Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Suênia Souza Faria (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 30/09/2011

Localização: Brasília (DF)

Data de Nascimento: 00/00/1987 (24 anos)

Data de Falecimento: 30/09/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

Suênia Souza Faria, 24 anos, estudante do 7º semestre de direito do UniCeub, foi assassinada com dois tiros na cabeça e um no tórax, na saída da faculdade, no Centro de Brasília no dia 30/09/2011.

Um professor do curso de direito do Uniceub, uma das maiores universidades particulares de Brasília, matou a aluna a tiros. Ele não aceitava o fim de um relacionamento amoroso.  
 
Rendrik Vieira Rodrigues e Suênia Souza Farias haviam tido um caso quando a jovem estava separada do marido. Segundo a polícia, o professor não aceitou o fim do relacionamento e a ameaçava de morte desde o rompimento.
 
Suênia foi abordada por Rendrik quando ela saía da faculdade, por volta das 13h30, e os dois entraram no carro. Depois de atirar contra a estudante, o professor rodou por horas com o corpo dentro do veículo e em seguida se entregou na 27ª Delegacia de Polícia no Recanto das Emas, cidade-satélite distante 26 quilômetros de Brasília.
 
Na faculdade, Rodrigues dava aulas de gestão empresarial. Ele tem especialização nas áreas de direito do trabalho, gestão de negócios e direito civil. Ele era professor do Centro Universitário Uniceub pelo menos desde 2009.
 
A Faculdade Projeção e o UniCEUB divulgaram notas, no sábado (01/10), informando que demitiram o professor de Direito Rendrik Vieira Rodrigues, de 35 anos, após o assassinato da estudante Suênia Souza Farias.
 
O corpo da estudante de Direito Suênia Sousa Farias foi enterrado no cemitério de Taguatinga sob pedidos da família por justiça. "Não podem deixar ele solto para matar outras filhas", disse o pai dela, Sinval Monteiro de Farias, 62 anos.
 
De acordo com o delegado-chefe, Suênia foi levada da faculdade e teria sido assassinada entre a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e a Estrutural. "O crime pode ter sido cometido com o carro em movimento", contou o titular. A arma utilizada por Rendrik foi uma pistola .380, que foi jogada fora.
 
Ao delegado, o marido contou que recebeu uma ligação da esposa pouco antes do crime. "Segundo ele, Suênia telefonou dizendo que voltaria a ficar com o professor e que passaria em casa para buscar as roupas", disse Nogueira. Desconfiado, o marido foi até a delegacia registrar uma ocorrência.
 
O professor está preso e vai responder por homicidio duplamente qualificado.
 
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal indeferiu no início da tarde de terça-feira (04/10) o pedido de relaxamento de prisão do professor universitário Rendrik Vieira Rodrigues.
 
De acordo com a assessoria do TJ, o juiz que analisou o caso, Sandoval Gomes de Oliveira, alegou que permanecem inalterados os requisitos que fundamentaram o decreto da prisão preventiva de Rodrigues, que está detido desde o dia 01/10. Segundo a polícia, Rodrigues confessou o crime.
A defesa do professor entrou com o pedido de relaxamento da prisão na noite de domingo (02/10) e alegou que Rodrigues se apresentou voluntariamente à Justiça, não tem antecedentes criminais, tem residência fixa e ocupação lícita e que não há indícios de que ele voltaria a cometer novos crimes.
 
Os advogados de Rodrigues também entraram na segunda-feira (03/10) com um pedido de habeas corpus na segunda instância do tribunal. De acordo com o TJ, o pedido será analisado pelo desembargador George Lopes Leite, da 1ª Turma Criminal. A solicitação foi enviada para o gabinete do desembargador às 15h30 de terça.
 
Rodrigues foi transferido na manhã de terça para o Complexo Penitenciário da Papuda. Ele estava preso na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Nesta segunda (03/10), a seccional a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Brasília (OAB-DF) instaurou processo ético e administrativo para analisar se Rodrigues deve ter o direito de exercer a profissão suspenso.
Também na segunda, o delegado da 27ª Delegacia de Polícia do Recanto das Emas, Alexandre Dias Nogueira, afirmou que encerrou as investigações sobre a morte de Suênia. “Já colhemos todos os depoimentos e agora só falta organizar documentos e anexar o laudo pericial”, disse Nogueira, que deve enviar o inquérito para a Justiça nos próximos dez dias.
 
O professor de direito Rendrik Vieira Rodrigues, 35 anos, foi transferido de cela no Complexo Penitenciário da Papuda nesta terça-feira (11/10). O professor, que já ocupa uma cela separada dos demais presos, foi encaminhado para uma sala especial do Estado-Maior da Polícia Militar do DF. O local não possui grades e tem um espaço mais amplo. A decisão é do desembargador George Lopes Leite. Rendrik confessou ter assassinado a tiros a estudante Suênia Sousa de Farias, 24, no dia 30 de setembro.
 
Segundo a decisão do desembargador, Rendrik estava em uma cela separada da comunidade carcerária, porém junto com outros custodiados que reclamaram do tratamento especial. Considerando que o professor tem direito a tratamento diferenciado, o desembargador pediu a imediata transferência para uma sala do Estado-Maior da PM do DF, onde, segundo ele, será proporcionado o mesmo tratamento dispensável aos oficiais da força quando submetidos à prisão cautelar, conforme indicação do comandante-geral da PM.
 
 

Rendrik Vieira Rodrigues, 35 anos, confessou ter assassinado Suênia Souza Farias, 24 anos, por não aceitar o fim do relacionamento.

Suênia Souza Faria, 24 anos, estudante do 7º semestre de direito do UniCeub, foi assassinada com dois tiros na cabeça e um no tórax, na saída da faculdade, no Centro de Brasília no dia 30/09/2011.

Um professor do curso de direito do Uniceub, uma das maiores universidades particulares de Brasília, matou a aluna a tiros. Ele não aceitava o fim de um relacionamento amoroso.

Rendrik Vieira Rodrigues e Suênia Souza Farias haviam tido um caso quando a jovem estava separada do marido. Segundo a polícia, o professor não aceitou o fim do relacionamento e a ameaçava de morte desde o rompimento.

Suênia foi abordada por Rendrik quando ela saía da faculdade, por volta das 13h30, e os dois entraram no carro. Depois de atirar contra a estudante, o professor rodou por horas com o corpo dentro do veículo e em seguida se entregou na 27ª Delegacia de Polícia no Recanto das Emas, cidade-satélite distante 26 quilômetros de Brasília.

O professor está preso e vai responder por homicidio duplamente qualificado.

 



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Juliana Lôbo Carneiro Magalhães em 30/10/2011 18:43
Formosa 30 de outubro de 2011 Vocês ! não me conecem mas desejo a toda a família conforto e justiça por esta jovem tão linda que queria viver e foi morta por um louco. abraços juliana

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