Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Priscila Tavares Ramos (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 06/03/2009

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 13/05/1985 (23 anos)

Data de Falecimento: 06/03/2009

Sexo: Feminino Feminino
 

Priscila Tavares Ramos, 23 anos, foi assassinada pelo namorado, com 28 facadas, no dia 06 de março de 2009, em sua própria casa, no Jardim Arpoador, em São Paulo - SP.

Priscila Tavares Ramos, era secretária bilíngue, cursara inglês no USA, retornou ao Brasil em 2008, conseguiu um emprego Banco ING como secretária bilingui de manhã,à tarde dava aulas de inglês e em 2009 passou na faculdade São Judas, o curso de Direito.

Em 2008, foi apresentada para um rapaz , nome Carlos Eduardo da Silva Braga. Ele era uma pessoa instável, com um humor meio negro, machista e sarrista, não me agradava nem um pouco esse namoro dos dois,  a mãe de Priscila Tavares Ramos  também não gostava dele...ela dizia que via uma névoa preta ao redor dele...mas nunca imaginaram que ele tiraria a vida dela.

Enfim eles namoram um ano. Antes da morte houve a comemoração de 1 de namoro dos dois, em fevereiro de 2009. E menos de um mês depois ele mata Priscila Tavares Ramos em sua própria casa.

O suspeito de matar a professora Priscila Tavares Ramos, 23 anos, a facadas,  se apresentou na terça-feira (10/03/2009) à polícia. Carlos Eduardo da Silva Braga, 29 anos, que seria namorado da vítima, confessou o crime, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

Braga prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e foi liberado em seguida. Segundo a SSP, ele não ficará preso, pois, além de não haver flagrante, ele se apresentou espontaneamente à polícia. Ainda de acordo com a SSP, Braga tem residência fixam emprego e não possui antecedentes criminais.

Priscila foi encontrada morta pela Polícia Militar na cozinha da casa onde morava, rua General Asdrubal da Cunha, no Jardim Arpoador, em São Paulo. O corpo apresentava diversos ferimentos provocados por facadas.
 
A família de Priscila informou que ela namorava há cerca de um ano e que as brigas eram freqüentes no relacionamento. Segundo o relato da família, o suspeito bebia constantemente. Após o crime, ele teria dito a uma testemunha ter feito uma "besteira", segundo a SSP.
 
A SSP afirmou que o rapaz não foi detido por ter se apresentado livremente e por possuir emprego, residência fixa e bons antecedentes. O caso segue sob investigação do DHPP.  O delegado responsável pelo caso, Marcos Carneiro deve avaliar se pedirá ou não a prisão do suspeito.
 
O réu, Carlos Eduardo da Silva Braga,  acusado de assassinar a esposa, Priscila Tavares Ramos, foi à júri popular no dia 17 de abril de 2012. O julgamento aconteceu no Fórum Criminal Barra Funda, em São Paulo - SP. Por volta das 19h:30m foi lida a sentença. Carlos Eduardo foi condenado a 17 anos de prisão, inicialmente em regime fechado. O mesmo já estava preso e foi conduzido de volta ao presídio, onde deve cumprir o restante da pena aplicada.
 
 

Carlos Eduardo da Silva Braga, 29 anos, que seria namorado da vítima, confessou o crime, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

Priscila Tavares Ramos, 23 anos, foi assassinada pelo namorado, com 28 facadas, no dia 06 de março de 2009, em sua própria casa, no Jardim Arpoador, em São Paulo - SP. 

O suspeito de matar a professora Priscila Tavares Ramos, 23 anos, a facadas,  se apresentou na terça-feira (10/03/2009) à polícia. Carlos Eduardo da Silva Braga, 29 anos, que seria namorado da vítima, confessou o crime, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

A SSP afirmou que o rapaz não foi detido por ter se apresentado livremente e por possuir emprego, residência fixa e bons antecedentes. O caso segue sob investigação do DHPP.  O delegado responsável pelo caso, Marcos Carneiro deve avaliar se pedirá ou não a prisão do suspeito.
 
O réu, Carlos Eduardo da Silva Braga,  acusado de assassinar a esposa, Priscila Tavares Ramos, foi à júri popular no dia 17 de abril de 2012. O julgamento aconteceu no Fórum Criminal Barra Funda, em São Paulo - SP. Por volta das 19h:30m foi lida a sentença. Carlos Eduardo foi condenado a 17 anos de prisão, inicialmente em regime fechado. O mesmo já estava preso e foi conduzido de volta ao presídio, onde deve cumprir o restante da pena aplicada. 


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