Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Miriam Afif José Baltresca (Trânsito)



 


Participe Participe cadastrando seu caso de impunidade.

Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 17/09/2011

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 26/03/1953 (58 anos)

Data de Falecimento: 17/09/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

Miriam Afif José Baltresca, dona de casa de 58 anos e Bruna Baltresca, advogada de 28 anos, mãe e filha foram atropeladas às 23h do sábado de 17 de setembro de 2011, enquanto caminhavam na calçada da via lateral da Marginal Pinheiros. Elas saíram do shopping Villa-Lobos e andavam em direção ao próprio carro quando foram atingidas pelo Golf. Miriam morreu na hora. Bruna foi levada para a Santa Casa gravemente ferida, não resistiu aos ferimentos e morreu.

Os corpos de Miriam Baltresca e Bruna Baltresca foram enterrados na tarde de segunda-feira (19/09) no cemitério do Araçá, na zona oeste de São Paulo. 

O motorista do Golf, Marcos Alexandre Martins, de 33 anos, foi preso em flagrante, realizou exames no Instituio Médico-Legal (IML) e foi transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) do Belém.
 
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que Martins será indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar).  O delegado plantonista considerou haver provas suficientes para indicar que o motorista teve a intenção de provocar o acidente, já que assumiu o risco ao ingerir bebida alcoólica e dirigir em alta velocidade. 
 
Segundo familiares das vítimas que acompanharam o atendimento da ocorrência, o velocímetro do Golf parou a 100 quilômetros por hora. De acordo com policiais militares que estiveram no local, Marcos Alexandre Martins apresentava sinais de embriaguez - ele se recusou a fazer o teste do bafômetro.
 
"Foi uma barbaridade. Minha mãe e minha irmã, que era uma advogada brilhante, tiveram a vida interrompida de forma brutal, enquanto caminhavam na calçada, por um motorista que dirigia em alta velocidade", diz Rafael Baltresca.
 
Filho de Miriam e irmão de Bruna, Rafael morava com as duas - o pai é falecido - e clama por Justiça. "Este motorista escolheu correr, beber e matou minha família inteira. Agora também vai ter de assumir a responsabilidade do que fez."
 
O atropelamento das duas pedestres ocorreu às vésperas da abertura da semana de fiscalização do Programa de Proteção ao Pedestre promovido pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo.
 
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, em 03/10/2011, o relaxamento da prisão do auxiliar de bibliotecário de 33 anos que atropelou e matou, Miriam Afif José Baltresca e Bruna Baltresca,  mãe e filha. A decisão do juiz Emanuel Brandão Filho livra o autor dos atropelamentos do pagamento de fiança, mas impõe outras medidas.
 
Enquanto as investigações do acidente, que aconteceu em 17 de setembro, não são concluídas, o atropelador estará proibido de dirigir. Ele também terá de se apresentar em juízo a cada três meses para informar e justificar suas atividades e não poderá frequentar bares, boates ou outros lugares que comercializem bebidas alcoólicas.
O autor dos atropelamentos e das mortes da dona de casa Miriam Baltresca, de 58 anos, e da filha dela, a advogada Bruna Baltresca, de 28 anos, também não poderá deixar a cidade de São Paulo sem autorização judicial e deverá se recolher em casa a partir das 21h. A Secretaria de Administração Penintenciária confirmou que o auxiliar de bibliotecário foi solto por volta das 16h30 de segunda (03/10) da Penitenciária Tremembé II, onde estava desde 20 de setembro.
De acordo com a polícia, o ponteiro do veículo que atropelou mãe e filha travou marcando 100 km/h - o limite de velocidade na pista local da Marginal Pinheiros é de 70 km/h.
O delegado Ricardo Cestari, responsável pelo inquérito, ouviu um bombeiro e médicos que atenderam o motorista. Eles relataram que o homem apresentava sinais de embriaguez. Por isso, o delegado considerou haver provas de que o motorista assumiu o risco de matar ao ingerir bebida alcoólica e dirigir.
 
O bibliotecário Marcos Alexandre Martins, de 33 anos, preso suspeito de atropelar e matar mãe e filha na marginal Pinheiros, foi solto no dia 03 de outubro de 2011 por decisão da Justiça. Sua soltura, determinada na sexta(30/09) , ainda não havia sido cumprida devido a um problema com o documento judicial.
De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária, a Justiça emitiu um “relaxamento de prisão em flagrante”, quando o correto seria uma “revogação de prisão preventiva”. Por volta 16h30, o documento foi corrigido e Martins pôde deixar a penitenciária de Tremembé II.
 
