ele mesmo se feriu e chamou a Polícia e o Samu.
 
O pai das meninas foi o primeiro a chegar no local e viu o acusado sentado no topo da escada de acesso para a residência com uma faca do lado.
 
Biló destacou que o pintor foi indiciado por duplo homicídio e duplo estupro. As penas de cada crime variam de 12 a 30 anos e de 6 a 10 anos de prisão em regime fechado, respectivamente.
 
Durante o depoimento de Júnior, Biló contou com o auxílio dos delegados Francisco Del Poente, titular de Biritiba Mirim e que era amigo da família das vítimas, e de Marcos Batalha, titular do 1º Distrito Policial de Mogi das Cruzes. Além disso, também participou da oitiva com Júnior o juiz Leandro de Paula Martins Constant, do Juizado Especial Criminal, Jecrim, do qual Renata Yoshifusa era estagiária.

Antônio Carlos Rodrigues Silva Júnior, mais conhecido como Tartaruga, foi condenado a 57 anos de prisão por estuprar e matar a facadas Renata de Cássia Yoshifusa, de 21 anos, e Roberta Yuri Yoshifusa, de 16 anos. A sessão do júri teve início às 13:30 e terminou às 21:03 com a leitura da sentença pelo juiz Fred Lourenço Ruiz. 
 
O júri foi formado por seis homens e uma mulher. O defensor público Elias Paz, advogado de Tartaruga, descartou três jurados, duas eram mulheres. O promotor Leandro Lippi Guimarães, que junto com o também promotor Luis Felipe Delamain Buratto integrou a acusação, sugeriu que o motivo de tê-las dispensado foi porque estariam mais voltadas à condenação do réu, o que seria ruim para a defesa. Paz e os advogados José Edilson Ferreira de Almeida e Silvia Regina Carvalho Pinto, na representação do acusado, negaram. “Doutor, eu tenho a opção de três negativas sem justificativas”, comentou. Lippi retrucou: “O senhor só aceitou a única mulher porque as duas opções restantes eram descendentes de japoneses. Isso não era bom para as suas argumentações também”, disse.
 
Foram ouvidas três testemunhas: o delegado titular do Setor de Homicídios da Seccional de Mogi, Luiz Roberto Billó, o pai das garotas, Nelson Yoshifusa, e o médico legista Zeno Morrone, que fez os exames de necropsia no Instituto Médico Legal (IML) da Cidade.
 
O empresário Sérgio Yoshifusa, tio das vítimas, diz que esse foi dia que nós esperávamos por muito tempo "Queriamos a pena máxima. para a família deveria ser prisão perpétua ou que se não tivesse nenhum benefício. São 57 anos, mas sabemos que ele terá benefício", disse.
O advogado de defesa, Elias Paz, ainda irá avaliar se recorrerá da sentença. "Já esperávamos esses anos de condenação. Agora precisamos ver se o réu vai querer recorrer", disse.
 
Por Sandra Domingues com informações do G1, SP Agora e Diário de Mogi
 

Renata de Cássia Yoshifusa, de 21 anos, e a irmã Roberta Yuri Yoshifusa, de 16, foram brutalmente assassinadas a facadas dentro de casa, na rua Mariana Najar.

Pintor Antônio Carlos Rodrigues da Silva Júnior, acusado de assassinar as irmãs Renata e Roberta, cercado pela imprensa

Renata de Cássia Yoshifusa, de 21 anos, e a irmã Roberta Yuri Yoshifusa, de 16, foram brutalmente assassinadas a facadas dentro de casa, na rua Mariana Najar.

As vítimas foram encontradas pelo pai dentro da casa onde moravam, na rua Mariana Najar, na Vila Oliveira, bairro nobre de Mogi, por volta das 20h do dia 11 de novembro de 2011. 

O pintor Antonio Carlos Rodrigues Júnior, de 30 anos, que trabalha para a família há 15 anos, confessou, por volta das 14 horas do dia 12/11, que assassinou a facadas as irmãs Renata de Cássia Yoshifusa, de 21 anos, e Roberta Yuri Yoshifusa, de 16. Acusado de duplo homicídio e duplo estupro, ele teve a prisão temporária de 30 dias decretada no final da tarde pelo juiz de plantão Emerson Norio Chinem, após solicitação apresentada pelo delegado titular do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, Luiz Robertao Biló. Júnior, também conhecido como ‘Tartaruga’, foi removido para a Cadeia Pública de Mogi no início da noite.
 
Por Sandra Domingues com informações do G1 e SP Agora
 


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Manuella em 19/08/2012 00:13
ASSISTIR VIDEO COM PAIS DA DUAS IRMÃS ASSASSINADAS A ONDE ELES DAO UMA ENTREVISTA! HISTORIA É HORRIVEL MAIS QUE SIRVA DE ALERTA AS OUTRAS FAMILIA!!! CRIME MOTIVADO SEXO!! O CARA DESTROI VIDA DE DUAS JOVENS E DO PAIS DELA! O CARA OU MONSTRO NÃO TEM NADA DE LOUCO MAIS UM CASO QUE A PENA DE MORTE DEVERIA SE APLICADA MAIS AO INVES DISSO ELE FICA NA CADEIA! DEPOIS DE UM TEMPO SOLTO TAPA NA CARA DA SOCIEDADE!! OS PAIS DESSA JOVENS DEVERIAM DÁ MAIS ENTREVISTA E MOSTRAR PARA O BRASIL SEU DRAMA! SÓ CONSIGO SENTI NOJO E REVOLTA NESSE CASO!!

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