A princípio as investigações foram entregues ao delegado Mamede Rodrigues, titular do 5° distrito policial, que declarou que a principal linha de investigação do caso seria a de crime passional.
Nos primeiros dias o delegado Mamede Rodrigues ouviu depoimentos do ex-namorado de Fernanda, das pessoas que estiveram com ela no dia do crime e dos dois vigias da obra. Logo após a Secretaria de Segurança concedeu reforço do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil para ajudar nas investigações.
No dia 26 de agosto a Cico, Comissão Investigadora do Crime Organizado também entrou nas investigações a pedido do Secretário de Segurança Raimundo Leite. Neste mesmo dia o Delegado Paulo Nogueira acompanhou os depoimentos dos dois vigias e afirmou que o material encontrado embaixo das unhas de Fernanda seria encaminhado para a realização do exame de DNA e que o carro e o celular da universitária seriam encaminhados para a realização de exame pericial.
Na manhã do dia 29 de agosto o delegado Mamede Rodrigues pediu afastamento do caso e a Cico assumiu oficialmente as investigações. O delegado Paulo Nogueira, titular da Cico apontou prazo de trinta dias para a conclusão do inquérito.
Segundo as últimas informações não oficiais o autor do crime brutal conhecia muito o bem a obra. A polícia agora está aguardando os resultados dos exames periciais para finalmente descobrir o autor do crime.
A Comissão Investigadora do Crime Organizado (CICO) está com as investigações bem adiantadas sobre o caso Fernanda Lages Veras. O delegado Paulo Nogueira não tem dúvidas sobre os últimos passos da estudante.
Informações obtidas pela reportagem do Maior Portal do Piauí dão conta que a jovem manteve contato com alguém pelo telefone celular momento antes de sua morte. Segundo uma fonte de dentro da polícia, Fernanda teria conversado com uma pessoa, por telefone, entre o bar em que freqüentou (Bar do Pernambuco, na avenida Miguel Rosa) e um posto de combustíveis (não foi dito o nome, apenas informado que seria no Bairro Mafuá, zona Norte de Teresina).
O aparelho celular que estava sendo periciado por especialistas foi concluído na manhã de segunda-feira (05/09). O resultado da pericia é uma das peças fundamentais para a elucidação do caso.
A Polícia realizou vários depoimentos. Dentre eles, quatro amigos de Fernanda Lages foram ouvidos. Além do aparelho de telefone celular, a perícia recolheu também o notebook que a estudante usava para manter contatos pelo MSN Messenger (bate papo virtual com troca de informações instantâneas). Neste computador foram encontradas fotografias de Fernanda em um sítio ao lado de amigas. Elas servirão para a conclusão das investigações. Agora a Polícia se fecha mais ainda e não comenta o desenrolar das investigações, apesar de a sociedade cobrar uma posturamais radical e uma rápida elucidação do Caso Fernanda Lages. O brutal assassinato chocou a população.
No Piauí inteiro todos se perguntam: Quem matou Fernanda? O delegado Paulo Nogueira, presidente do inquérito na CICO, e o delegado Armandino Pinto, também da CICO, não falam mais sobre o assunto até confirmar todas as respostas.
O promotor Ubiraci Rocha relatou que o procurador que disse ter ouvido de um taxista declarações a respeito de que Fernanda Lages teria sido espancada em avenida de Teresina na madrugada, já procurou os promotores para passar todos os esclarecimentos.
Ubiraci garante que, se for verdade tudo que o taxista disse, as investigações em torno da morte de Fernanda Lages, mudam completamente os rumos. O procurador, que não teve seu nome revelado, ainda não prestou depoimento, o que deve ocorrer ainda até esta sexta-feira, dia 04/11/2011. Uma vez que o mesmo alegou problemas de saúde e os promotores irão até sua residência colher todas as informações.
Ubiraci informou que as informações podem mudar o rumo das investigações. Segundo o promotor, se as informações forem verídicas, agora podem colocar mais pessoas na cena do crime. O promotor disse ainda que está bastante otimista com a inserção da Polícia Federal no caso, e que as investigações poderá começar do “zero”, “o inquérito pode ser começado do zero, mas também a PF pode aproveitar algumas peças colhidas pela Cico, ainda não podemos afirmar isso”, disse Ubiraci.
Na manhã de quinta-feira (03/11) o perito Antonio Lunard estava analizando peças do inquérito que a Cico fez no decorrer das investigações. O perito estava atrás de provas que pudesse auxiliar os promotores no caso.