Por Rafael Baltresca

Pela memória de minha irmã Bruna Baltresca e mamãe Miriam, mude seu comportamento agora: NUNCA beba e dirija.

Ajude-me nesta campanha. Uma única latinha pode matar. Comece a conscientização dentro de casa. Fale com amigos e parentes.

Por favor, assine nossa petição pública online. Quem bebe, dirige e mata, deve ir para a cadeia: http://www.NaoFoiAcidente.com.br
 

Miriam Afif José Baltresca, 58 anos e Bruna Baltresca, 28 anos, mãe e filha.

Foto AE

Familiares e amigos acompanham enterro de Miriam Baltresca e Bruna Baltresca, mãe e filha atropeladas em São Paulo
 
 
 
Rafael Baltresca com a mãe e irmã, vítimas da irresponsabilidade de um motorista embriagado
 
Caminhada para a VIDA
 
Caminhada em memória de Miriam A. J. Baltresca e Bruna Baltresca, mortas no dia 17/09/2011 por Marcos Alexandre Martins, embriagado e dirigindo a uma velocidade de 140km/h.
 
Objetivo da caminhada:
 
1 - Pedir PAZ no trânsito;
2 - Conscientizar a população dos riscos da direção irresponsável, impedir que nossos irmãos, pais e amigos entrem para a estatística assustadora do Brasil (3.000 mortes no trânsito por mês);
3 - Ganhar força para mudar as leis (cheias de brechas) que alimentam a impunidade no Brasil.
 
Sábado, 15 de outubro - 10:00 às 13:00h
 
Em frente ao colégio Santa Cruz 
(Avenida Arruda Botelho, 255 - Alto de Pinheiros, São Paulo)
 

Miriam Afif José Baltresca, dona de casa de 58 anos e Bruna Baltresca, advogada de 28 anos, mãe e filha foram atropeladas às 23h do sábado de 17 de setembro de 2011, enquanto caminhavam na calçada da via lateral da Marginal Pinheiros. Elas saíram do shopping Villa-Lobos e andavam em direção ao próprio carro quando foram atingidas pelo Golf. Miriam morreu na hora. Bruna foi levada para a Santa Casa gravemente ferida, não resistiu aos ferimentos e morreu.

O motorista do Golf, Marcos Alexandre Martins, de 33 anos, foi preso em flagrante, realizou exames no Instituio Médico-Legal (IML) e foi transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) do Belém.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que Martins será indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar).  O delegado plantonista considerou haver provas suficientes para indicar que o motorista teve a intenção de provocar o acidente, já que assumiu o risco ao ingerir bebida alcoólica e dirigir em alta velocidade. 
 
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, em 03/10/2011, o relaxamento da prisão do auxiliar de bibliotecário de 33 anos que atropelou e matou, Miriam Afif José Baltresca e Bruna Baltresca,  mãe e filha. A decisão do juiz Emanuel Brandão Filho livra o autor dos atropelamentos do pagamento de fiança, mas impõe outras medidas.
 
Enquanto as investigações do acidente, que aconteceu em 17 de setembro, não são concluídas, o atropelador estará proibido de dirigir. Ele também terá de se apresentar em juízo a cada três meses para informar e justificar suas atividades e não poderá frequentar bares, boates ou outros lugares que comercializem bebidas alcoólicas.
O autor dos atropelamentos e das mortes da dona de casa Miriam Baltresca, de 58 anos, e da filha dela, a advogada Bruna Baltresca, de 28 anos, também não poderá deixar a cidade de São Paulo sem autorização judicial e deverá se recolher em casa a partir das 21h. A Secretaria de Administração Penintenciária confirmou que o auxiliar de bibliotecário foi solto por volta das 16h30 de segunda (03/10) da Penitenciária Tremembé II, onde estava desde 20 de setembro.
De acordo com a polícia, o ponteiro do veículo que atropelou mãe e filha travou marcando 100 km/h - o limite de velocidade na pista local da Marginal Pinheiros é de 70 km/h.
O delegado Ricardo Cestari, responsável pelo inquérito, ouviu um bombeiro e médicos que atenderam o motorista. Eles relataram que o homem apresentava sinais de embriaguez. Por isso, o delegado considerou haver provas de que o motorista assumiu o risco de matar ao ingerir bebida alcoólica e dirigir.
 


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