Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Cristiano Rispoli Barros (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 05/06/2004

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 05/03/1979 (25 anos)

Data de Falecimento: 05/06/2004

Sexo: Masculino Masculino
 

Cristiano Rispoli Barros, 25 anos, analista de sistema, foi confundido com um bandido e assassinado por PM's, Rio de Janeiro-RJ, em 05/06/2004.

Em 05/06/2004, Cristiano Rispoli Barros saiu de um churrasco na casa de amigos, no Engenho Novo. PMs estavam na esquina da Avenida 24 de Maio e confundiram Cristiano Rispoli Barros com um bandido.

O carro de Cristiano Rispoli Barros foi fuzilado e um tiro o atingiu. Policiais colocaram uma arma no veículo, para incriminar a vítima. Dois policiais foram condenados a 13 anos de prisão.

O 1º Tribunal do Júri da Capital condenou a 13 anos de prisão e à perda do cargo os dois policiais militares acusados de matar o analista de sistemas Cristiano Rispoli Barros. Anderson do Nascimento Seixas e Cleber Adriano Porta de Oliveira foram condenados a 12 anos em regime fechado por homicídio qualificado cometido por motivo fútil e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Eles cumprirão ainda mais um ano em regime aberto pelos crimes de fraude processual e concurso material (quando o agente pratica dois ou mais crimes).

O juiz Fábio Uchoa Montenegro, que presidiu o julgamento, concedeu a Cleber Adriano, que estava aguardando o julgamento em liberdade por força de um hábeas corpus, o direito de recorrer em liberdade por ser réu primário. Anderson do Nascimento, porém, que já estava preso preventivamente, continuará na prisão.
 

Cristiano Rispoli Barros, 25 anos, analista de sistema, foi confundido com um bandido e assassinado por PM's, Rio de Janeiro-RJ, em 05/06/2004.

O carro de Cristiano Rispoli Barros foi fuzilado e um tiro o atingiu. Policiais colocaram uma arma no veículo, para incriminar a vítima. Dois policiais foram condenados a 13 anos de prisão.
 
O 1º Tribunal do Júri da Capital condenou a 13 anos de prisão e à perda do cargo os dois policiais militares acusados de matar o analista de sistemas Cristiano Rispoli Barros. Anderson do Nascimento Seixas e Cleber Adriano Porta de Oliveira foram condenados a 12 anos em regime fechado por homicídio qualificado cometido por motivo fútil e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Eles cumprirão ainda mais um ano em regime aberto pelos crimes de fraude processual e concurso material (quando o agente pratica dois ou mais crimes).
 
O juiz Fábio Uchoa Montenegro, que presidiu o julgamento, concedeu a Cleber Adriano, que estava aguardando o julgamento em liberdade por força de um hábeas corpus, o direito de recorrer em liberdade por ser réu primário. Anderson do Nascimento, porém, que já estava preso preventivamente, continuará na prisão.


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Sergio Peret em 10/09/2014 23:07
Ele era meu colega de turma. Foi uma perda inestimável

Karine Lorraine Chagas de Oliveira Carla Adrielle Botelho Melo Benoni Alencar Sabrina Silvestre Fontão Adriana Moura da Rocha Machado Eurides Santos de Castro Ike Cézar Gonçalves Lilian de Assis Obalski Raimundo Nonato Bezerra Juvenil Severino Botelho Barroso Flávia Anay de Lima  Anastácio Cassaro Joana Xavier de Souza Lisboa Lídia de Almeida de Menezes Marcelo Alves da Silva  Carlos Eduardo Lira dos Santos Rampini Saulo Victor da Silva Magda Aparecida Galasso Gomes Ana Cristina de Macedo Maiara Natalie da Silva Simone de Campos Gomes Meira Fernandes
 
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