Data do Ocorrido: 28/07/2009
Localização: São Paulo (SP)
Data de Nascimento: 05/01/1974 (35 anos)
Data de Falecimento: 28/07/2009
Sexo: Masculino
por Maria Luiza Hausch
No dia 28/07/2009 perdi meu filho Alex Hausch, 35 anos, médico anestesiologista, vítima da irresponsabilidade de um rapaz de 26 anos que dirigia em estado de embriaguez, em alta velocidade.
Meu filho e um colega de trabalho estavam, no interior de um Gol, saindo do estacionamento de uma hamburgueria no começo da Av. Hélio Pelegrino, em São Paulo, quando foram atingidos por um Citroen C4.
O motorista foi preso em flagrante, mas libertado após pagar fiança de R$ 1.220,00. Segundo testemunhas, o motorista participava de um "racha" com um Peugeout 206 vermelho, dirigido por um empresário de 25 anos. Uma pessoa que estava na hamburgueria disse que o Citroen C4 estava em alta velocidade e perdeu o controle até a colisão.
A Polícia Militar foi chamada e encontrou meu filho e seu colega presos nas ferragens do carro. Meu filho morreu na hora (politraumatismo, trauma por agente contundente) e seu colega foi internado em um hospital, com vários traumas.
Do causador, nem os "pêsames".
É desanimador sentir que a vida não tem valor algum...Hoje somos " pais órfãos" de nosso filho...a dor é infinita...
Maria Luiza Hausch e Erich Gerhard Hausch (pais de Alex Hausch)
Alex Hausch é mais uma vítima da irresponsabilidade de um rapaz que dirigia em estado de embriaguez e em alta velocidade.
Em março de 2012 a Juíza concluiu que o acusado causou a morte e as lesões por ¨imprudência e imperícia¨, pois estava em ¨velocidade incompatível com a permitida¨e com o fato de que estava passando por uma ¨curva à noite,com o chão úmido de chuva¨.
Condenou o Rafael Muchon a:
(i) prestação de serviços à comunidade, preferencialmente, junto a entidade que cuidem de vítimas de acidente de trânsito,
(ii) pagamento de 180 salários à família do Alex, e 180 salários ao Dr. Marcos Paes ( colega que estava no carro com o Alex); e
(iii) suspensão da habilitação para dirigir por um ano.
Essa condenação não repara a dor da família, a condenação não serve para evitar novos acidentes, em face da gravidade do crime cometido, a pena aplicável deveria ser mais severa.
A família de Alex Hausch lamenta o fato do Rafael Muchon nunca ter entrado em contato para saber como estão e ao menos pedir desculpas...aguardam agora a Justiça de Deus.
Por Rafael Baltresca
Pela memória de minha irmã Bruna Baltresca e mamãe Miriam, mude seu comportamento agora: NUNCA beba e dirija.
Ajude-me nesta campanha. Uma única latinha pode matar. Comece a conscientização dentro de casa. Fale com amigos e parentes.
Alex Hausch, 35 anos, faleceu em 28/7/2009 em um acidente de trânsito ocorrido na Av. Hélio Pelegrino, em São Paulo.
Alex Hausch é mais uma vítima da irresponsabilidade de um rapaz que dirigia em estado de embriaguez e em alta velocidade.
O motorista pagou fiança no valor de 1.200,00 e foi liberado.
Em março de 2012 a Juíza concluiu que o acusado causou a morte e as lesões por ¨imprudência e imperícia¨, pois estava em ¨velocidade incompatível com a permitida¨e com o fato de que estava passando por uma ¨curva à noite,com o chão úmido de chuva¨.
Condenou o Rafael Muchon a:
(i) prestação de serviços à comunidade, preferencialmente, junto a entidade que cuidem de vítimas de acidente de trânsito,
(ii) pagamento de 180 salários à família do Alex, e 180 salários ao Dr. Marcos Paes ( colega que estava no carro com o Alex); e
(iii) suspensão da habilitação para dirigir por um ano.
Essa condenação não repara a dor da família, a condenação não serve para evitar novos acidentes, em face da gravidade do crime cometido, a pena aplicável deveria ser mais severa.
A família de Alex Hausch lamenta o fato do Rafael Muchon nunca ter entrado em contato para saber como estão e ao menos pedir desculpas...aguardam agora a Justiça de Deus.